Año I nº 08 deciembre de 2011 Sindicatos del mundo piden a la OIT medidas sobre la subcontratación laboral El simposio bianual de ACTRAV se realizó del 4 al 7 de octubre en la OIT en Ginebra, y se dedicó a estudiar la Subcontratación Laboral y Contratación por Agencias y otras formas de trabajo precario. Participaron en el simposio más de 100 sindicatos de diversas partes del mundo, incluyendo organizaciones afiliadas a la ICEM y expertos de Asia, África, y América Latina. Los participantes analizaron el uso de la subcontratación laboral y contratación por agencias en diferentes partes del mundo, el impacto de la degeneración del empleo permanente en los derechos de los trabajadores, y qué medidas se deben tomar para aliviar este impacto. Los participantes acordaron que, para combatir el trabajo precario, se necesitaba una respuesta integral que incluyera políticas económicas, fiscales y sociales que puedan proponer pleno empleo e igualdad de ingresos, así como también un marco regulador que reduzca, y, al final, elimine, el trabajo precario. También acordaron que se debe intensificar el trabajo para dar más poder a los trabajadores, alentando para que se amplíe la negociación colectiva. De esta manera se garantizará que todos los trabajadores y trabajadoras puedan acceder y ejercer su derecho de sindicalización y negociación colectiva, libremente, y sin temores. Para poner límite a empleos y condiciones de vida precarias y hasta indignas, es imprescindible fijar salarios mínimos asegurados, estableciendo un piso universal de protección social y salarios mínimos a nivel global; también han de ponerse en práctica políticas que combatan la erosión de las relaciones laborales. El simposio destacó el hecho de que la OIT tiene que desempeñar un rol fundamental, proporcionando un marco regulador que evite el incumplimiento, cada vez más frecuente, de la protección social y laboral a través de acuerdos de empleo precario. En las conclusiones del simposio, se hace un llamado para que la OIT elabore un Informe sobre Legislación y Práctica, y convoque una reunión de expertos de la OIT para estudiar los obstáculos que impiden que los/las trabajadores/as precarios se incluyan en la negociación colectiva. También recomiendan intensificar sus esfuerzos para poner en práctica la Recomendación sobre la relación de trabajo, N° 198, y otras normas relevantes de la OIT. Se pueden ver aquí una copia de las conclusiones del Simposio, así como también todos los documentos relacionados con el mismo.(ICEM Brief, 20.11.2011) 01 multi noticias “Direito sem fronteiras” para as multinacionais - Não à violação de direitos humanos e ecológicos no Sul; - Sim a leis que penalizem as violações das multinacionais; - A Suíça é o país com maior densidade de multinacionais por habitante no mundo; - As ONGs colocam em xeque às transnacionais suíças. Como evitar que a multinacional Syngenta obtenha benefícios multimilionários vendendo no Sul pesticidas que são proibidos na Europa devido à sua toxicidade? Como fazer para que a Glencore não seja responsável por desalojos forçados de povos para explorar matérias primas dos subsolos da Colômbia, da Bolívia ou do Congo? Ou para impedir que a Triumph dê férias coletivas a trabalhadores sindicalizados nas Filipinas... Interpelações que fundamentam a Campanha"Direito sem Fronteiras”, que acaba de ser lançada na Suíça por mais de cinquenta importantes ONGs de cooperação, de direitos humanos, organizações sindicais e camponesas, associações de solidariedade e de igrejas. O governo e o Parlamento devem assegurar que as empresas transnacionais que tenha sua sede na Suíça respeitem os direitos humanos e ambientais em todo o mundo de forma similar. As normas exigidas na Suíça devem valer no planeta inteiro. Leia a entrevista com Miguel Egger, um dos responsáveis pela Plataforma Alianza Sur e coordenador da Campanha na região francófona. P: Qual é o marco político no qual a sociedade civil suíça lança essa campanha? Michel Egger(ME): Essa iniciativa deve ser compreendida no contexto da atual mundialização. Em âmbito internacional, as multinacionais, isto é, as sociedades transnacionais, não deixam de aumentar seu poder. Ao mesmo tempo, as medidas de regulação que poderiam limitar essa tendência e garantir o respeito aos direitos humanos e ambientais não avançam com a mesma velocidade. Existe um pacto global nas Nações Unidas sobre o tema e, inclusive, iniciativas de autorregulação voluntária de algumas empresas. Porém, isso não é suficiente. Constatamos uma espécie de descompasso entre o avanço do poder das multinacionais e dos meios existentes para regulá-lo. A Suíça é o país com maior densidade de multinacionais por habitante no mundo. Muitas das quais violam os direitos humanos e do meio ambiente nos países onde estão estabelecidas, principalmente através de suas filiais ou das empresas que as abastecem. A legislação suíça não inclui disposições que obriguem às multinacionais suíças a responder por suas atividades no Sul. Tampouco, dá às vítimas a possibilidade de obter qualquer reparação. Elas não podem nem iniciar causas coletivas no plano civil, nem estar representadas por associações em âmbito penal. P: Que mensagem as ONGs suíças tentam promover? ME: É primordial que o Estado defina um marco jurídico que exija às multinacionais suíças obrigações claras; que tome medidas para que elas não violem os direitos humanos e do meio ambiente no exterior. Conviria, portanto, eliminar a separação jurídica entre a sede central e as filiais. Além disso, é necessário ir criando as bases legais para que as pessoas que são prejudicadas pelas atividades dessas multinacionais, de suas filiais ou de seus fornecedores, possam iniciar um processo jurídico na Suíça, com a finalidade de obter reparação. A lei suíça, no momento, não o permite. Ao contrário, dá espaço a que as sedes centrais de ditas multinacionais não assumam suas responsabilidades. P: Você poderia definir precisamente os objetivos específicos da Campanha"Direitos sem Fronteiras”? ME: Há dois objetivos que serão promovidos em duas etapas consecutivas.>>> 02 multi noticias “Direito sem fronteiras” para as multinacionais(cont) Em um primeiro momento, promoveremos a sensibilização da opinião pública sobre os problemas referidos. Vamos apresentar exemplos de casos concretos de empresas violadoras de direitos humanos e do meio ambiente no Sul. Nessa etapa de lançamento, queremos que a população, bem como os membros das organizações que promovem a campanha, compreendam a gravidade da situação e a lacuna dos instrumentos para mudála em âmbito do direito suíço e também da política governamental. Em um segundo momento, tentaremos convencer ao Parlamento –no plano nacional e eventualmente regional- a introduzir modificações legais, com a finalidade de que as multinacionais devam tomar as medidas necessárias para respeitar os direitos humanos e ambientais e que as vítimas possam ter acesso à justiça. Isso implicará na revisão do Código Civil e Penal. Em síntese, começaremos pela sensibilização sobre o problema para, em seguida, passar ao plano político e jurídico. P: A insensibilidade da maioria das multinacionais nos países do Sul não é nova. Eu diria, inclusive, que é a norma corrente de sua prática desde lustros, para não dizer séculos. Por que, então, lançar uma campanha dessa natureza justo agora? Poderia ter sido lançada antes... ME: Talvez isso possa ser explicado devido ao contexto internacional favorável, atualmente. Em 2005, lançamos uma iniciativa similar em âmbito europeu. E pensamos que é importante que a Suíça e suas transnacionais não fiquem de fora. Por outro lado, há uns anos, no marco das Nações Unidas, existe um movimento internacional para regular –todavia, bastante‘soft'- às multinacionais. As contribuições de John Ruggie, ex-Representante Especial das Nações Unidas para a questão dos direitos humanos e das sociedades transnacionais e outras empresas são muito importantes. Ruggie definiu um marco de referência fundado sobre três pilares conceituais: a obrigação por parte dos governos de proteger as populações contra as violações dos direitos humanos por parte de terceiros –incluídas as transnacionais-. A responsabilidade pelo respeito aos direitos humanos. E também o direito das vítimas a uma reparação através do acesso à justiça. A campanha que lançamos se inscreve nesse marco. Exige que a Suíça leve essas obrigações a sério. Nosso país, berço dos direitos humanos e sede de inúmeras multinacionais, pode e deve jogar um papel pioneiro nessa temática. P: Uma declaração de guerra das ONGs contra a empresa privada? Justo quando um dos princípios da cooperação oficial suíça é promover a colaboração entre o setor público e o privado? ME: Não entendemos como uma declaração de guerra. Porém, é certo que a cooperação pública suíça ao desenvolvimento é muito permissiva com o setor privado. Muitas ONGs suíças mantêm um olhar crítico sobre isso, já que para nós a primeira contribuição do setor privado ao desenvolvimento consiste em respeitar e promover os direitos humanos e a proteção do meio ambiente. É essencial que nosso governo mostre-se mais crítico e mais exigente com as multinacionais suíças. É necessário que seja elaborada uma estratégia mais coerente dos atores da política exterior de nosso país: A Secretaria de Estado para a Economia; a Chancelaria e sua divisão política e a Agência Suíça de Desenvolvimento e Cooperação(Cosude). [Sergio Ferrari, colaboração de imprensa E-CHANGER- ONG suíça de cooperação solidária membro ativo da Campanha"Direito sem Fronteiras”, juntamente com SWISSINFO](Adital, 03.11.2011) 03 multi noticias Zonas francas de exportación Sindicalismo internacional se encuentra en Honduras para diseñar una estrategia de acción en las zonas francas Más de 50 líderes sindicales de Nicaragua, Honduras, El Salvador, Guatemala, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, representantes de las confederaciones nacionales, sindicatos y federaciones de las zonas francas de exportación de estos países, conjuntamente con la Federación Internacional de Trabajadores del Textil, Vestuario y Cuero(FITTVC), la Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas (CSA), la Confederación Sindical Internacional(CSI), FOS de Bélgica, 3F de Dinamarca, Centro Internacional de Solidaridad Sindical, Instituto Sindical para América Central y el Caribe(ISACC), se han reunido este 17 y 18 de noviembre en San Pedro Sula Honduras, en el marco del Encuentro de trabajadoras y trabajadores de las zonas francas de exportación de América Central y República Dominicana. El objetivo de la actividad es generar un espacio de intercambio de experiencias, para diseñar una visión y estrategia común de los sindicatos de las zonas francas de exportación en la región, que sirva como referente para sus luchas y acciones en los próximos años. En el acto inaugural tomaron la palabra representantes de las organizaciones hondureñas, de los cooperantes sindicales presentes, Norman Portillo, Director del Trabajo en San Pedro Sula, en representación del Secretario de Trabajo y Seguridad Social de Honduras, Felicito Ávila; dirigentes de las organizaciones sindicales internacionales participantes(FITTIVCCSA-CSI), quienes destacaron la importancia de dicho evento y lo oportuno del mismo en un momento en que los capitales profundizan sus estrategias globales, donde las y los trabajadores deben globalizar sus luchas y acciones de defensa sus derechos. El representante de la Secretaría del Trabajo instó a los sindicatos a cambiar sus prácticas para adaptarse a los retos de los nuevos tiempos y expresó el compromiso de esa dependencia, en hacer respetar los derechos laborales en Honduras. Finalmente, la compañera Isabelle Hoferlin de la Confederación Sindical Internacional se dirigió a las y los presentes y presentó el video enviado por la Secretaria General de esa organización, Sharan Burrow, con las palabras de saludo para este evento, la invitación al trabajo de construcción de estrategias unitarias; expresando el compromiso y solidaridad de la CSI con las luchas del sindicalismo de América Central y República Dominicana por desarrollar más y mejores organizaciones y conquistar los plenos derechos de las trabajadoras y trabajadores de las zonas francas de exportación.(Noticias del Instituto Sindical para America Central y El Caribe, 21.11.2011) Maquilas en Guatemala MSICG presenta el informe“La maquila textil y de confección en Guatemala: ¿Oportunidad y desarrollo? El Movimiento Sindical, Indígena y Campesino Guatemalteco- MSICG- presentó públicamente el informe de investigación denominado"La maquila textil y de confección en Guatemala: ¿Oportunidad y desarrollo?. La presentación se realizó en el Salón Chichicastenango del Hotel Panamerican en la zona uno de la Ciudad Capitalina. El informe fue comentado por el compañero Helmer Velásquez de la Coordinación de ONG y Cooperativas- CONGCOOP. En el evento se hicieron presentes compañeras y compañeras de organizaciones hermanas como el Centro de Solidaridad de la AFL-CIO con sede en Guatemala, CONGCOOP, CPRAPCD-SIERRA, CONDEG, CEADEL, CAMPAÑA GUATEMALA SIN HAMBRE, ATRADHOM, NUEVO DIA, FRENTE POPULAR, TIERRA VIVA, COLLECTIC GUATEMALA, ASOCASA, UVOC, MOVEMAYAS, FESTRAS, AMUCV, CONAPREM, GGM, SIGSTRAIGSS, SIGEDIIGSS, SIGTRAIGSS, FEDEIGSS Y REJOCIH entre otras que se sumaron a dirigentes de las organizaciones miembros del MSICG y a compañeros como la compañera Marielos Monzón y los compañeros Miguel Angel Sandoval y Alejandro Arriaza, importante y talentoso cantautor guatemalteco.(Movimiento Sindical Indigena y Campesino Guatemalteco) Descarga el informe 04 ICEM: Campaña sobre subcontratación laboral multi noticias Congreso de la ICEM: Foro sobre logros de la campaña sobre subcontratación laboral Como preludio del V° Congreso Estatutario de la ICEM se organizará una Conferencia de un día sobre los éxitos y ejemplos de mejor práctica que se ha logrado en el transcurso de la larga campaña sobre Subcontratación Laboral y Contratación por Agencias. Dicho evento se llevará a cabo el miércoles 23 de noviembre, el día antes de la inauguración del Congreso, en el mismo local, el Hotel Hilton de Buenos Aires. La campaña de la ICEM lleva seis años, con actividades en más de 25 países, y se halla en pleno auge, alcanzando un nivel de madurez que se ve, no solamente en los resultados concretos que se han logrado, sino también en la persona de los coordinadores del proyecto de la ICEM, quienes tienen los conocimientos necesarios y que han elaborado las herramientas necesarias para incidir positivamente en la vida de los trabajadores irregulares de todas partes del mundo. En la Conferencia de esta semana, varios de estos coordinadores y coordinadoras se referirán específicamente a los éxitos logrados durante la campaña sobre Subcontratación Laboral y Contratación por Agencias. Por ejemplo, Aranya Pakapath, Coordinadora del Proyecto en Asia, hablará de cómo 1.500 trabajadores subcontratados del estado de Chhattisgarh, en la India, crearon un sindicato de trabajadores del cemento. Describirá cómo trabajadores y trabajadoras tercerizados en Indonesia siguieron sus pasos en el sector del papel de ese país, además de referirse a las luchas que enfrentan los trabajadores/as del cemento en Filipinas al intentar desarrollar los sindicatos. Joseph Toe, Coordinador del proyecto sobre Subcontratación Laboral y Contratación por Agencias en África Subsahariana, se referirá a las campañas de la ICEM en Guinea, Nigeria, Namibia, Sierra Leona y otros países donde se han logrado grandes cambios y éxitos en la sindicalización de trabajadores temporales.(...) Igor Díaz, de Sintracarbón, organización colombiana afiliada a la ICEM, presentará un informe sobre los obstáculos hallados por ese sindicato en cuanto a la sindicalización y firma de convenios colectivos para los trabajadores/as de empresas contratistas en la mina de carbón más importante del mundo. Por otra parte, Sascha Meijer de FNV Bondgenoten de los Países Bajos informará sobre los instrumentos que ha aplicado ese sindicato para llevar dignidad y justicia salarial a los/las trabajadores/as migrantes de Europa Oriental en las plantas de energía eléctrica en el puerto holandés de Eemshaven. Jørgen Juul Rasmussen, de Dansk El Förbund de Dinamarca, presentará un resumen general de la situación del empleo temporal y a plazo fijo en Europa, y también el progreso que se ha logrado respecto a la aplicación de la Directiva de la Unión Europea sobre el trabajo temporal. Se prevé que esta Conferencia, que cuenta con el patrocinio de la Freidrich Ebert Stiftung (FES) de Alemania, será fuente de estrategias y estudios de los mejores casos, que se darán a conocer durante su desarrollo, con la finalidad de combatir el vertiginoso crecimiento del empleo temporal y a corto plazo que nos afecta a todos. La jornada terminará con un debate de panel moderado por Jim Baker, Coordinador del Consejo Global Unions, en el cual participarán los Secretarios Generales de la ICEM ( Manfred Warda), de la Federación Internacional de Trabajadores del Textil, Vestuario y Cuero( Klaus Priegnitz), y de la Federación Internacional de Trabajadores de las Industrias Metalúrgicas( Jyrki Raina), que enfocará las estrategias futuras de la campaña dentro del contexto de la integración de estas tres Federaciones Sindicales Internacionales. Sergio Novais, Vicepresidente de la ICEM por la Región de América Latina y el Caribe, presidirá esa jornada de trabajo.(ICEM InBrief, 21.11.2011) 05 multi noticias Seminário das Redes Sindicais em Multinacionais Seminário das Redes Sindicais em Multinacionais Brasileiras e Alemãs acontece em Guarulhos "Promoção dos direitos trabalhistas na América Latina" é o tema que norteia o encontro Entre os dias 17 e 20 de outubro, aconteceu no Centro de Convenções Santa Mônica em Guarulhos, o Seminário das Redes Sindicais em Multinacionais Alemãs e Brasileiras. O projeto, realizado pela CUT, Instituto Observatório Social em parceria com a DGB Bildungswerk(Central Sindical Alemã) e com o apoio da CNQ e CNM(Confederação Nacional dos Metalúrgicos), realizou-se com o tema:"Promoção dos direitos trabalhistas na América Latina"- Multinacionais alemãs e brasileiras, redes sindicais e diálogo social. Estiveram presentes no encontro cerca de 80 pessoas, entre trabalhadores/as, dirigentes sindicais, assessoria e debatedores/as e convidados/as. O seminário contou com a participação de trabalhadores/as representantes das empresas Braskem, CBC, Henkel, Knauf, Linde e Schott, do Ramo Químico, e Leoni, Mannesmann, Stihl, Thyssenkrupp e Weg, do Ramo Metalúrgico. O objetivo do encontro foi reunir as redes e representantes sindicais sugeridas de comum acordo entre a CNM, a CNQ e a DGB que estarão envolvidos com o projeto de redes que tem previsão para conclusão em 2013, para realizar um amplo debate sobre a atual conjuntura mundial e desenhar perspectivas futuras. Além disso, também procura-se completar o mapeamento das empresas, dar a conhecer aos e às dirigentes a metodologia usada e os objetivos e impactos a serem atingido pelo projeto, apresentar novas tecnologias na área da informação e comunicação para uso nas redes, planejar ações das redes para o próximo ano e estabelecer compromissos entre o projeto e os atores. O Seminário A abertura do seminário, no dia 17, foi feita por uma ampla mesa composta por Antenor Eiji Nakamura"Kazu", Coordenador Geral da CNQ, Sérgio Novais, da ICEM e da CNQ, Amarildo Bolito, do IOS, Nina Berg, da DGB, Paulo Cayres, da CNM e Manoel Campos, da FITIM. Seguiu-se a abertura uma análise de conjuntura nacional e internacional com ênfase no papel das Multis na globalização e crise financeira internacional, com seus impactos sobre os sindicatos e os trabalhadores/as. Estiveram presentes neste debate Kjeld Agaard Jakobsen, da CUT/IOS, Manoel Campos, da FITIM e Sérgio Novais, da ICEM. No final da tarde aconteceu o debate CUTMulti e os objetivos do projeto CUT/IOS/DGB para as Confederações e os trabalhadores/as das empresas envolvidas. A exposição foi levada adiante por José Drummond – CUT, Hélio da Costa – IOS, João Cayres – CNM, Nina Berg – DGB e Fábio Lins – CNQ. "O Seminário marca uma nova fase de cooperação e solidariedade internacional entre a Alemanha e Brasil, num contexto de crise mundial que afeta, em especial, os trabalhadores/as. Portanto, a oportunidade de fortalecer a organização sindical, criando novas e consolidando Redes Sindicais, possibilita a defesa dos empregos e dos direitos nestas multinacionais de capital alemão, evitando que a conta seja paga pelos trabalhadores/as", disse Fábio Lins. Troca de experiência Os trabalhadores/as, na terça-feira, deram continuidade aos debates inconclusos do dia anterior e seguiram para o trabalho em grupos e para o preenchimento de questionário do IOS sobre a situação das redes.>>> 06 multi noticias Seminário das Redes Sindicais em Multinacionais(cont.) >>> O dia também foi marcado por trabalho intenso e troca de experiências entre as redes dos diferentes ramos, com representantes de redes que tem um longo e consolidado trabalho e querem ajudar novas experiências a se fortalecerem. O dia foi encerrado pela exibição de um filme sobre os 30 anos do CONCLAT, mesclando cultura e formação política. Na quarta-feira, 19, Alex Capuano do IOS fez uma apresentação sobre novas tecnologias e o conexão sindical nas redes e para as redes, com a intenção de dar uma formação ampla sobre meios de comunicação e as redes sociais e como elas podem ajudar na organização sindical. Na parte da tarde, mais trabalho duro: as redes se reuniram em grupos e fizeram planejamento para o próximo período, que posteriormente foi socializado com o grupo em uma animada e participativa plenária, seguida por um churrasco de celebração do sucesso do encontro e porque ninguém é de ferro. No quarto dia de encontro, uma plenária avaliou o evento e buscou conhecer melhor as perspectivas das redes. A pergunta que animou o debate foi: Conseguiremos em dois anos melhorar a organização sindical nos locais de trabalho e atingir níveis aceitáveis de diálogo social? Fique atento para descobrir. Para Fábio Lins, da CNQ, as expectativas são boas e de maior unidade:"reunir trabalhadores/as Químicos e Metalúrgicos neste projeto de promoção do Trabalho Decente é uma ação prática de unificação das lutas, considerando a unificação das Federações Internacionais ICEM e FITIM prevista para 2012, onde também teremos a oportunidade de se somar às lutas dos trabalhadores/as têxteis". ( CNQ, 16.11.2011) Delegação dos Químicos visita a Central alemã DGB Delegação do Ramo Químico visita a Central alemã DGB e o Sindicato dos Químicos IGBCE O objetivo é fortalecer a cooperação e solidariedade internacional entre Brasil e Alemanha Representantes da CNQ, da CUT, do Instituto Observatório Social e da DGB Bildungswerk visitaram a sede da DGB em Berlim e a sede da IGBCE em Hannover onde se reuniram com os diretores do Departamento de Relações Internacionais da DGB Wolfgang Lutterbach e Michael Mersmann do IGBCE. Temas como a conjuntura sindical, a atual realidade dos trabalhadores químicos no Brasil e na Alemanha e o fortalecimento das relações entre as instituições estiveram na pauta da reunião. A delegação também teve a oportunidade de encontrar com o Presidente do IGBCE Michael Vassiliadis Temas como a conjuntura sindical, a atual realidade dos trabalhadores químicos no Brasil e na Alemanha e o fortalecimento das relações entre as instituições estiveram na pauta da reunião. A delegação também teve a oportunidade de encontrar com o Presidente do IGBCE Michael Vassiliadis No Congresso da ICEM a ser realizado neste mês de novembro na Argentina, será realizada mais uma reunião para organizar a visita do representante da IGBCE ao Brasil no inicio do próximo ano. Mersmann visitará a CNQ com objetivo de debater a cooperação e solidariedade internacional entre brasileiros e alemães. A delegação visitou o Parlamento Alemão onde participou de uma conferência sobre a América Latina, onde se tratou da Revolta Estudantil no Chile, Resultado da Eleição na Argentina e a experiência de Redes Sindicais e objetivos do Projeto da CUT e DGB sob re promoção do Diálogo Social e promoção do Trabalho Decente. O intercambio será completado com o Seminário na Escola Sindical da DGB e visitas em fábricas.( CNQ, 16.11.2011) 07 Brasil: Vitória na Petrobrás multi noticias FUP e seus sindicatos indicam a suspensão da greve e aceitação da nova proposta conquistada Processo de negociação termina com vitórias, aumento real e promessa de apuração de acidentes O Conselho Deliberativo da FUP, formado pela diretoria colegiada da Federação e um representante de cada sindicato filiado, considerou vitorioso o processo de negociação do acordo coletivo, que culminou na reunião de ontem com o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli. As conquistas em relação às reivindicações de saúde e segurança, bem como a retomada de direitos retirados nos governos neoliberais, foram ressaltados pelo Conselho Deliberativo como avanços fundamentais para garantir aos petroleiros um acordo histórico, arrancado na luta, com paralisações surpresa e“Operação Gabrielli” em diversas bases da FUP. Após avaliar cada uma das conquistas obtidas, o Conselho Deliberativo indicou por unanimidade a suspensão da greve por tempo indeterminado e a aceitação da nova proposta, formalizada nesta terça-feira(22) pela Petrobrás, contemplando os pontos discutidos na reunião com o presidente José Sérgio Gabrielli. A FUP orienta os sindicatos a iniciarem no sábado(26) as assembléias para submeter aos trabalhadores os indicativos do Conselho. Conquistas A proposta conquistada garante a participação das representações sindicais nas reuniões de todas as CIPAs offshore, com três embarques anuais em cada plataforma. Isso representará 150 embarques de dirigentes sindicais somente na Bacia de Campos. A ampliação da participação dos sindicatos nas comissões de apuração de acidentes e incidentes é outra conquista importante, bem como a retirada da TFCA(Taxa de Frequencia de Acidente com Afastamento) do Sistema de Gerenciamento de Desempenho(GD) dos trabalhadores. Soma-se a isso o compromisso da Petrobrás de levar à diretoria executiva a proposta de exclusão da TFCA também do planejamento estratégico da empresa. O resgate da progressão salarial a cada 12, 18 e 24 meses, como era praticado pela Petrobrás até 1997, é outro ponto histórico desta campanha. Os petroleiros terão, no mínimo, um nível salarial integral a cada dois anos, independentemente da avaliação dos gerentes. O avanço automático de nível por antiguidade, que atualmente é de meio nível a cada 18 meses, passará a ser de um nível cheio a cada 24 meses. A nova proposta também garante o pagamento das horas extras do feriado de sete de setembro para os trabalhadores de turno e demais regimes especiais. Com isso, os petroleiros voltam a receber o extra turno de cinco feriados nacionais, além da segundafeira de carnaval e do meio dia da quarta-feira de cinzas. Nas rodadas de negociação com a Petrobrás, a FUP e seus sindicatos também garantiram avanços importantes em relação aos benefícios e outras cláusulas sociais. A categoria garantiu avanços na assistência médica(AMS), auxílios educacionais, Programa Jovem Universitário, benefício farmácia, fundo de pensão(Petros), direitos dos trabalhadores anistiados e aposentados, entre outras conquistas. Além disso, a proposta arrancada pela FUP e seus sindicatos garante um ganho real entre 2,5% e 3,25%, o maior obtido este ano, comparativamente com as demais categorias organizadas.(Imprensa FUP, 245.11.2011) 08 multi noticias Uruguay: Fin a la huelga de los metalúrgicos La UNTMRA agradeció el apoyo y solidaridad internacional que contribuyó al fin de la huelga de más de 25 días. Señaló que este esta lucha fomentó la unidad de los metalúrgicos a nivel nacional. Luego de 25 días de huelga, y de 15 meses de lucha negociando el Convenio Colectivo, los metalúrgicos uruguayos firmaron un preacuerdo, después de una larga negociación con la cámara empresarial y el Estado. La Unión Nacional de Trabajadores del Metal y Ramas Afines explicó que con la lucha "logramos una unidad mucho mayor y mejor entre los compañeros, también se logró$73 pesos para el peón(ganaban menos de 60 por hora). Las siguientes categorías van por los 83, 89, 94, 105, 121 y 141 pesos, todos estos precios por hora son más de lo que muchos podían pensar. Asimismo se logró un ajuste del 3% cada 6 meses más lo que se llama IPC que es un valor que ronda en los 4% o 5%, o sea que semestralmente andaríamos por el 7% de reajuste salarial. Vale decir que pretendíamos un salario mínimo de$14.000 pesos y con estos números lo superamos", señaló Juan Alfonso, dirigente sindical de la UNTMRA. Se logró además una cuerdo para contratar trabajadores mayores de 55 años de edad, porque explica la UNTMRA- en Uruguay la edad para jubilarse para el hombre es de 60 años, y a los 40 ya es más difícil conseguir trabajo. Los mismo para los jóvenes, para que no se les niegue el trabajo por falta de experiencia, en el acuerdo hay un convenio para fomentar la participación laboral de los trabajadores de 22 años en el sector metalúrgico. En el convenio colectivo además tendrán un fondo social obrero-patronal para utilizar en, por ejemplo, estudio, médicos, deporte, etc. para los hijos y la familia. Juan Alfonso, en representación de la UNTMRA señaló que"estamos orgullosos de lo logrado no sólo por los acuerdos, sino por el apoyo y el espíritu de combate de los compañeros que, como ya se sabe, sin ellos no somos ni hacemos nada. Dimos un paso muy importante en la lucha pero debemos seguir avanzando. Gracias compañeros por difundir este conflicto y gracias a gremios y sindicatos de toda América como FANAMEPSICOP de Perú, CNM/CUT de Brasil, FETRAMECOL de Colombia, Asociación Obrera de Argentina, CONSTRAMET de Chile, Federación de Trabajadores Metalúrgicos de Francia, STIMAHCS de México, CNMM Y CUT MINERA de Perú, Sindicato de Honda en México, y todas las filiales de la FITIM(Federación Internacional de Trabajadores de la Industria Metalúrgica)". (Valeska Solis)(FITIM, 08.11.2011) Uruguay: Trabajadores de la Seguridad Privada se movilizan Una marcha y concentración de trabajadores del Comercio, los Servicios y la Seguridad Privada tuvo lugar en Montevideo Este 25 de noviembre de 2011 se ha llevado a cabo una movilización que inició en distintos puntos hasta concluir en el Shopping Center Punta Carretas. La marcha fue convocada por la Federación de Empleados del Comercio y los Servicios(FUECYS) bajo el lema:“En Defensa de la Vida y por la Salud de los Trabajadores”. En este año cuatro compañeros trabajadores del comercio y los servicios perdieron la vida. Tres de ellos fueron vilmente asesinados a manos de delincuentes y otro compañero murió fruto de la impericia patronal(cayendo sobre él, un portón). Entre las demandas de la Federación y sus sindicatos están: 1) Encontrar caminos entre todos los involucrados(autoridades nacionales, empresarios y sindicatos) para proteger LA VIDA de los trabajadores. 2) Una ley que obligue el pago de una compensación del 20% del salario por las horas de trabajo nocturno en la Seguridad 3) Ley de licencias especiales para padres con 4) Ley marco de regulación para los call centers. 5) Regulación de los horarios comerciales. Los trabajadores que ejercen como Guardias de Seguridad, organizados en la UNATRASE, gritaron:“queremos preservar el derecho a la vida; las empresas deben proporcionarnos chalecos antibalas como una herramienta de protección en nuestros puestos de trabajo”. “No más muertes en el sector de la seguridad”. 09 multi noticias Santander: Jornada Continental de Luchas En Brasil CONTRAF CUT se suma a Jornadas de Lucha exigiendo mas respeto del Banco Santander Los trabajadores del Santander promueven entre los días 21 y 26 de noviembre una semana continental de luchas en América Latina, con manifestaciones en todos los países donde el banco tiene representaciones, a fin de denunciar la falta de respeto a los derechos de los trabajadores, las persecuciones, discriminaciones y la utilización de prácticas antisindicales. Los compañeros de la Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da Central Única dos Trabalhadores(CONTRAF CUT) afirmaron en un comunicado:“Es inadmisible el uso de métodos que atenten contra la organización y movilización de los trabajadores violando normas de la Organización Internacional del Trabajo(OIT)”. Destaca también el comunicado que:“El Banco Santander ganó en los primeros 9 meses del año 5.3 billones de euros y el 45% fue aportado por América Latina. Con esa enorme participación los bancarios de Latinoamérica no pueden ser tratados como empleados de segunda.” Así mismo, la central sindical eleva un petitorio de demandas locales y se suma a las jornadas convocada por UNI Américas Finanzas.(Observatorio Sindical De Empresas Transnacionales Espanolas) Argentina: Denuncia contra el BBVA Compañeros de la Asociación Bancaria ratifican denuncia ante el Ministerio de Trabajo contra el BBVA El pasado 8 de noviembre, compañeros de la Asociación Bancaria de la República Argentina ratificaron una denuncia ante el Departamento de Relaciones Laborales Nº 2 del Ministerio de Trabajo de ese país, contra el BBVA por distintos abusos, presiones y desconocimiento del Convenio Colectivo de Trabajo. Persecuciones a Delegados Gremiales, metodología discriminatoria de remuneraciones, traslados intempestivos, anulación de cargos y empleados contratados por tercerizadas con condiciones salariales y de trabajo inferiores al Convenio Colectivo de Bancarios son solo algunas de las maniobras denunciadas por la entidad gremial. Dejamos al alcance de todos los compañeros la documentación oficial donde consta la denuncia completa y las transgresiones a las que el BBVA somete a los compañeros trabajadores de esa entidad. (Observatorio Sindical De Empresas Transnacionales Espanolas) 10 multi noticias T rabajadores del automóvil establecen redes mundiales El Grupo de Trabajo sobre el Automóvil de la FITIM se reunió en Chennai y en Pune, en la India, del 31 de octubre al 4 de noviembre, y 91 representantes sindicales discutieron la estrategia para conseguir derechos sindicales en todo el mundo, cómo reforzar las redes sindicales mundiales y la cooperación con los trabajadores del automóvil indios. Afiliados mundiales de la FITIM en el sector de la automoción, en representación de todas las compañías automovilísticas importantes del mundo, se reunieron en Chennai y en Pune, en la India, para impulsar las estructuras de redes sindicales y los Acuerdos Marco Internacionales(AMI) en las compañías automovilísticas mundiales. Se prestó especial atención a las relaciones de trabajo con los sindicatos indios. Bob King, presidente del Grupo del Automóvil, expresó gran preocupación por la renuencia de Ford India a reconocer los derechos sindicales y por la contratación de un gran número de trabajadores precarios. Dijo:"La clave para conseguir justicia es la estrategia mundial y la acción directa no violenta coordinada en todo el mundo". Christian Brunkhorst, de la FEM, dijo:"Los sindicatos internacionales no deben limitarse a las redes y han de hacer oír su voz sobre cuestiones públicas y políticas, como la regulación del sector financiero internacional". Helmut Lense, del Departamento del Automóvil de la FITIM, declaró que se han hecho considerables progresos en la creación de redes en importantes compañías de automóviles como Volkswagen, Daimler, BMW, PSA y Renault. Además, se han dado pasos para crear redes en GM y Ford(está previsto un AMI). La red existente en Fiat/Chrysler se ha reunido por primera vez este año. Para el año próximo están previstas reuniones de redes, incluso con participantes indios, en Bosch, Toyota, Nissan y Hyundai/Kia. Dennis Williams, del UAW, informó sobre los comités de empresa en Daimler, Volkswagen y BMW, y dio las gracias a IG Metall por su firme apoyo. Espera también un apoyo similar de los TAJ en los años venideros. Rajesh Nair, de TATA Motors, presentó un análisis detallado y las perspectivas del mercado del automóvil, y el profesor Sharit Bhowmik, del Instituto Tata de Ciencias Sociales, hizo una exposición de la situación social y económica en la India. Arvind Shrouti, Option Positive, instó a los trabajadores a luchar por la democracia industrial y los derechos de participación. Líderes de afiliados indios a la FITIM(INMF, SMEFI, y WPTUC) ofrecieron una perspectiva nacional sobre las relaciones de trabajo, y líderes de Shramik Ekta Mahasangh(SEM), una perspectiva sobre la región de Pune. Sudhershan Rao Sarde, Director de la Oficina de Africa del Sur de la FITIM, expuso los desafíos de la industria del automóvil india, y representantes sindicales de la India presentaron informes sobre Ford India, General Motors, Hyundai y Maruti Suzuki. Participaron en la reunión 91 delegados, entre ellos 46 delegados internacionales. La próxima reunión del Grupo de Trabajo sobre el Automóvil se celebrará en Rusia., (Sudharshan Rao)(FITIM, 08.11.2011) 08 multi noticias Brasil: Copel será denunciada no MPT e na OIT O coletivo sindical dos trabalhadores na Copel(formada por 12 sindicatos), vai encaminhar ao MPT-Ministério Público do Trabalho e a OIT-Organização Internacional do Trabalho, denúncia-crime contra essa companhia paranaense de eletricidade por práticas antissindicais. A decisão foi tomada após a divulgação de um vídeo institucional da Copel falando sobre a campanha salarial 2011. A campanha salarial dos trabalhadores eletricitários neste ano foi marcada pela posição da Copel de manter distanciamento dos sindicatos e disponibilizou apenas dois dias para negociação da pauta dos trabalhadores com os dirigentes sindicais. Para tumultuar e confundir os trabalhadores um vídeo foi produzido e encaminhado, por email, ainda durante o período de negociações sindicais a cada empregado declarando que era inútil recusar a proposta da empresa nas assembleias, e fazendo acusações às entidades sindicais e diretores anteriores da Copel. Para o presidente do Sindenel(Sindicato dos Eletricitários de Curitiba) e diretor da UGT-PARANÁ, Alexandre Donizete Martins,"entendemos que no atual nível das relações entre sindicatos e empresas não cabe mais manifestações patronais coercitivas e intimidatórias aos trabalhadores que visem impedir a manifestação espontânea e democrática dos trabalhadores nas decisões que afetam sua vida profissional." O presidente do Sildelpar,(Sindicato dos Eletricitários do Paraná) e diretor da UGT-PARANÁ, Paulo Sérgio dos Santos, classificou a atitude da empresa de anacrônica e inaceitável. Atitudes como estas têm a clara intenção de tumultuar o relacionamento entre empregados, sindicatos e Copel. Além de uma extrapolação de autoridade e abuso de poder, o que vimos não só no vídeo como durante todo o processo de negociação, é um atitude de desprezo em relação aos trabalhadores, que são quem faz a Copel ser a empresa forte que é. Lutaremos pelos direitos dos trabalhadores, e exigimos respeito aos em pregados da Copel". O coletivo dos sindicatos de trabalhadores enviou uma nota oficial à imprensa( leia a íntegra) destacando o link onde a diretora da Copel faz suas declarações.(Imprensa UGT, 11,11,2011) Saint-Gobain: Depois de acordo, sindicato quer discutir dias parados Após recusa durante audiência de conciliação que ocorreu na última sexta-feira, dia 25, das 9h às 13h, a empresa Saint-Gobain, de acordo com o assessor da diretoria dos Químicos Unificados, Cláudio Henrique, procurou o sindicato e fez nova proposta. Já nesta terça-feira, dia 29, foi homologada uma carta, de acordo com Cláudio Henrique, para tentar discutir com a multinacional francesa os dias em que os trabalhadores fizeram greve.“Ainda não ficou certo como serão compensados esses dias em que os trabalhadores ficaram parados”, afirmou. O vale refeição/ cesta básica, que era de R$ 75,00, subiu para R$ 100,00, sendo que a partir de novembro serão pagos R$ 90,00 e em fevereiro de 2012 o valor subirá R$ 10,00, atingindo o combinado. O convênio médico, que é descontado do salário dos trabalhadores, teve redução de 25% do valor total. O Programa de Participação nos Resultados(PPR), que em 2010 era de R$ 660,00, passou para o valor mínimo de R$ 1.100,00, o valor varia por faixa etária. O acordo assinado prevê também estabilidade de dois meses aos trabalhadores, que começaram a ser contados a partir da assinatura do acordo, segunda-feira, dia 28. Segundo o diretor sindical e trabalhador da Saint-Gobain, Heraldo Maraffato, o ponto mais positivo de toda manifestação foi a união dos trabalhadores, que estão contentes com os avanços.“O que mais agradou foi o aumento do vale alimentação/ cesta básica, que é muito baixo. A Saint-Gobain paga menos que muitas concorrentes de porte menor”, concluiu.(Jornal de Vinhedo, 29.11.2011) 12 multi noticias Argentina: Movilización en Novartis por despidos Movilización al laboratorio Novartis por despidos masivos frente a crisis internacional Ante la falta de respuesta de la multinacional farmacéutica suiza del grupo Novartis, los Visitadores Médicos nucleados en la Asociación de Agentes de Propaganda Médica(AAPMCTA), se movilizaron para rechazar los 55 despidos ocasionados por la venta del Laboratorio Sandoz al Laboratorio Raffo. Entre los 55 despedidos se encuentran 17 dirigentes gremiales. Estos masivos despidos vinculados a la venta del Laboratorio Sandoz-Grupo Novartis, es parte del plan de reducción de 2000 puestos de trabajo del grupo Novartis a nivel internacional para ahorrarse 145 millones de euros. El sindicato nacional de visitadores médicos planteó al Grupo Novartis que"los visitadores médicos de Sandoz sean absorbidos por el Grupo Novartis, considerando este accionar"una medida de destrucción de fuentes de trabajo a costa de la discrecionalidad empresaria de una multinacional ante la crisis internacional". "Le planteamos al Grupo multinacional Novartis que de ninguna manera vamos a aceptar ni un solo despido en Argentina arbitrario e injusto que sólo busca garantizarle rentabilidad a esta multinacional a nivel internacional, y que los 55 visitadores médicos de Sandoz deberían ser absorbidos por Novartis como trabajadores de la empresa. Si esto no ocurre, sin duda nos tendrán en la calle en múltiples medidas de fuerza con paros, marchas, escraches, acciones gremiales a Congresos de la industria farmacéutica, freno a la distribución de fármacos, entre otras acciones. Además está claro que la discrecionalidad y falta de respeto a las leyes laborales nacionales de Novartis hasta implica que ilegalmente busquen despedir a 17 dirigentes gremiales elegidos democráticamente por los trabajadores", explicó Ricardo Peidro, secretario general del sindicato nacional de visitadores médicos. "No vamos a permitir que las multinacionales como el Grupo Novartis en Argentina le hagan pagar la crisis internacional a los trabajadores con pérdidas de fuentes de trabajo y derechos colectivos. Estas fusiones y ventas empresarias farmacéuticas como la de Sandoz vía las decisiones que Novartis toma como multinacional en alguna parte del mundo son a espaldas de los trabajadores, la sociedad argentina y claramente dañina para la economía nacional. No vamos a permitir que haya un sólo despido por la crisis internacional. Estamos programando medidas de fuerza y esperamos que el Estado a través del Ministerio de Trabajo de la Nación este firme en defensa de los trabajadores en la República Argentina", consideró el secretario general de la Asociación Agentes de Propaganda Médica(AAPM-CTA) y secretario adjunto de CTA Nacional, Ricardo Peidro. Novartis aseguró que pedirá una audiencia ante el Ministerio de Trabajo para la reabsorción de los trabajadores despedidos. Para lo que Peidro afirmó que“cuando se lleve a cabo la audiencia AAPM va a movilizarse en la calle”. El Laboratorio Sandoz S.A., parte del Grupo suizo Novartis, comercializa líneas de fármacos genéricos, además de oncológicos y otros productos como ser: Acetato de ciproterona: cáncer de próstata inoperable, Acetato de leuprolida: tratamiento de endometriosis, pubertad precoz, carcinoma de próstata, Acido ursodesoxicólico: litolítico, antilitogénico, colerético, Allopurinol: antihiperuricémico, ácido úrico, Capecitabina: cáncer de colon-recto, cáncer de mama, cáncer gástrico, Clopidogrel: antiagregante plaquetario, Enoxaparina: prevención de enfermedades tromboembolíticas venosas,Gemcitabina: cáncer de páncreas, cáncer de mama, cáncer de pulmón no a pequeñas células, cáncer de ovario, cáncer de vejiga; Glucosamina sulfato: antiartrósico; Paclitaxel: cáncer de ovario avanzado y de mama metastático; Simvastatina+ ezetimibe: hipolipemiante; Simvastatina: hipolipemiante; y Tamsulosina: hiperplasia prostática benigna. La planta del Laboratorio Sandoz fue vendido al Laboratorio Raffo. * Equipo de Comunicación de la CTA Nacional 13 Brasil: Escândalo Chevron multi noticias Petroleira norte-americana responsável por desastre ambiental escondeu das autoridades informação sobre fim de vazamento e tentou iludi-las com vídeo editado. Multas iniciais e pedido de indenização chegam no máximo a R$ 250 mi, quase nada para quem fatura US$ 200 bi. Para PSDB, governo demorou a agir. Partido não se indignou com'mentiras', como fez com ministro, nem pediu CPI da Chevron, suspeita de buscar pré-sal alheio, como fez com Petrobras. André Barrocal e Najla Passos “É política do grupo preservar a segurança, a saúde das pessoas e o meio ambiente, bem como conduzir operações confiáveis e eficientes.” O grupo em questão, acredite, é o norte-americano Chevron, protagonista de um dos maiores desastres ambientais da história brasileira. Graças a operações nada confiáveis e eficientes com petróleo no Rio, a empresa é hoje alvo da Polícia Federal(PF) e da cobrança de indenização e de multas milionárias. Recheado – segundo autoridades- de omissão de informações e inverdades, e com cheiro de atentado à soberania nacional diante de uma possível tentativa de explorar petróleo pré-sal alheio, o caso Chevron é revelador. Permite ver com nitidez como a legislação brasileira pode ser generosa com empresas privadas. E como a luta política entre governo e oposição às vezes ajuda a perder a noção de que algo verdadeiramente escandaloso está acontecendo. No dia 8 de novembro, teve início um vazamento de petróleo de poço explorado pela multinacional a 1,2 mil metros de profundidade na Bacia de Campos, no litoral do Rio. No dia 12, a Chevron apresentou à Agência Nacional do Petróleo(ANP) um plano para“matar” o poço e acabar com o vazamento, aprovado no dia seguinte e implementado a partir do dia 16 – pelo menos, era isso que a Chevron dizia à ANP. O plano, porém, dependia de um equipamento que só chegou dos Estados Unidos nesta segunda-feira(21), e isso a Chevron não contara antes. Imagens submarinas que a empresa fornecera às autoridades para mostrar o fechamento do poço estariam incompletas e teriam sido editadas para iludir as mesmas autoridades.“Houve falsidade de informações”, disse o chefe da ANP, Haroldo Lima.“Isso é inaceitável”, afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Os dois mais o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, foram chamados pela presidenta Dilma Rousseff para uma reunião nesta segunda em que ela queria passar a história a limpo. Até então, Dilma tinha apenas divulgado uma nota, dia 11, na qual dizia que o governo estava acompanhando o caso e que haveria uma apuração rigorosa das responsabilidades. Na reunião, Dilma ficou incomodada com a enrolação da Chevron e mandou a equipe levantar todos os contratos que a empresa tem com o governo, para verificar se é o caso de preservá-los. Depois da conversa, a ANP informou que vai fazer pelo menos duas autuações contra a petroleira – uma pelas omissões, outra pela falta de equipamentos. Mais cedo, no Rio de Janeiro, o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente(Ibama) também anunciara a aplicação de uma multa. Pela lei atual, cada uma das multas pode chegar no máximo a R$ 50 milhões, uma ninharia para a Chevron mesmo que se some a autuação anunciada pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), também no valor de R$ 50 milhões.>>> 14 multi noticias Brasil: Escândalo Chevron(cont.) No ano passado, a multinacional faturou US$ 200 bilhões.No primeiro semestre de 2011, lucrou US$ 14 bilhões. Como comparação: em fevereiro, a mesma empresa foi condenada no Equador a pagar US$ 8 bilhões por um crime ambiental. Talvez fosse mais adequado que a legislação atrelasse as multas ao faturamento das empresas, como o ministro da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, está defendendo em projeto de lei que pune corruptores com mais rigor. Para Hage, se a multa não pesar de fato no caixa das empresas, o comportamento ético delas não vai mudar. Um raciocínio que também pode servir para o comportamento ambiental. “Para o tamanho do empreendimento[da Chevron] e do dano ambiental[que ela causou], o valor máximo da multa brasileira me parece muito pequeno”, disse o presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, Rodrigo Rollemberg(PSB-DF). Nesta segunda(21), Rollemberg propôs – e aprovou – a realização de audiência pública no Senado no próximo dia 29 para escarafunchar o caso Chevron, com a presença de dirigentes da empresa e de autoridades. Os adversários do governo Dilma – Rollemberg é aliado – também querem explorar o assunto politicamente. No domingo(20), um deputado oposicionista, Arnaldo Jardim(PPS-SP), informara que iria propor na Câmara a convocação da ANP e da Chevron para dar explicações. Nesta segunda(21), o presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra(PE), divulgou nota em que diz que a sociedade“não consegue conceber” por que“somente agora” a presidenta tomou uma atitude. O PSDB também não está a defender, por exemplo, uma CPI da Chevron, como fez contra a a Petrobras em 2009, para saber se a multinacional norte-americana tentou sugar petróleo pré-sal que não lhe pertencia. Essa é uma suspeita tanto da Polícia Federal, que abriu inquérito para apurar todo o caso e vai tomar os primeiros depoimentos de executivos da empresa nesta quarta-feira(23), quanto da ANP. Para o delegado da PF que cuida do caso, Fabio Scliar, é estranho que a Chevron tenha sondas capazes de buscar petróleo a 7km de profundidade, sendo que o poço em que houve o acidente era"raso", de 1,2km- as camadas de pré-sal situam-se entre 5km e 7km. “Vamos examinar a prazo curto o projeto dela de chegar ao pré-sal brasileiro legalmente”, disse Haroldo Lima, em referência a uma reunião da ANP marcada para quarta(23) que analisará uma proposta da Chevron de atuar em campos do pré-sal. Coincidência ou não, o governo do Rio também resolveu se mexer nessa segunda(21). O secretário de Meio Ambiente, Carlos Minc, ex-ministro da área, informou que o estado vai entrar com uma ação civil pública cobrando R$ 100 milhões de indenização da Chevron. E que vai obrigar a empresa a se submeter a uma auditoria internacional para conferir se a empresa estava preparada para acidente. A auditoria deve custar R$ 5 milhões, e a própria auditada deverá pagar.(Carta Maior, 22.11.2011) Sindipetro cobra adoção de leis mais rigorosas O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense(Sindipetro-NF) cobrou hoje(22) a adoção de leis mais rigorosas para punir as companhias responsáveis por acidentes ambientais no país. De acordo com o coordenador-geral da entidade, José Maria Rangel, as sanções previstas pela legislação em vigor dão às empresas a certeza da impunidade. Ontem(23), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) determinou aplicação de multa no valor de R$ 50 milhões à petroleira Chevron pelo vazamento no Campo de Frade, na Bacia de Campos.“As empresas têm a certeza de que o crime compensa porque sabem que a legislação que trata sobre o assunto ambiental no Brasil não é rigorosa para punir quem tem desvio de conduta. Uma multa de R$ 50 milhões para uma companhia desse porte não é nada”, disse. Rangel ressaltou que a categoria está ainda mais apreensiva com os riscos de acidentes ligados à exploração na camada do pré-sal. Ele acredita que é preciso intensificar a fiscalização dos órgãos ambientais que atuam na região.(...)(Agência Petroleira de Notícias, 22.11.2011) 15 multi noticias Brasil: Consórcio e sindicato de Belo Monte negociam O Consórcio Construtor Belo Monte(CCBM) e o sindicato de trabalhadores da obra se reúnem no final da tarde desta terça-feira em Altamira(PA), para que os operários apresentem reivindicações após a paralisação da obra na última sexta-feira. Segundo a assessoria de imprensa do consórcio construtor, a paralisação das obras ocorreu"por questões de segurança" e não significará atraso do cronograma de atividades na usina. As obras no canteiro do Sítio Belo Monte, um dos três da construção da hidrelétrica Belo Monte, foram paralisadas diante da manifestação de trabalhadores que reivindicam melhoras nas condições de trabalho. O consórcio informou ainda que aderiram às manifestações cerca de 100 funcionários do total de 1,8 mil no canteiro do sítio Belo Monte. Atualmente, no total existem 4 mil trabalhadores nos canteiros da usina. Mais cedo, nesta terça-feira, ocorreu uma reunião no canteiro da obras, próximo ao km 55 da rodovia Transamazônica, entre os trabalhadores e os representantes do sindicato, sobre as reivindicações que serão apresentadas formalmente ao consórcio no encontro do final da tarde. Entre as reivindicações estariam um reajuste salarial e maior recesso de fim de ano. Não houve demissões como resultado das manifestações, informou o Consórcio Construtor Belo Monte, que é formado por dez empresas e liderado pela Andrade Gutierrez. O consórcio é responsável pelas obras da usina de 11.233 megawatts(MW) que está sendo construída no rio Xingu, no Pará. A Norte Energia é a empresa responsável pela operação do empreendimento, no qual a Eletrobras e subsidiárias têm 49,9% de participação. Cemig e Light são outras companhias que têm participação conjunta no empreendimento, de cerca de 9,7%. Sindicatos lançam pauta única de reivindicação para Copa Reunidos na semana passada, sindicatos dos trabalhadores em construção civil divulgaram uma lista de critérios que eles querem ser atendidos nos acordos entre as construtoras e os operários que trabalham nas obras dos estádios. As reivindicações serão entregues para à Secretaria Geral da Presidência da República; Ministério do Trabalho e Emprego; Confederação Nacional da Indústria(CNI) e todos os sindicatos patronais envolvidos. Até agora já aconteceram 12 greves nas arenas cotadas para sediar jogos da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo de 2014. Os trabalhadores cruzaram os braços para pedir desde aumento salarial até condições dignas de trabalho. Na reforma do Mineirão uma das paralisações precisou pedir que o consórcio responsável pela obra instalasse banheiros para os operários. Por parte do governo há um temor de que as obras para a Copa atrasem por conta das manifestações. A pauta de reivindicação apresentadas pelos sindicatos no último dia 18 inclui os seguintes pontos: a) pisos salariais unificados; b) cesta básica de R$ 300; c) participação nos lucros e resultados de dois salários base; d) plano de saúde extensivo aos familiares; e) hora-extra de 80% de segunda a sexta-feira; 100% aos sábados; e 150% aos domingos e feriados; f) Garantia de organização por local de trabalho; g) adicional noturno de 50%; h) folga familiar de cinco dias úteis a cada 60 dias trabalhados; i) implantação de melhores condições de saúde e trabalho nas frentes de serviço; e j) contrato de experiência de 30 dias. A reunião foi organizada pela Federação Internacional dos Trabalhadores da Construção e Madeira(ICM da sigla em inglês) que lidera no Brasil a campanha Trabalho Decente antes e depois de 2014 . Participaram da reunião sindicatos de Brasília(DF), Cuiabá(MT), Curitiba(PR), Fortaleza(CE), Manaus(AM), Porto Alegre(RS), Recife(PE), Rio de Janeiro(RJ), Salvador(BA) e São Paulo(SP). Somente as organizações que representam os trabalhadores nas obras dos estádios de Belo Horizonte(MG) e Natal(RN) não estiveram presentes. No mesmo dia em que os sindicatos brasileiros elaboravam sua pauta de reivindicação, o filipino Ambet Yuson, Secretário Geral da ICM, participou uma reunião com a Federação Internacional de Futebol(FIFA) para discutir temas vinculados à Copa do Mundo no Brasil, bem como propostas para evitar as péssimas condições já vivenciadas pelos trabalhadores do setor da construção no Qatar nos preparativos da realização do mega-evento esportivo neste país. Os resultados dessa reunião foram apresentados para os sindicatos presentes na reunião. 16 multi noticias Anglo American vê demanda aquecida até 2030 A demanda mundial por minério de ferro continuará aquecida pelo menos pelas próximas duas décadas, com um crescimento da ordem de 39% até 2020, projeta a mineradora Anglo American."Nossos estudos indicam que o consumo vai cair somente após 2030", afirmou na noite de quarta-feira o diretor comercial da Unidade de Minério de Ferro da empresa no Brasil, Paulo Castellari. O executivo estima um aumento anual de 3,4% da demanda mundial de minério nesta década. O desafio da indústria da mineração"será encontrar fontes de minério de ferro para atender a este mercado", disse o executivo, durante apresentação do projeto Minas-Rio a jornalistas. Maior projeto da Anglo American no Brasil, o projeto Minas-Rio deverá ser ampliado no futuro, de acordo com o presidente da mesma unidade de negócio, Stephan Weber. O projeto foi concebido para uma capacidade de produção de 26,5 milhões de t por ano, com início de operação previsto para o segundo semestre de 2013. O volume equivale a cerca de 30% do total de minério de ferro produzido pela empresa no mundo. "Continuamos avaliando a expansão, estamos furando", disse Weber, referindo-se aos trabalhos geológicos que deverão respaldar estimativas que apontam para um potencial de produção de 80 milhões de t ao ano. Os executivos afirmaram que está progredindo a construção da planta e do mineroduto que transportará o insumo de Minas Gerais para o litoral do Rio de Janeiro. Segundo Weber, as licenças para erguer o gigantesco mineroduto de 525 km estão em dia. Estão prontos 187 km e daqui para frente as obras devem seguir ritmo mais rápido, porque o trabalho mais difícil, segundo ele, já passou. A empresa conseguiu negociar com 90% dos proprietários de terras por onde passará o mineroduto. O duto atravessa 32 municípios mineiros e fluminenses, da mina ao Porto do Açu, onde os embarques de minério serão realizados."Em alguns casos extremos, como de famílias que possuem entes queridos enterrados por onde passaria o mineroduto, tivemos de desviar", afirmou. A minerado também falou do projeto Barro Alto, em Goiás, onde estima uma produção de 41 mil t de níquel em 2013, o primeiro ano de produção com capacidade plena, informou executivo da empresa. Barro Alto, que consumiu investimentos de US$ 1,9 bilhão e deverá elevar fortemente a produção global de níquel da companhia, atingirá plena capacidade de produção no final do segundo semestre de 2012, segundo o presidente da Unidade Níquel da Anglo American no Brasil, Walter De Simoni. No momento, Barro Alto está produzindo cerca de mil t por mês, em estágio de ramp-up. A Anglo American projeta que a mina terá uma produção média anual de 36 mil t de níquel durante sua vida útil. Simoni falou também sobre os estudos iniciais da companhia na área conhecida como Jacaré, no Pará. Estes estudos conceituais, apenas um primeiro estágio na avaliação do ativo, indicam um potencial de 80 mil t por ano(40 mil t de ferro-níquel e 40 mil de níquel metálico). "Não sabemos ainda quando esse projeto vai sair", afirmou o executivo, acrescentando que a próxima etapa no local é a realização de um estudo chamado de"previabilidade", e finalmente uma análise da viabilidade comercial do projeto. Simoni disse não haver previsão para finalização do estudo de"previabilidade". Além da produção inicial em Barro Alto, a Anglo também produz 9 mil t de níquel por ano no projeto Niquelândia, em Goiás.(Reuters News, 24.11.2011) 17 multi noticias Vendas de aço no Brasil devem subir 8,4% em 2012 As vendas de aço no País devem atingir 23,3 milhões de toneladas no ano que vem, aumento de 8,4% sobre o total estimado para o fechado de 2011, segundo previsão do Instituto Aço Brasil (IABr), divulgada nesta terça-feira. A produção de aço bruto no Brasil deve avançar pouco mais de 6% em 2012, para 37,5 milhões de toneladas, de acordo com o IABr. Para este ano, o IABr reduziu a previsão da produção para 35,3 milhões de toneladas, contra estimativa anterior de 36,3 milhões de toneladas, mas ainda assim para um nível recorde. "O excedente de capacidade de produção de aço em relação à demanda no mundo continua alto - cerca de 500 milhões de toneladas- e também no Brasil- 20,2 milhões de toneladas", segundo nota do IABr, citando também processo de desindustrialização pelo aumento das importações diretas e indiretas de aço. "Tivemos que revisar nossas previsões para baixo em 3% na produção de aço bruto para 2011", disse o presidente do Conselho do IABr, André Gerdau Johannpeter, que também preside a Gerdau. Em 2011, segundo o IABr, as exportações de aço a partir do Brasil devem ser de 10,7 milhões de toneladas e as importações, 3,7 milhões de toneladas. Para 2012, as vendas externas devem ter leve alta em volume, enquanto as importações tendem a ligeira queda..(Reuters News, 29.11.2011) Usiminas compra Mineração Ouro Negro por US$ 367 mi A Usiminas anunciou nesta segunda-feira a compra da Mineração Ouro Negro, empresa com reservas de 200 milhões de t de minério de ferro na região de Serra Azul(MG), por US$ 367 milhões. As reservas fazem divisa com os direitos minerários atualmente detidos pela Mineração Usiminas,"o que amplia o acesso da companhia às suas reservas através da majoração da cava". "Estima-se que serão liberadas aproximadamente 350 milhões de t, que, somadas às reservas adquiridas, totalizam cerca de 550 milhões de t de minério de ferro", afirmou o grupo siderúrgico em comunicado. A Usiminas informou ainda que concluiu a aquisição da mineradora J. Mendes, em que acertou pagamento adicional de US$ 100 milhões a ser desembolsado"parte à vista e parte em 36 parcelas mensais iguais a partir de janeiro de 2012". A empresa havia anunciado a aquisição da J. Mendes em 2008, ao preço de US$ 1,8 bilhão, com possibilidade fazer pagamentos adicionais que elevariam o valor a um máximo de US$ 1,9 bilhão, dependendo do conteúdo mineral das reservas. Os anúncios foram feitos um dia depois que o grupo ítalo-argentino Techint anunciou a compra das participações de Camargo Corrêa e Votorantim no bloco de controle da Usiminas, em uma operação de cerca de R$ 5 bilhões. A Mineração Usiminas também fez acordo de cooperação operacional com a Ferrous Resources do Brasil para exploração de reservas contíguas na mina Santanense, também em Serra Azul..(Reuters News, 28.11.2011) Maior projeto da Vale, Serra Sul é adiado em dois anos O maior projeto da história da Vale e também da indústria global de minério de ferro foi adiado em dois anos, mostra o plano de investimentos da mineradora para 2012 divulgado nesta segunda-feira. A Vale estimou no fim do ano passado, ao anunciar seus investimentos para 2011, que Serra Azul, em Carajás, entraria em operação no segundo semestre de 2014. No plano divulgado nesta segunda-feira, a companhia informa que a produção deverá ser iniciada apenas no segundo semestre de 2016. Com produção anual de 90 milhões de t de minério de ferro, Serra Azul conta com investimentos estimados em US$ 8 bilhões, dos quais US$ 794 milhões deverão ser desembolsados no ano que vem. Um atraso no projeto já era esperado devido a dificuldades na obtenção de licenciamento ambiental. No plano de investimentos divulgado nesta segunda-feira, a Vale citou a previsão de obtenção de licenças para os principais projetos. A licença prévia para Serra Sul é esperada para o primeiro semestre de 2012, enquanto a de instalação deverá ser emitida no primeiro semestre de 2013. (Reuters News, 28.11.2011) . 18 multi noticias Bancos da América Latina devem evitar novos riscos Bancos da América Latina devem evitar novos riscos, diz entidade A tomada de novos riscos pode afetar a estabilidade de bancos da América Latina, que se fortaleceram nos últimos anos ao cobrar altas taxas de juros e entrar lentamente no financiamento de investimentos e crédito para o setor de habitação, afirmou o Banco Mundial nesta terça-feira. Os bancos da região devem cautelosamente se expandir em áreas como a de inclusão financeira- na qual atraem clientes que não utilizam bancos- e no financiamento para pequenas companhias e compradores de casas, afirmou o Banco Mundial em um relatório. Os países devem aumentar a fiscalização dos bancos, reforçar os direitos dos mutuários e desenvolver ferramentas melhores para financiar investimentos de longo prazo, acrescentou a entidade. Após décadas de instabilidade recorrente nos mercados domésticos, a gestão prudente de políticas nos maiores países da América Latina ajudou a prevenir os excessos que afetaram os sistemas bancários das nações mais ricas. Mas um modelo de negócios desigual, que sobrecarrega mutuários e aposta pouco na inclusão, pode tirar a expansão dos trilhos, afirmou o relatório."Ao longo de anos, a América Latina colocou a estabilidade financeira antes do desenvolvimento. Agora, com todo esse progresso, o desafio é ter um modelo mais balanceado", disse à Reuters por telefone o economista-chefe do Banco Mundial para a região, Augusto de la Torre, responsável pelo relatório. O relatório é divulgado em um momento no qual alguns investidores temem que o explosivo crescimento no crédito do Brasil e de outras economias da região esteja perdendo força. O crédito, cuja porcentagem no Produto Interno Bruto(PIB) do Brasil mais que dobrou durante os últimos oito anos, alimentou um crescimento econômico forte no ano passado. Porém, implicou em maiores dívidas para empresas e para o setor de habitação, motivando temores de que uma bolha pudesse estar se formando nos mercados de crédito do País. A necessidade de crescer durante uma recessão pode levar alguns bancos da América Latina e do Caribe a assumir riscos desnecessários, afirmou o relatório."Em um clima econômico tão volátil quanto o atual, aparentemente, o prudente seria fazer muito pouco", disse a vicepresidente do Banco Mundial para América Latina e Caribe, Pamela Fox, em comunicado. O Itaú Unibanco adquiriu recentemente as operações chilenas do HSBC, que está deixando o Chile. O BTG Pactual está no processo de adquirir a chilena Celfin, para crescer nos serviços bancários privados em tal país. O Brasil, a Colômbia e outros países tomaram medidas recentemente para restringir o crescimento excessivo do crédito. Tal disciplina ressalta a resiliência do sistema financeiro da região em meio a uma crise do crédito em outras partes do mundo.(Terrra, 29.11.2011) Ação de banco suíço cai após compra de controle pelo Safra As ações do banco suíço Sarasin operavam em queda acentuada nesta segunda-feira, após o anúncio na sexta-feira de que o controle da instituição foi comprado pelo brasileiro Safra. Às 11h44(horário de Brasília), os papéis do Sarasin recuavam 16,5%, para 28,65 francos suíços. Na sexta-feira, o grupo financeiro holandês Rabobank anunciou ter concordado em vender a participação majoritária no Sarasin para o Safra por 1,04 bilhão de francos suíços(US$ 1,13 bilhão), anulando a chance de uma aliança pretendida pelo banco suíço Julius Baer. Embora o Safra seja legalmente obrigado a lançar uma oferta pública de aquisição pelas ações remanescentes do Sarasin no mercado, o banco disse que não pretende ampliar ainda mais sua fatia, indicando que não oferecerá mais do que o necessário aos acionistas minoritários. Para analistas, porém, o grande perdedor é o Julius Baer. O analista Peter Thorne, da corretora independente Helvea, citou que o Julius Baer buscava uma fusão para reduzir custos. Por outro lado, o analista Dirk Becker, da Kepler Capital Markets, disse que o Julius Baer poderá agora retomar seu plano de recompra de ações e provavelmente pagará um dividendo"decente" aos acionistas, algo mais positivo do que seria a compra do Sarasin. As ações do Julius Baer operavam com ligeira oscilação positiva de 0,03%, a 31,55 francos suíços 19 Argentina: Techint compra 27% de Usiminas multi noticias Techint controlará parte del mayor fabricante de acero plano de Brasil Las siderúrgicas Ternium y Tenaris anunciaron que comprarán una participación cercana al 30% de Usiminas por unos 2.700 millones de dólares, lo que deja a la compañía de Paolo Rocca con una fuerte presencia en ese mercado. Las empresas del Grupo Techint están pagando un premio del 83 por ciento frente al valor de cierre del viernes de los papeles de Usiminas, que enfrenta un alza en los precios de las materias primas, un limitado acceso a fuentes de energía, una fuerte competencia de los productos importados y poco poder de fijación de precios en el mercado de Brasil. Ternium, la segunda mayor productora de acero de América Latina, dijo que junto con su subsidiaria argentina Siderar y Confab Industrial SA –una filial de Tenaris– comprarán 139,7 millones de acciones ordinarias de Usiminas, un 27,7% del capital de la firma, a unos 19 dólares por título. El precio acordado con los vendedores-Camargo Correa, Votorantim y la caja de los empleados de Usiminas(CEU)- representa también un premio del 41% frente al valor promedio de los papeles en dólares de Usiminas durante los últimos seis meses, indicó Ternium. "Estas transacciones sellan una alianza estratégica en América Latina entre Nippon Steel, Usiminas y Ternium que creará valor para todas las empresas involucradas", precisó Ternium en el comunicado. El grupo de control de Usiminas ahora estará integrado por Nippon Group, Ternium/Tenaris Group y CEU. Usiminas tiene una capacidad de producción de 9,5 millones de toneladas de acero crudo. Ternium, controlada por Techint, fabrica productos de acero plano para varias industrias y tiene sus operaciones principales en Argentina y México. Tenaris, también del grupo argentino, es la mayor productora de tubos de acero sin costura utilizados en la exploración de petróleo y es una de las acciones de mayor peso en el índice de acciones líderes argentinas Merval. Previ vai contestar venda da Usiminas para Techint Ricardo Flores, presidente da Previ, comanda o maior fundo de pensão do país e é o segundo maior acionista minoritário da Usiminas A Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, Previ, está disposta a entrar numa briga com a Usiminas para questionar as condições da aquisição de 27,7% do bloco de controle da empresa mineira pela Ternium, braço siderúrgico do grupo ítalo-argentino Techint. A Previ quer ter o direito de receber o"tag along", um mecanismo de proteção a acionistas minoritários, que foi anulado pela Techint. O"tag along" é o compromisso do comprador de pagar 80% do prêmio pago pela aquisição de uma parte do bloco de controle. Na transação, a Techint pagou R$ 36 por ação da Usiminas, num total de R$ 5 bilhões, o que representou um prêmio de 82% sobre o preço de mercado das ações ordinárias- que dão direito a voto. Comandada por Ricardo Flores, a Previ, maior fundo de pensão do país, é o segundo maior acionista minoritário da Usiminas, com 10,44% das ações ordinárias e de 1,17% das preferenciais(PN, sem direito a voto), que contam 5,79% do total das ações. O acionista minoritário com a maior fatia da siderúrgica é o empresário Benjamin Steinbruch, dono da CSN, que detém 11,29% das ONs e 15,15% das PNs, perfazendo um total de 13,23% do capital votante. Com a transação, o bloco de controle passou a ser composto pelos japoneses da Nippon, com 46,1% dos votos, pela Caixa dos Empregados, com 10,6%, e Ternium e coligadas, com 43,3% de participação.(Brasil Econômico, 01.12.2011) 20 multi noticias Vale anuncia investimentos de US$ 21,4 bi para 2012 A Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, anunciou investimento de US$ 21,4 bilhões para 2012, valor cerca de 11% inferior ao previsto inicialmente para 2011, em meio a uma conjuntura de cautela com a economia global. No ano passado, a companhia havia planejado um volume de investimentos recorde para este ano, em US$ 24 bilhões, quando o mercado mostrava boa demanda per minério de ferro e a empresa acelerava projetos. Mas recentemente o presidente da mineradora, Murilo Ferreira, admitiu que do total previsto para 2011 a companhia conseguiria aplicar somente cerca de US$ 19 bilhões, por conta de atrasos causados pela dificuldade na obtenção de licenças ambientais e pela escassez de mão de obra qualificada. Do total de recursos previstos para 2012, US$ 12,9 bilhões serão direcionados para a execução de projetos e US$ 6,1 bilhões para a manutenção de operações já existentes, além de US$ 2,4 bilhões para pesquisa e desenvolvimento. "A execução de projetos de capital é um dos maiores desafios para a indústria de mineração. A Vale enfrenta alguns obstáculos para implantar o seu portfólio de ativos de classe mundial: licenciamento ambiental, maior escassez relativa de capital humano, pressões de custo e prazos de entrega mais longos", afirmou a empresa em comunicado. Para minimizar os efeitos destes problemas na execução de seus planos em 2012, a companhia diz que busca"inteligência no processo de suprimentos, fortalecimento das relações de longo prazo com fornecedores, antecipação de compras e diversificação da base de fornecedores". Exterior Os projetos que receberão maior volume de investimentos no próximo ano estão no exterior. Entre os principais, a planta de níquel localizada em Long Harbor, no Canadá, terá US$ 1,2 bilhão da mineradora em 2012, de um total de US$ 3,6 bilhões para começar a operar no segundo semestre de 2013. A mina de potássio em Rio Colorado, na Argentina, também está entre os projetos que consumirão mais recursos no próximo ano, com previsão de investimentos de US$ 1,08 bilhão. A mina deve começar a produzir no segundo semestre de 2014, com investimentos totais de US$ 5,9 bilhões. A produção de carvão da Vale em Moçambique também coloca a região entre os principais destinos dos investimentos da mineradora no próximo ano. A companhia investirá US$ 499 milhões na expansão da mina de Moatize e outros US$ 691 milhões no projeto Corredor Nacala, que prevê a construção de porto e ferrovia para escoar o carvão extraído da província de Tete. Siderurgia No Brasil, um dos maiores investimentos da Vale no próximo ano é a siderúrgica que será construída no Ceará, em parceria com a coreanas Posco e Dongkuk. Com 50% da planta, a mineradora espera investir US$ 563 milhões em 2012. A operação da siderúrgica é prevista para o primeiro semestre de 2015. A companhia espera investir também US$ 581 milhões no projeto de cobre Salobo II, em Marabá, no Pará. A previsão é iniciar a produção no segundo semestre de 2013. De acordo com a mineradora, 63,7% dos investimentos serão realizados no Brasil. O orçamento para 2012 inclui US$ 918 milhões para financiar o programa global de exploração mineral e US$ 848 milhões para estudos conceituais, de pré-viabilidade e de viabilidade. A empresa estima produção de 312 milhões de t de minério de ferro em 2012, enquanto a de pelotas deverá alcançar 50 milhões de t. Com informações da Reuters. Vale expandirá em US$ 6 bilhões projeto de Moçambique O conselho de administração da Vale aprovou um investimento de US$ 6 bilhões para expansão do projeto Moatize de carvão em Moçambique. A empresa pretende elevar a produção de 11 milhões de t por ano esperadas inicialmente para 22 milhões de t, informou um representante da companhia nesta terça-feira. Marcelo Matos, gerente geral de marketing e vendas da unidade de carvão da Vale, afirmou a jornalistas em Maputo que a primeira produção da mina ampliada está prevista para o segundo semestre de 2014. A Vale começou a explorar o carvão em Moçambique mais cedo este ano e vem exportando pequenos volumes do carvão desde setembro. Os primeiros embarques do carvão metalúrgico são esperados para dezembro e serão elevados para escala comercial entre março e abril do próximo ano. 21 Ellas no pagan impuestos multi noticias Evasión de impuestos por parte de las multinacionales: este vergonzoso juego tiene que acabar Un nuevo informe publicado hoy en Londres por la Internacional de la Educación, la federación sindical internacional que se ocupa del sector de la enseñanza, documenta los enormes ingresos que pierden los gobiernos debido a la evasión de impuestos por parte de las empresas y las repercusiones que esta situación ejerce sobre la educación y otros servicios públicos esenciales, que corren el riesgo de sufrir recortes por parte de los gobiernos. "Cientos de miles de millones de dólares se pierden cada año porque las empresas han encontrado nuevas y complejas formas para evitar el pago de sus impuestos, y los gobiernos compiten para atraer inversiones multinacionales mediante la reducción del impuesto de sociedades, que cada vez es más bajo. Los gobiernos están privando efectivamente a sus propios ciudadanos de los ingresos del impuesto de sociedades que podría utilizarse mejor en garantizar servicios públicos de calidad", afirmó la Secretaria General de la CSI, Sharan Burrow "Por ello, los gobiernos tienen que centrarse en garantizar que las empresas paguen la parte justa que les corresponde, en lugar de recortar los servicios públicos, reducir los salarios y reducir los derechos de las personas en el trabajo a través de medidas equivocadas de austeridad fiscal. Este informe ayudará a sacar a la luz pública el escándalo de la evasión del impuesto de sociedades", dijo Burrow. El informe, Global Corporate Taxation and Resources for Quality Public Services(Tributación de las multinacionales y recursos para servicios públicos de calidad), fue elaborado por el Instituto de Investigaciones de la Internacional de la Educación en nombre del Consejo Global Unions, que agrupa a las Federaciones Sindicales Internacionales con la CSI y la Comisión Sindical Consultiva ante la OCDE(TUAC).(CSI-ITUC, 29.11.2011) Para más información, consulte Para descargar el estudio en inglés haga clic aquí Perspectivas Económicas de la OCDE Los sindicatos dicen que se dé a los trabajadores confianza y empleo La nueva edición de Perspectivas Económicas de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos(OCDE), publicada el 28 de noviembre, titulada“Restablecer la confianza: el gran imperativo político”, transmite un crudo panorama de derrumbe del crecimiento en el cual las economías de la Eurozona y el Reino Unido están entrando en recesión en base a, lo que el informe denomina, un escenario de“improvisación confusa”. Argumenta que cabe la posibilidad de un resultado aún peor en su“escenario negativo”, donde una nueva pérdida de confianza amenazaría con volcar al conjunto de la OECD en una recesión con unos efectos secundarios drásticos para la economía mundial. La respuesta estratégica de la OCDE a semejante situación propone estímulos fiscales en cerca de la mitad de los países de la OCDE junto con“reformas estructurales”. Comentando las proyecciones y propuestas de la OCDE, el Secretario General de la Comisión Sindical Consultiva(CSC), John Evans, ha dicho:“Las cifras de la OCDE, incluso en un escenario de“improvisación confusa”, presentan unas perspectivas económicas y sociales inaceptables. Sin esperar a que la situación se deteriore aún más, los países que según la propia OCDE tienen el espacio fiscal deberían estimular la demanda agregada para activar la economía mundial.” Los detalles de las Perspectivas Económicas se pueden consultar en la siguiente dirección 22 AL reduz pobreza e avançará no comércio multi noticias Na crise global, AL reduz pobreza e avançará no comércio, diz Cepal Em 2011, mesmo diante dos impactos da crise econômica dos países ricos, três milhões devem deixar pobreza na América Latina, segundo a Comissão Econômica para América Latina e Caribe(Cepal). Taxa de pobreza na região, de 30%, é a mais baixa em duas décadas. Volume de negócios entre países emergentes vai superar fluxo entre ricos até 2018. Da Redação A América Latina não escapa totalmente imune dos efeitos mundiais da crise econômica vivida este ano pelos países ricos, como Estados Unidos e alguns europeus, mas, mesmo assim, conseguirá manter a redução da pobreza. E, até 2018, terá um dinamismo comercial com o qual vai ajudar os países emergentes a fazerem mais negócios entre si do que os países industrializados, que há 25 anos tinham uma fatia de transações globais dez vezes maior. A visão otimista sobre os rumos da região é da Comissão Econômica para América Latina e Caribe(Cepal) e foi expressa em um estudo divulgado nesta terça-feira(29), no Chile, e em um debate na última sexta-feira(25), em Brasília. Em 2011, diz a Cepal, três milhões de pobres vão sair da pobreza no conjunto dos países latino-americanos. Eles somavam 177 milhões em 2010, o equivalente a 31,4% da população, e, agora, devem ser 174 milhões, ou 30,4%. Em 1990, a pobreza atingia quase metade da região(48% dos habitantes). Para a Cepal, a queda da pobreza latino-americana em duas décadas resulta principalmente do aumento da renda do trabalho. Os programas de transferências de renda, como o bolsa família brasileiro, também contribuíram, mas em menor escala. "A pobreza e a desigualdade continuam diminuindo na região, o que é uma boa notícia, especialmente no contexto da crise econômica internacional", disse a secretária-executiva da Cepal, Alicia Bárcena, em comunicado na página da instituição na internet divulgado nesta terça(29). Mergulhados na crise e com perspectivas desanimadoras no curto e médio prazo, os países ricos vão ser destronados pelos mais pobres, dentre os quais, os latino-americanos, em volume de negócios. Em 1985, o comércio sul-sul(entre países emergentes, encabeçados pela China) respondia por apenas 6% das transações mundiais, enquanto o norte-norte(entre países industrializados) era de 63%. Agora, os mesmos percentuais são de 24% e 38%, respectivamente, segundo estudo da Cepal apresentado sexta-feira(25), pelo secretário-executivo adjunto da entidade, Antonio Padro, em debate em Brasília.“Há uma clara mudança no eixo de dinamismo mundial que favorece a região”, disse. Apesar do cenário otimista, Prado acha que não se pode descartar o impacto da crise na região. O crescimento deve desacelerar, quase inevitavelmente. Para ele, porém, a região tem boas chances de superar a crise, graças a resultados colhidos nos últimos anos como estabilidade macroeconômica, diminuição da pobreza e da mortalidade infantil, melhoria nos índices educacionais, aumento da classe média e abundância de recursos naturais.(Carta Maior, 30.11.2011) 23 Dilma vai a Caracas debater crise econômica multi noticias A presidente Dilma Rousseff viaja na quinta-feira para Caracas, na Venezuela, onde participa da 3ª Cúpula da América Latina e do Caribe sobre Integração e Desenvolvimento (Calc). Ela se reunirá com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, e com a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner. Porém, a agenda oficial de Dilma ainda está sendo fechada. A ideia é que ela se encontre com vários dos presidentes presentes ao encontro. As discussão incluem os impactos da crise econômica internacional e o combate à pobreza por meio da inclusão social e do desenvolvimento sustentável. A ideia é reunir os 33 governos que integram a Calc para consolidar a proposta comum de desenvolvimento regional aproveitando o dinamismo econômico do momento. No encontro, serão assinados três documentos considerados peças-chave para a consolidação do novo bloco. Um deles se refere aos procedimentos da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos(Celac)- estabelecendo datas e metas-, no outro, há a declaração final do grupo na qual são expostas as propostas e, por fim, o terceiro que é relativo à defesa da democracia e da ordem constitucional na região. Países, como Honduras- que em 2009 sofreu um golpe de Estado, segundo autoridades brasileiras, pois o então presidente Manuel Zelaya foi deposto- integrarão a Celac. O presidente hondurenho, Porfirio Pepe Lobo, desde que assumiu o governo em 2010, tenta aproximar-se da comunidade internacional e desfazer o clima de desconfiança em relação às instituições de Honduras. A primeira reunião da Calc foi em 2008, na Bahia. Em 2010, no México, houve a segunda reunião na qual os líderes políticos decidiram criar a Celac, a partir da fusão da Calc e do Grupo do Rio- entidades que englobavam os líderes políticos dispostos a buscar a integração da região. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, o Brasil mantém embaixadas permanentes em todos os países da Celac. Os números mostram ainda que a corrente de comércio com os países da região cresceu cerca de quatro vezes em oito anos, no período de 2002 a 2010. O intercâmbio comercial do País com a América do Sul, América Central, o México e Caribe atingiu, em 2010, US$ 78 bilhões. Em 2011, até setembro, o intercâmbio comercial com a região alcançou US$ 69 bilhões.(Agência Brasil, 30.11.2011) Comunidad Andina: Finaliza cumbre de la CAN con llamado a fortalecer la región Los Presidente de Perú, Bolivia, Ecuador y Colombia se reunieron este martes en Bogotá. Allí reiteraron el"compromiso de fortalecer la Comunidad Andina" de Naciones desde su "acervo institucional histórico". La declaración de la reunión extraordinaria insistió en dar pleno cumplimiento a la normativa comunitaria. Se entregó especial atención a"las disposiciones relativas al libre tránsito de transporte terrestre". A la Cumbre en Bogotá asistieron Evo Morales, Juan Manuel Santos, Ollanta Humala y Rafael Correa. Allí acordaron"llevar a cabo la reingeniería del Sistema Andino de Integración". También se propuso avanzar hacia una futura convergencia con el Mercosu y la Unasur. Los Presidentes de los países miembros de la CAN no mantenían una reunión desde hace 3 años. En este sentido, los Mandatarios acordaron realizar una reunión anual. Por otra parte, el bloque regional con 42 años de historia aprobó trabajar en una posición común para la Conferencia de la Cumbre de Río+ 20. Por último, los Presidentes llamaron a impulsar"la integración regional".( PÚLSAR, 09.11.2011) 24 multi noticias IVª Reunión del Grupo de Trabajo Autoreforma Los días 24, 25 y 26 de Octubre de 2011 tuvo lugar en Lima, la IVª Reunión Técnica del Grupo de Trabajo Autoreforma Sindical(GTAS) de la Confederación de Sindicatos de las Américas(CSA) El objetivo de la reunión fue aportar criterios estratégicos regionales para llevar más lejos los procesos de autoreforma sindical que hoy tienen lugar en las Américas. Y más específicamente, evaluar dificultades, avances y retrasos en el desarrollo de las prioridades de autoreforma sindical promovidas por el GTAS y establecer las prioridades para este proyecto en la perspectiva del año 2012. Teniendo por producto un nuevo documento de referencia regional para la acción sindical, una evaluación precisa del período 2009-2011 y un plan de acción concreto para el período 2011-2012. La instancia contó con la participación de Carmen Benítez y Luis Fuertes por la Organización Internacional del Trabajo(OIT); Iván González, Amanda Villatoro, Álvaro Orsatti, Alexandre Praça y Martha Ayala por la CSA; Nilton Freitas(ICM/ Internacional de la Construcción), Jorge Almeida(IMF/ Internacional Metalúrgica), Juan Diego Gómez(ISP/ Internacional de los Servicios Públicos) y Javier Carlés(UNI/ Internacional del Sector Servicios) por las Federaciones Sindicales Internacionales; presidentes, secretarios generales y secretarios de organización de 29 centrales sindicales de Argentina, Bolivia, Brasil, Colombia, Costa Rica, Ecuador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguay, Perú, República Dominicana, Venezuela; Blanca Gómez por CCOO y Joseba Extebarría de UGT, ambos del Estados español; Álvaro Padrón de la Friedrich Ebert Stiftung(FES) y representantes de distintas ONGs que asesoran a sindicatos de la región. Durante el primero de los tres días de actividades, tuvo lugar la presentación de la investigación: “Estudio de FSAL* sobre Densidad Sindical y Densidad Negocial”, el panel sobre“Trabajadoras del Hogar y Convenio Internacional de Trabajo 189” y la exposición del Grupo de Trabajo sobre Comunicación. A estos siguió el panel:“Experiencia de la Plataforma Común Centroamericana(PSCC) y la presentación:“Informe sobre obstáculos normativos a la libertad sindical en América Latina y el Caribe”. El segundo día tuvieron lugar las mesas:“Género y Autoreforma. La experiencia de la Auditoría Participativa de Género”,“Experiencias de unidad sindical subregionales” y“Procesos sectoriales de Autoreforma Sindical”(donde UNI expuso la convergencia entre los procesos de autoreforma sindical y las políticas de constitución de comités de enlace nacionales y redes de sindicatos en empresas multinacionales, de mujeres, de jóvenes y de salud laboral) y“Juventud y Autoreforma. Ideas y propuestas para reforzar el liderazgo sindical de los jóvenes”. Para culminar el tercer día con los paneles sobre:“Autoreforma sindical y desarrollo de capacidades”,“Avances y prioridades del Proceso de Autoreforma”,“Presentación del Proyecto FSAL-AS/ ACTRAV**/ OIT” y “Constitución y funcionamiento de una Red regional de puntos focales para la coordinación e impulso de los procesos de autoreforma apoyados por el Proyecto FSAL-AS”. Para culminar acordando el“Plan de Acción del Proyecto FSAL-AS/ ACTRAV/ OIT para 2011/2012”. Uno de los centros que mayor atención de la reunión fueron los informes sobre niveles de sindicalización país por país y región por región de las Américas. Salvo en la zona del Cono Sur (Argentina, Brasil y Uruguay) las tasas de afiliación son sumamente bajas e incluso decrecientes. De igual forma, fueron fuentes de mucha preocupación las limitaciones e invenciones legales que los Estados imponen a la actividad sindical, particularmente en la Zona Andina y América Central, siendo ejemplos de esto las“Cooperativas de Trabajo Asociado” en el caso de Colombia y los“Sindicatos de Protección Patronal” en el caso de México. De cara al futuro, la CSA planteó que el camino de la Autoreforma Sindical, la democratización y el fortalecimiento de los sindicatos, así como el incremento de su representatividad, está indisolublemente ligado al impulso de la unificación y organización por ramas o sectores de actividad de los mismos y al impulso de negociaciones colectivas del mismo carácter. En este marco, UNI se compromete a brindar todo el apoyo en materia de información, experiencia y organización a nivel de comités de enlace y redes regionales, para en el sector de la economía de servicios avanzar en la línea de autoreforma sindical que CSA tiene planteada. Considerando clave incrementar la convergencia de esfuerzos entre CSA y las FSI(Federaciones Sindicales Internacionales) para evitar superposición y redundancia de tareas. Buscando optimizar recursos y resultados exitosos para los sindicatos de las Américas.( UNI, 13.11.2011) (*) FSAL: Proyecto de fortalecimiento de los sindicatos ante los nuevos retos de la integración en América Latina. (**) ACTRAV: Oficina de Actividades para los Trabajadores de la Organización Internacional del Trabajo(OIT) O Multi Noticias es un boletin electrónico auspiciado por el FES Sindical Regional que tiene como objetivo fornecer más elementos de subsidio a las organizaciones sindicales, principalmente para las que están en los países del Cono Sur, sobre las principales actividades y políticas de las empresas multinacionales – las globales y las multilatinasbien como del movimiento sindical. 25