Año II nº 14 www.fes-sindical.org junio de 2012 Especulação livre sobre o futuro da Europa e sobre o nosso futuro Qual é a principal voz europeia que se levanta para questionar a insana estratégia de estrangular os países devedores em nome de uma austeridade econômica contraproducente? Ninguém menos que Helmut Schmidt, agora na altura dos 92 anos: no último congresso do Partido Social Democrata alemão, há alguns meses, fez um ataque demolidor à política de Merkel, acusando-a de atrair a ira dos outros países europeus contra a Alemanha isolacionista. J. Carlos de Assis – Carta Maior, 13.05.2012 Em fins dos anos 80 escrevi um livro,“Análise da Crise Brasileira”, cuja tese central era a impossibilidade de retomada do desenvolvimento brasileiro sem uma renegociação não convencional da dívida externa. Uma das minhas inspirações era um pequeno livro do grande líder social-democrata alemão, Helmut Schmidt,“A Great Strategy for the West”(Uma grande estratégia para o ocidente), no qual ele destacava a crise da dívida externa da América Latina como um dos três grandes desafios estratégicos para o Ocidente. Los Indignados.Madri, Puerta de Sol, 12.05.2012 É notável que Schmidt tenha colocado a crise da dívida latino-americana em pé de igualdade com os problemas relacionados com a Guerra Fria e as relações franco-alemãs na Europa. Hoje, tudo isso é passado. Na época, porém, apenas uns poucos visionários malditos corriam o risco de sustentar que o problema da dívida externa não tinha qualquer possibilidade de solução convencional, isto é, com pagamento de principal e juros de mercado. Por algum caminho teria de haver perdão parcial. O pinião oposta era emitida não apenas lá fora, mas também aqui dentro.>>> 01 multi noticias Especulação livre sobre o futuro da Europa e sobre o nosso futuro(cont.) >>> É difícil encontrar uma situação de maior servilismo, de maior indignidade, de maior traição aos interesses nacionais que a apresentada pela esmagadora maioria dos economistas e políticos brasileiros que defenderam na época, abertamente, o pagamento integral da dívida externa brasileira, não importassem os custos sociais e econômicos internos. Vimos ministros como Maílson da Nóbrega entregar a bancos cheques bilionários, sem qualquer contrapartida, suspendendo a moratória, apenas para aparecer bem na foto com os credores internacionais e recaindo na moratória menos de um ano depois! Foi graças ao governo conservador de Bush pai, e menos por pressão das autoridades econômicas brasileiras de então, que foi implementado o Plano Brady de rebate de 35% a 40% do principal da dívida externa brasileira.(Para ser justo, é preciso assinalar que o negociador especial nomeado por Collor, embaixador Jório Dauster, deu partida ainda em 1990 a um processo de renegociação não convencional, que supunha algum rebate na dívida ou nos juros.) De qualquer modo, a tese central que os progressista brasileiros defendiam prevaleceu: a dívida foi renegociada em condições não convencionais. Los Indignados.Barcelona, 12.05.2012 Agora acabamos de ver uma renegociação não convencional na Grécia, com uma redução considerável do principal da dívida pública. Contudo, a idéia central desse acordo é que não seja estendido aos demais países da periferia da área do euro. Trata-se de uma salvaguarda inútil: Portugal, Irlanda, Espanha e a própria Itália cedo ou tarde seguirão o caminho grego. Os “mercados” não lhes deixarão outra saída. E deve-se acentuar que o caminho grego sequer é o caminho da retomada do crescimento, mas apenas o caminho para aliviar parcialmente as obrigações financeiras do Estado sem dinheiro novo para investimento. Qual é a principal voz europeia que se levanta para questionar essa estratégia insana de estrangular os países devedores em nome de uma austeridade econômica contraproducente? Ninguém menos que Helmut Schmidt, agora na altura dos 92 anos: no último congresso do Partido Social Democrata alemão, há alguns meses, fez um ataque demolidor à política de Merkel, acusando-a de atrair a ira dos outros países europeus contra a Alemanha isolacionista. O mais antigo ex-chanceler alemão ainda vivo deixou o conforto de sua aposentadoria para convocar os alemães a ajudar o resto da Europa a superar a crise e não a estrangulá-lo, como está fazendo Merkel. Há uma particularidade nada desprezível na situação europeia, que Schmidt destacou numa entrevista anterior: seus líderes não dominam economia. Com isso, ficam nas mãos de tecnocratas que não medem as conseqüências sociais e políticas de seus conselhos. O Brasil, sob o governo Dilma, está dando a contraprova desse argumento: acaso o governo ter-se-ia engajado decididamente na política de redução de juros, essencial para o desenvolvimento do país a ritmo mais rápido, caso a Presidenta não fosse economista e pudesse ter uma idéia clara das conseqüências de sua ação ou de sua omissão? Quando se deixam as decisões de governo aos economistas da máquina, a tendência inexorável é não acontecer nada, sobretudo quando há conflitos de interesse à vista. (*) Economista e professor de Economia Internacional da UEPB, autor, em co-autoria com o matemático Francisco Antonio Doria, do recém-lançado“O universo neoliberal em desencanto”, pela Civilização Brasileira. Este artigo sai também no site Rumos do Brasil e, às terças, no jornal carioca Monitor Mercantil. 02 "El fin de la hegemonía alemana" multi noticias Giorgos Malouhos- To Vima, Atenas, 24.05.2012 La nueva orientación defendida por París ha hecho posible que la relación de fuerzas en el seno de la Unión Europea se vuelva desfavorable para Berlín y para la austeridad promovida por Alemania. Estas circunstancias permiten que los griegos atisben el final del túnel y les permite recuperar la esperanza, algo de lo que se alegran en Atenas. Esta cumbre ha presentado otra particularidad. Por primera vez desde hace mucho tiempo, Alemania tenía que enfrentarse a un orden del día que no había dictado: el de las cuestiones relacionadas con el crecimiento. Puede que no se haya tomado ninguna decisión el miércoles por la noche, pero una cosa sí está clara: Europa pone en tela de juicio la hegemonía alemana. Y Berlín es totalmente consciente de ello: los dirigentes alemanes sienten que han sido destronados... La dominación de Alemania se enfrenta a una oposición activa. Y eso afecta directamente a Grecia. Ayer, antes del inicio de la cumbre, el Banco Federal Alemán desveló públicamente un informe en el que se indicaba que ya no debía realizarse ningún gesto hacia Grecia. Y que si quebraba, sería una forma de"acabar con esta historia"... En ese mismo momento, François Hollande reafirmaba su apoyo y su confianza en el país y en el pueblo griego. Ya nadie apoya la política de Angela Merkel No obstante, el nuevo equilibrio europeo que está tomando forma en este momento se resume en las conclusiones de la cumbre:"actuaremos de modo que se movilicen los fondos europeos y todos los medios para situar a Grecia en la senda del crecimiento y de la creación de empleo". La hegemonía alemana en Europa llega a su fin. Tal y como destaca gran parte de la prensa alemana desde ayer, Angela Merkel se encuentra más aislada que nunca ante sus socios y no sólo ante ellos. En realidad, su política ya no cuenta con ningún aliado. Desde una serie de organizaciones internacionales en Estados Unidos, pasando por París y Madrid, ya nadie la defiende. ¿Qué harán los alemanes? ¿Olvidarse de todo y adaptarse a la nueva realidad, como si no hubiera ocurrido nada? En absoluto. Lucharán y además bastante. Poseen la voluntad y el poder. Pero ya no están solos al mando. Ya no son ellos solos los que tienen que dictar la política que debemos adoptar. Esto genera grandes esperanzas para Europa y sobre todo para Grecia. Grecia vislumbra el final del túnel Para nuestro país, las circunstancias han cambiado radicalmente en los últimos tiempos. Grecia ahora tiene la posibilidad de luchar para reivindicar un futuro mejor. Como es evidente, deberá cumplir sus promesas, como señala la gran mayoría de nuestros socios. Es una realidad. Pero hace un mes, nadie preveía lo que ocurrió ayer, ese nuevo equilibrio europeo. Los "compromisos" a los que se refieren todos, con toda la razón, ya no son un conjunto de dogmas herméticos que no se pueden modificar. El parámetro del"crecimiento" que se expone ahora cambia toda la situación. Grecia puede basarse en eso para avanzar y hacer mucho más. Puede luchar, sencillamente porque estamos llegando al fin del rigor tras el que se escondía la política nacionalista alemana. Berlín ya no es nuestro único interlocutor... Ahora deberíamos empezar a mostrar resultados, por ejemplo, en las privatizaciones o en el sector energético. ¿Hasta qué punto es importante realizar esos avances, sobre todo en este momento? El país sale del túnel de la desesperación al que le había empujado la hegemonía alemana. Pero debemos demostrar que creemos en nuestra capacidad de convertirnos en un auténtico Estado europeo que no desea vivir con muletas. Debemos hacer lo que sea absolutamente necesario para no morir, tanto en el interior como en el exterior de Europa. Y podemos hacerlo con más facilidad, ahora que está desapareciendo la situación de asfixia. Hoy nuestro futuro está mucho más en nuestras manos que ayer. Es un buen augurio. Pero se necesita una política. Y la política es el arte de lo posible. Por consiguiente, el fanatismo es ahora el mayor enemigo. Y tenemos muchos fanáticos, de todas las corrientes políticas. ¿Qué podemos hacer para combatirlo? La primera observación que debemos hacer hoy es que la posición de Grecia estas últimas semanas, a pesar de lo que se haya dicho, ya ha mejor a. 03 El diálogo social en Alemania multi noticias El modelo de diálogo social en Alemania y el caso del sindicato IG Metal Por Héctor Vásquez F. Agencia de Información Laboral- ENS 17.05.2012 Este año, la negociación colectiva del sindicato de la industria del metal alemán, IG Metal, tiene un especial significado, por lo que puede significar en la contención del modelo de desregulación de las relaciones laborales que se está imponiendo en el mundo, y del que no escapa el modelo de relaciones laborales de Alemania. El IG Metal, con 2.400.000 trabajadores afiliados de la industria minera, metalúrgica, metalmecánica y de la química, entre otros, es quizás el sindicato más grande del planeta, si excluimos los sindicatos chinos, que están completamente subordinados a la estructura del Partido Comunista chino que controla el Estado y la economía de ese país. En el modelo de diálogo social alemán, la negociación colectiva puede realizarse en tres niveles: el de empresa, entre empresa y comité de empresa; el de nivel territorial y el de nivel de la rama o sector económico, en ambos casos entre sindicatos y asociaciones patronales. Esta vez las negociaciones involucran a los trabajadores del sector de la industria del metal y tiene tres objetivos: el primero, un incremento de los salarios del 6.5%, que se sustenta en un IPC de 2.1%; un incremento de la productividad del trabajo del 2.8%; y un incremento de las horas trabajadas del 2.8%. El segundo objetivo es la garantía de contratación laboral para los aprendices una vez terminen su etapa de formación en las empresas. Y el tercero, la incidencia de los comités de empresa en la regulación de la contratación de temporales, una reivindicación que responde al incremento desbordado de la contratación temporal y de las desigualdades salariales(cerca del 40%), entre trabajadores estables y temporales. Las ofertas de la patronal se limitan únicamente a un 3% de incrementos salariales para 14 meses, y a incrementar la remuneración de los temporales, sin renunciar para nada a la flexibilidad que implica la contratación de este tipo de trabajadores. Esta posición de la patronal no es nada coherente con el esfuerzo que hicieron los trabajadores alemanes hace dos años, cuando en lo más álgido de la crisis europea renunciaron a incrementos salariales y tomaron la decisión de trabajar menos horas para que la crisis no tuviera los efectos perversos que sobre el empleo y sobre las empresas tuvo en otros países de la región. El 30 de abril terminó la fase de negociación que obligaba al sindicato al deber de paz, que significaba la imposibilidad de que los trabajadores acudieran a formas depresión como movilizaciones, huelgas o paros parciales en las empresas implicadas en el proceso de negociación. En la fase siguiente, los sindicatos pueden acudir a formas de presión como movilizaciones y a huelgas preventivas de hasta una hora, en toda la industria o en empresas que pueden resultar claves para toda la cadena. Una vez transcurrida esta fase, que puede durar hasta un mes si no hay acuerdo, los sindicatos pueden acudir a la huelga general, la que debetener el aval del 25% de los trabajadores del sector. De presentarse esta última situación, sería un hecho sin precedentes en muchos años en el contexto alemán, pues la eficacia del diálogos social, que se sustenta en una cultura favorable al reconocimiento de la legitimidad de los sindicatos, en la voluntad política de los interlocutores de las relaciones laborales y en la fortaleza de los sindicatos, ha evitado la aparición de esta forma de confrontación.>>> 04 multi noticias El diálogo social en Alemania(cont.) >>> El 30 de abril terminó la fase de negociación que obligaba al sindicato al deber de paz, que significaba la imposibilidad de que los trabajadores acudieran a formas depresión como movilizaciones, huelgas o paros parciales en las empresas implicadas en el proceso de negociación. En la fase siguiente, los sindicatos pueden acudir a formas de presión como movilizaciones y a huelgas preventivas de hasta una hora, en toda la industria o en empresas que pueden resultar claves para toda la cadena. Una vez transcurrida esta fase, que puede durar hasta un mes si no hay acuerdo, los sindicatos pueden acudir a la huelga general, la que debetener el aval del 25% de los trabajadores del sector. De presentarse esta última situación, sería un hecho sin precedentes en muchos años en el contexto alemán, pues la eficacia del diálogos social, que se sustenta en una cultura favorable al reconocimiento de la legitimidad de los sindicatos, en la voluntad política de los interlocutores de las relaciones laborales y en la fortaleza de los sindicatos, ha evitado la aparición de esta forma de confrontación. La grave crisis económica que vive Europa, originada en los negocios especulativos del sector financieroy en los gravosos rescates que los gobiernos hicieron de los bancos, que dispararon la deuda y el déficit público, la han venido enfrentando las autoridades económicas europeas mediante la desregulación del mercado de trabajo(imposición de reformas laborales que disminuyen salarios y le dan todas las garantías al empleador para despedir trabajadores) y del debilitamiento del Estado Social(recorte del gasto destinado a garantizar los derechos económicos y sociales de la población), al tiempo que se ha estado debilitando sistemáticamente la cultura del Diálogos Social que había permitido la construcción del modelo social más avanzado en el planeta. Aunque la situación de Alemania no es la misma que la de España, Irlanda, Grecia o Italia, las empresas alemanas están aprovechando la coyuntura para introducir rupturas en el modelo de relaciones laborales que debilitan la posición de los sindicatos y precarizan condiciones de trabajo de importantes colectivos de trabajadores. Frente a esta tendencia es justamente que se levanta el IG Metal, que ha logrado la conquista de un modelo de negociación sindical articulado, en el que un solo sindicato negocia para toda una rama de la economía, o para toda una región, introduciendo un piso de derechos que luego se complementa con negociaciones en cada una de las empresas. En este modelo el sindicato garantiza su presencia en cada una de las empresas a través de dos mecanismos: uno es el de los comités de empresa, una figura que por ley establece que en todo lugar de trabajo deben elegirse representantes de los trabajadores para todos los asuntos del diálogos social en la empresa; delegados que deben tener todas la garantías de información y de estabilidad para que puedan cumplir a cabalidad sus funciones. Y el otro mecanismo es la comisión sindical de empresa, un organismo que hace parte de la estructura del sindicato de industria y que le permite al sindicato mantener la relación permanente y estrecha con los trabajadores de base, conocer de manera directa sus problemas e incidir en todos los asuntos de las relaciones laborales. Victoria para los trabajadores por agencia en Alemania Además de sus éxitos de aumentos salariales, IG Metall ha conseguido primas adicionales para los trabajadores por agencia en el sector metalúrgico. El 22 de mayo de 2012, IG Metall alcanzó un acuerdo con agencias de trabajo temporal por el que éstas se comprometen a pagar primas adicionales a los trabajadores temporeros empleados en el sector metalúrgico. El acuerdo, concertado con dos asociaciones del sector de agencias de trabajo temporal, BAP y IGZ, prevé una serie de primas vinculadas al tiempo de servicio. A partir del 15% de sueldo, después de seis semanas de empleo, las primas aumentan hasta un máximo del 50% de sueldo tras nueve meses de servicio. Esto supondrá para los trabajadores calificados entre 246 y 819€ de ingresos adicionales al mes. Las“primas sectoriales” están destinadas a reconocer los sueldos más altos percibidos por trabajadores directos en la industria metalúrgica, y suponen un gran avance para acabar con la disparidad salarial entre trabajadores por agencia y empleados directos, de conformidad con el objetivo de IG Metall de“salario igual por trabajo igual”.(Jenny Holdcroft)(FITIM, 24.05.2012) 05 multi noticias El significado del surgimiento de IndustriALL El significado político y estratégico del surgimiento de IndustriALL Por Carlos Bustos Patiño, Rebanadas de Realidad- ICEM-Bogotá, 14.05.2012 La ICEM surge en el año 1995 en su primer congreso en la ciudad de Washington, es producto de un proceso unitario de las Federaciones Internacionales ICEF, que agrupaba a los Químicos y la FIM, que agrupaba a los Mineros, durante estos 16 años largos, ha manifestado su compromiso con los trabajadores de los diferentes sectores que representa y siempre en la mente de sus dirigentes ha estado presente una actitud unitaria, propugnando por la creación de grandes sindicatos de industria y de un combate frontal a las formas precarias de contratación. Desde hace algunos años vienen en conversaciones muy serias con la FITIM y la FITVC, con el fin de que en el mundo los trabajadores de la química, la energía, las minas, la metalurgia, el textil, calzado, cuero, las manufacturas y las industrias diversas, puedan contar con una sola organización Sindical. La idea se concreto y del 17 al 21 de junio de este año, vamos a ver como un hecho cierto el surgimiento de una poderosa Federación Sindical que se identificará en el mundo como IndustriALL(todas las Industrias), y que agrupará a unos 52 millones de afiliados, la más grande en su género. Como tarea principal está ahora el estimulo a todas sus filiales en el mundo, para que desde la procedencia de las tres organizaciones, se vayan generando en cada País una sola dinámica y una sola organización. En el caso Colombiano, los sindicatos de Utramicol, Fetramecol y los afiliados a ICEM deben buscar, de manera libre y democrática, confluir en una sola estructura sindical, es decir en Colombia como en todos los países debemos crear los IndustriALL nacionales, con gran poder de interlocución y negociación colectiva, que permitan derrotar los contratos basura, que se fortalezcan en número de afiliados, que acaben con el flagelo de la tercerización y que estratégicamente propugnen por la construcción de sociedades justas y en paz. Contamos entonces con un nombre, también con un logo y con toda la disposición y el empeño que nos proporciona la voluntad política de estar unidos para la trasformación y el cambio. El logo lo hemos interpretado como un sol naciente, que proyecta la figura tierna de la mujer trabajadora y la del obrero, seguros ambos de poner a volar esta humanidad con dos alas bien desarrolladas. Nuestros afiliados en el departamento del Meta, al oriente del País, lo primero que se les ocurrió fue aquella canción que interpreta Arnulfo Briceño,"Luna roja que saliendo esta en el llano," para iluminarnos el camino de lucha y unidad. Auguramos desde Colombia, que este esfuerzo unitario genere, para los trabajadores del mundo, unas nuevas y mejores condiciones de vida y de trabajo, proyectado a un nuevo modelo económico y de sociedad. Encuentro de la red de los trabajadores brasileños de ArcelorMittal V Valeska Solis, FITIM, 08.05.2012 Los trabajadores se declararon chocados al ver que en la planta de Monlevade existe comedor separado para los funionarios y para los tercerizados. Brasil. Los días 3 y 4 de mayo sindicalistas de diversos estados de Brasil participaron, en la planta de Monlevade, del 4º Encuentro Nacional de la Red de Trabajadores de ArcelorMittal. El evento fue coordinado por el Sindicato de los Metalúrgicos(Sindmon-Metal) y tuvo como fin promover el intercambio de experiencias entre los trabajadores de la siderúrgica, a través de la Red Sindical y debatir sobre los despidos que ocurrirán en la unidad local debido a la paralización de las obras de expansión. Se realizó una conferencia de prensa, donde se habló sobre los trabajos desarrollados durante el encuentro. Participaron de la rueda de prensa, Manuel Campos, encaragado de redes de la FITIM en Brasil; el presidente de Sindmon-Metal, Luiz Carlos da Silva y los sindicalistas Geraldo Magela Werneck de Juiz de Fora y Everaldo dos Santos de Osasco. Desde el año pasaso, cerca de 800 trabajadores directos de la Arcelor Mittal fueron despedidos. En la planta de Monlevade, el número de despedidos llegó a 104, siendo 18 en mayo de 2011, 46 en agosto, y 4º en enero pasado. 06 multi noticias Colombia: Informe conjunto en 101ª Conferencia de OIT Agencia de Información Laboral- ENS 30.05.2012 Centrales sindicales colombianas presentan informe conjunto en 101ª Conferencia de OIT Solicitarán que Colombia sea incluida en la lista de países llamados a comparecer ante la Comisión de Normas Este año la CUT, la CGT y la CTC elaboraron conjuntamente el informe con el que actuarán y presentarán la realidad laboral y sindical de Colombia en el marco de la 101ª Conferencia Internacional del Trabajo que inició sus deliberaciones el día de hoy en Ginebra, Suiza. El informe que elaboraron las tres organizaciones sindicales, todas afiliadas a la CSA y a la CSI, tiene como punto de partida las recomendaciones de la Misión de Alto Nivel de la OIT que visitó a Colombia en febrero de 2011, las cuales son contrastadas con la realidad colombiana actual. Se trata de un documento de 58 páginas en el que se hace un análisis general de los problemas laborales y sindicales colombianos a la luz de la normatividad OIT, con sus conclusiones. Además incluye dos anexos: el primero es un listado de los 55 asuntos legislativos laborales pendientes de ser adecuados en Colombia, y los obstáculos que lo impiden; y el segundo reseña los últimos casos de violencia antisindical.(Para ver informe completo haga clic aquí). En el informe se afirma que la cultura antisindical en Colombia se ejerce de varías formas, alejada del discurso que predican los representantes de nuestro gobierno en diferentes instancias internacionales como la OIT.“Cuando los empleadores y el Gobierno de Colombia participan de los debates de la OIT, adquieren compromisos que posteriormente no son cumplidos o dilatan su acatamiento”, dice en un aparte. Además se insiste en la necesidad del diálogo social tripartito serio y efectivo para superar la falta de voluntad política por parte del Estado y de los empresarios en el cumplimiento de los compromisos adquiridos con los y las trabajadoras y con la OIT. Las principales conclusiones del informe: 1- Las recomendaciones de la Misión de Alto Nivel que visitó a Colombia en febrero de 2011, en su mayoría, se encuentran pendientes de cumplir. Es decir, continúa la ausencia de diálogo social con resultados efectivos, la violencia contra los sindicalistas y la impunidad de los crímenes, los actos de discriminación antisindical, la falta de adecuación de la legislación a las normas y doctrina de la OIT, la escasa asistencia técnica de este organismo Internacional. 2- Algunas medidas adoptadas por el gobierno no logran aún producir cambios en la realidad laboral. Medidas como la creación del Ministerio del Trabajo, el aumento de fiscales e investigadores para los casos de violencia contra sindicalistas, normas para controlar la intermediación de cooperativas de trabajo asociado, las sentencias de la Corte Constitucional que ordenan tomar medidas sobre las nominas paralelas en el Estado, las ordenes de prestación de servicios, contratación civil, no logran reducir la informalidad, la precariedad laboral, las prácticas antisindicales y el déficit de trabajo decente. 3- En Colombia aún estamos lejos de poder ejercer sin obstáculos la libertad sindical. Persiste la cultura antisindical, la precarización y dificultades de asociación y negociación colectiva, y la falta de inspección fuerte y eficiente para la protección de los derechos. 4- El gobierno colombiano suscribió en el 2006 un acuerdo tripartito, en el 2011 suscribió un acuerdo sobre derechos laborales con el gobierno de los Estados Unidos, ese mismo año firmó un acuerdo laboral con la CGT y la CPC para implementar un conjunto de medidas en temas laborales, y recientemente expidió un decreto para garantizar el derecho a la negociación colectiva para empleados públicos(que es un avance pero deja mucho que desear). Así las cosas, el sindicalismo colombiano espera que el gobierno cumpla a cabalidad con estos compromisos con los trabajadores y la comunidad internacional. 5- La violencia antisindical, que en Colombia ha sido sistemática, ha afectado al conjunto de los y las trabajadoras, y ha vulnerado derechos colectivos, debe significar una reparación al colectivo del movimiento sindical. Con fundamento en las anteriores consideraciones, las 3 centrales sindicales solicitarán que Colombia sea incluida en la lista de países llamados a comparecer ante la Comisión de Aplicación de Normas de la 101ª Conferencia de la OIT, a fin de evaluar la situación actual del sindicalismo y los trabajadores colombianos. 07 Argentina: YPF recibió al Sindicato Petrolero multi noticias Rebanadas de Realidad, 15.05.12 El Gerente General de YPF recibió al Secretario General del Sindicato Petrolero Seguridad, capacitación, y preservación del ambiente, son algunos de los temas tratados. Una importante reunión mantuvo el Secretario General de esta organización gremial, Guillermo Pereyra con el recientemente designado Gerente General de Y.P.F S.A., Ingeniero Miguel Galuccio. En el encuentro realizado en la sede central de YPF en Puerto Madero, se coincidió en que, ante las perspectivas de desarrollo y crecimiento de la actividad, principalmente en petróleo y gas no convencional, en perforación, fractura de pozos, mantenimiento y producción, se hace más que urgente la necesidad de organizar la capacitación en esos temas de jóvenes de la región para que las empresas no se vean obligadas a traer trabajadores experimentados de otros países. También se acordó el cuidado del medio ambiente y la observación estricta de las medidas que en materia de seguridad e higiene, permitan evitar que se repitan hechos donde esté en riesgo la integridad de los trabajadores. Guillermo Pereyra enfatizó además sobre la necesidad de establecer los parámetros suficientes como para revertir la situación financiera que atraviesan las pequeñas y medianas empresas de la región, producto de la asfixiante política empresarial de Repsol que, al no reconocerles en tiempo y forma todos los ajustes y mayores costos que tienen estas PYMES, las puso cerca del quebranto. Por último, el líder petrolero transmitió el total y absoluto acompañamiento en esta etapa de los trabajadores de Río Negro, Neuquén y La Pampa, aportando el esfuerzo que fuere necesario para llegar en forma definitiva al autoabastecimiento de petróleo y gas, sugiriendo además que los más de diez mil millones de dólares que se invierten actualmente en la importación sean pronto volcados en la exploración y explotación. Guillermo Pereyra expresó al finalizar la reunión:“Hemos encontrado en este profesional, a un funcionario muy bien formado y de una destacada capacidad en el análisis de la actividad hidrocarburífera en la región y principalmente, en lo que atañe a su empresa, por lo que le transmitimos en nombre de los trabajadores directos e indirectos del petróleo de Neuquén, Río Negro y La Pampa que juntos debemos lograr un crecimiento sustentable de la actividad, que redundará en mayores oportunidades laborales y el avance regional y nacional. Argentina: La UOM demanda aumento salarial El gremio metalúrgico argentino realizó un paro nacional de 24 horas en demanda por un aumento salarial. Valeska Solis FITIM, 15.05.2012 La Unión Obrera Metalúrgica, UOM, de Argentina, ante la negativa del sector empresarial frente a la demanda de aumento salarial para los trabajadores inició un plan de lucha el 10 de mayo, con un paro nacional de actividades por 24 horas. Desde el lunes 14 hasta el viernes 18 de mayo, la UOM, gremio afiliado a la FITIM, tenía previsto realizar una hora de paralización por cada hora de trabajo. La medida fue suspendida dado que el Ministerio del Trabajo dispuso la conciliación obligatoria. Por ende se restablecen las reuniones salariales. La UOM reclama un aumento salarial de entre el 20 y el 25%. Y enfatiza que la medida no es contra el gobierno sino contra los empresarios. 08 multi noticias Panamá: SABMiller persiste con su salvajismo antisindical Por Amalia Antúnez- Rel-UITA 10.05.2012 Luego de retener contra su voluntad a trabajadores que no quisieron firmar un despido encubierto, Cervecería Nacional(SABMiller) suspende a más de 20 obreros por acatar una medida sindical. Luego del atropello a los derechos de sus afiliados que el pasado 4 de mayo fueron secuestrados por la empresa como forma de presión para que firmaran su despido, el Sindicato Industrial de Trabajadores de la Fabricación y Comercialización de Refrescos, Bebidas, Gaseosas, Cervezas, Licores y Similares (SITRAFCOREBGASCELIS), realizó el martes 8 un paro de actividades que incluyó la retención de los camiones que distribuyen el producto de la transnacional. Alejandro John, Presidente del SITRAFCOREBGASCELIS/ Foto: Gerardo iglesias Sirel dialogó con Alejandro John, presidente del Sindicato, para conocer los detalles de esta medida y los pasos que seguirán luego de esta etapa. ¿Cómo se desarrolló el paro de actividades del pasado martes 8? -En algunos centros de distribución la paralización fue parcial, pues dentro de la empresa existe otro Sindicato, pero en la unidad de Chiriquí, donde ocurrió el episodio de la retención de los obreros contra su voluntad, el paro fue acatado en un 100 por ciento. ¿SABMiller se manifestó de alguna manera ante esta medida? -Sí, y con el salvajismo laboral que la caracteriza arremetió nuevamente en contra de los trabajadores, en esta oportunidad suspendiendo a 24 obreros por tres días. Esta medida, al igual que la que originó el conflicto, es ilegal. ¿De parte de las autoridades del Ministerio de Trabajo se dio atención al conflicto? -La Dirección General del Trabajo está actualmente mediando en esta situación y se espera que para esta semana citen a ambas partes con el fin de llegar a un acuerdo y solución del conflicto: que SABMiller se retracte de los despidos y que anule las suspensiones a los trabajadores que acataron la medida sindical del pasado 8 de mayo. Lo que está en curso en este momento es la denuncia penal que realizó nuestra organización sindical, contra cuatro funcionarios de Cervecería Nacional(SABMiller) por privación de libertad de los trabajadores. ¿Qué expectativas tiene el Sindicato sobre esta situación? -El ánimo de los trabajadores es positivo. Han comenzado a entender qué clase de compañía es SABMiller, pero sobre todo han recibido las expresiones de solidaridad internacional que les da la confianza para enfrentar este tipo de atropellos. Agradecemos la rápida y oportuna intervención de la Rel-UITA con la nota dirigida a nuestro presidente Ricardo Martinelli, y también la de sus organizaciones fraternas que se manifestaron en favor de nuestra lucha. Asimismo, queremos transmitir que el Sindicato está firme en la convicción de no permitir que SABMIller continúe con esta política antisindical que ha extendido a toda empresa nacional que compra. 09 multi noticias México: Secuestro, tortura y amenazas contra defensores de DDHH UNI Americas, 19.05.2012 La vida de directores y activistas del Centro de Apoyo al Trabajador(CAT) de Puebla se encuentra en riesgo luego del secuestro de uno de sus miembros y las amenazas a una de sus directoras El 15 de mayo pasado cuatro personas encapuchadas y a bordo de una camioneta secuestraron al defensor de derechos humanos laborales José Enrique Morales Montaño, miembro del Centro de Apoyo al Trabajador(CAT). Estuvo retenido por unas 17 horas, en las fue torturado con una pistola en su sien en repetidas ocasiones y amenazado de muerte. Alrededor de las 05:00 hs. de la madrugada fue abandonado en la carretera PueblaVeracruz, robándole su teléfono móvil y su mochila. Las amenazas de muerte continuaron en la mañana, esta vez a Blanca Velásquez, directora del CAT. La Alianza Trinacional de Solidaridad(TNSA) y las federaciones sindicales internacionales, entre ellas UNI Global Union a través de su sección regional UNI Américas, así como numerosas organizaciones sindicales y sociales mexicanas y de otros países, han lanzado una campaña de denuncia de estos hechos y de solidaridad con los afectados. La misma ha incluido la difusión de los hechos ocurridos en Puebla en webs y redes sociales y el envío de cartas a las autoridades, expresando la preocupación por el clima de terror que se cierne sobre los defensores de los derechos humanos y por sus vidas. Entre los destinatarios de las referidas cartas, se encuentran el Dr. Alejandro Poiré Romero, Secretario de Gobernación; a Marisela Morales Ibáñez, Fiscal General de la República; a Fernando Manzanilla Prieto, Secretario General de Puebla; al Dr. Raúl Plascencia Villanueva, Presidente de la Comisión Nacional de Derechos Humanos; al Lic. Omeheira López Reyna, Unidad para la Promoción y Defensa de los Derechos Humanos, SEGOB; y al Mtro. Adolfo López Badillo, residente de la Comisión de Derechos Humanos del Estado de Puebla. Todas autoridades que tienen responsabilidad en la materia. Se exige que se asegure lo dispuesto por la Declaración de Naciones Unidas sobre los Defensores de los Derechos Humanos, en particular en lo referente a la protección del derecho a promover y procurar la protección y realización de los derechos humanos y las libertades fundamentales(Art. 1) y a garantizar la protección de toda persona frente a toda violencia, amenaza, represalia, discriminación, negativa de hecho o de derecho, presión o cualquier otra acción arbitraria resultante del ejercicio legitimo de los derechos mencionados en la Declaración sobre los Defensores de los Derechos Humanos(Art. 12.2) Lea la misiva remitida por UNI Américas Tribunal Internacional de Libertad Sindical UNI Americas, 09.05.2012 El Domingo 29 de abril de 2012 el Tribunal Internacional de Libertad Sindical se reunió en sesión pública para escuchar los casos de violaciones a los derechos humanos y laborales en México. Este es el tercer año que el Tribunal ha realizado audiencias públicas para dar luz sobre los abusos sistemáticos de los derechos humanos y laborales en México. Cil@s, Centro de Investigación Laboral y Asesoría, abrió la sesión con un emotivo discurso sobre la necesidad del Tribunal Internacional para continuar su labor en la documentación de los abusos a los derechos humanos laborales en México. Tanto UNI Américas como la CSA se dirigieron al Tribunal y la dieron su apoyo a la labor clave que el Tribunal ha comprometido. Durante la sesión abierta más de 10 diferentes organizaciones de trabajadores presentaron sus casos ante el Tribunal Internacional que está integrado por abogados de primer nivel de Argentina, Canadá, Chile, México, España, Uruguay y Estados Unidos. El Tribunal también presentó una Declaración a los sindicatos mexicanos en el Acto del 1º de Mayo en El Zócalo. En los archivos relacionados pueden encontrar los mensajes y saludos que UNI Américas remitió al Tribunal y a los trabajadores y sindicatos reunidos en El Zócalo el 1º de Mayo. 10 Acuerdo internacional entre la FITIM y Ford multi noticias Helmut Lense FITIM, 30.04.2012 El 25 de abril, más de un año después de negociaciones sostenidas con Ford por el afiliado de la FITIM, United Auto Workers(UAW), la Federación Internacional de Trabajadores de las Industrias Metalúrgicas(FITIM) firmó en Detroit con la empresa un Acuerdo Marco Internacional durante la primera reunión del Comité Mundial Ford de Intercambio de Información. Es el primer AMI que suscribe una empresa automotriz fuera de Europa, y representa un hecho importante en las relaciones laborales en el sector automotor mundial. "Mediante un AMI, las empresas se comprometen a observar los derechos humanos y laborales fundamentales, no sólo en sus“propios países”, sino también en todos los restantes donde estén establecidas. Además –y esto es muy importante- exigen a sus suministradores que respeten esos mismos principios. Esto hace posible, incluso en países donde no se respetan esos derechos, que logremos mejores condiciones de vida y de trabajo para la gente”, destacó Helmut Lense, Director del Departamento de Industria Automotriz de la FITIM. Ford convino además en constituir un“Comité Mundial Ford de Intercambio de Información”, en el que se pueden reunir una vez por año representantes de los trabajadores y sindicalistas de establecimientos de Ford de todo el mundo, a fin de intercambiar información y discutir formas de mutuo apoyo. Una parte de esas reuniones anuales es una conferencia con la dirección, en la que ella informará a los participantes de la situación de la empresa, sus planes de inversiones y los asuntos restantes que afectan a los trabajadores y a los lugares de trabajo. Además, también será un foro para comunicar a la dirección de la sede principal de la empresa, casos que no se hayan resuelto localmente. En la primera convocatoria de reunión, el 24-25 de abril, participaron representantes de los trabajadores de los principales establecimientos Ford en EE.UU., Canadá, Europa, Australia, Brasil y Suráfrica, y sus costes los sufragó la empresa. Otros representantes, de Europa e India, también participaron en la reunión, y se espera que el comité más tarde incluya representantes de todas las plantas de producción Ford."Este es un importante paso adelante en la cooperación internacional y el mutuo apoyo entre los trabajadores de plantas Ford en todo el mundo”, dijo Bob King, Presidente de UAW. Los metalúrgicos de Volvo logran acuerdo salarial Valeska Solis, FITIM, 23.05.2012 Los trabajadores de la Volvo de Curitiba-Paraná conquistaron el mayor acuerdo salarial y pusieron fin a la huelga. En tanto los metalúrgicos de PK Cables también lograron un paquete de beneficios. Después de tres días en huelga, el día 18 de mayo, los 4,1 mil metalúrgicos de Volvo, de Curitiba-PR, conquistaron el mayor acuerdo salarial de Brasil, según el Departamento Intersindical de Estadísticas y Estudios Socioeconómicos, Dieese. Conquistaron un paquete de 25 mil reales, entre Participación en los Lucros de Resultados(PLR) y bono, y más 3% de aumento real en los salarios. El acuerdo va a inyectar 102,5 millones de reales en la economía de Paraná, considerando apenas la PLR y el abono, según informa la Dieese. El año pasado el paquete aumentó 19,04% (los metalúrgicos de la Volvo conquistaron en 2011, 15 mil reales de PLR más 6 mil reales de bono, es decir 21 mil reales). La primera parte del paquete acordado será pagado en la semana del 21 al 27 de mayo, 12,5 mil reales. La segunda parte será pagada en el mes de febrero de 2013. Ya el aumento real de 3% será aplicado a los salarios y vales en septiembre en la base de la categoría. Los trabajadores realizaron una asamblea que selló la conquista del acuerdo, el presidente del Sindicato de los Metalúrgicos de Grande Curitiba(SMC), Sergio Butka, enalteció el espíritu de lucha y movilización de los trabajadores de Volvo."Una vez más los metalúrgicos de la empresa demostraron tener conciencia de su valor y capacidad de organización para luchar por lo que es justo", afirmó. Dentro de los próximos 30 días, el sindicato y la empresa, estarán discutiendo las metas de la PLR. La fábrica de Volvo emplea a 3,1 mil trabajadores en la fábrica y mil en el sector administrativo. La producción diaria es de 8 buses, 40 camiones leves y 68 camiones pesados que abastecen el mercado interno y también Chile, Uruguay, Paraguay, México y otros países. 11 multi noticias México: Denuncia contra Excellon Resources Alex Ivanou, FITIM, 30.05.2012 Presentación de una denuncia, basada en la OCDE, contra Excellon Resources Trabajadores y terratenientes mexicanos presentan una denuncia, basada en la OCDE, contra la compañía minera canadiense Excellon Resources. Terratenientes comunales de Ejido La Sierrita, municipalidad de Tlahualilo, en el Estado de Durango, y trabajadores de la mina La Platosa, en el mismo Estado, han presentado conjuntamente una queja contra Excellon Resources el 29 de mayo en las oficinas gubernamentales de Ottawa y Ciudad de México, con arreglo a las Directrices para las empresas multinacionales de la Organización de Cooperación y Desarrollo Económico (OCDE). Los denunciantes dicen que la compañía viola los derechos de los trabajadores y que no cumple el contrato sobre el uso de la tierra firmado con terratenientes de Ejido La Sierrita, en cuyas tierras opera la compañía. La denuncia ha sido firmada por el Canadian Labour Congress, MiningWatch Canada, los afiliados a la FITIM el United Steelworkers(USW) y el Sindicato Nacional de Trabajadores Mineros, Metalúrgicos y Similares de la República Mexicana(SNTMMSRM) y el Proyecto de Derechos Económicos, Sociales y Culturales de México(ProDESC). El presidente del grupo de terratenientes comunales de Ejido, David Espinoza, explicó que la compañía, desde que firmara el contrato con la comunidad en 2008, no ha cumplido muchas de sus obligaciones en virtud del mencionado contrato, como la construcción de una planta de tratamiento de agua, contratos de servicios alimentarios o la contratación preferencial de miembros de Ejido. Al mismo tiempo, la compañía ha explorado en tierras no incluidas en el contrato y ha causado considerables daños al medio ambiente. El representante del SNTMMSRM, Juan Rodríguez, compartió la frustración de los terratenientes con Excellon y explicó que en 2010 los trabajadores de la mina formaron una organización sindical local en Excellon debido a que la compañía no atendía las preocupaciones de salud y seguridad de los trabajadores, y a la falta de beneficios. La compañía respondió con intimidaciones y despidos de dirigentes sindicales y firmó un contrato de protección con la asociación controlada por el empleador para impedir la formación del sindicato independiente en La Platosa. Una denuncia anterior sobre la violación de derechos de los trabajadores presentada al Asesor de Canadian Extractive Sector Corporate Social Responsibility(CSR) en 2011 no dio ningún resultado, pues la compañía se negó a negociar. Ahora, los trabajadores y los terratenientes tratan el caso en Canadá, con la esperanza de que el Punto de Contacto Nacional en el marco de las Directrices de la OCDE adopte serias medidas para instar a la compañía a negociar. Puede obtenerse más información, incluido un ejemplar de las denuncias, en: http://www.miningwatch.ca/news/mexican-workers-landowners-file-secondcomplaint-against-canadian-mining-company-excellon 12 multi noticias Peru: Manifestações contra mineradora deixam 2 mortos Natasha Pitts- Adital, 30.05.12 Manifestações contra mineradora deixam dois mortos e 50 feridos Depois de oito dias de protestos em favor do fechamento da mina Xstrata Tintaya e da recomposição do meio ambiente, no início desta semana as manifestações na província de Espinar, departamento de Cusco, Peru, se intensificaram e terminaram com duas pessoas mortas e 50 feridas, entre policiais e manifestantes. A resposta do governo de Ollanta Humala foi decretar Estado de Emergência por um mês. Durante os dias de protestos, mais de mil policiais foram destacados para agir na província de Espinar. Mesmo a grande quantidade de integrantes das forças de segurança não intimidou os manifestantes. Quando os ânimos se acirraram as balas de borrachas foram deixadas de lado e os policiais passaram a utilizar armas de fogo. A ação resultou em dois manifestantes mortos e dezenas de pessoas feridas, entre eles policiais. Após o anúncio das mortes, os protestos se intensificaram ainda mais com a queima de um veículo público e o sequestro de um Procurador. Para responder às manifestações, o presidente Ollanta Humala decidiu decretar Estado de Emergência por 30 dias – o segundo em seu governo- com a finalidade de garantir‘a segurança, o livre trânsito na região e a vigência dos direitos fundamentais'. Contudo, a medida não agradou à maioria já que significa a suspensão de garantias relacionadas à liberdade de trânsito e reunião, à segurança pessoal e à inviolabilidade de domicílio. Para a Frente de Defesa dos Interesses de Espinar e o alcalde Óscar Mollohuanca a medida não vai resolver os problemas, mas sim limitar a participação das autoridades e da sociedade civil. Demandas As manifestações tinham como principal objetivo chamar atenção das autoridades locais e nacionais para que investigassem os danos ambientais causados pela mina de cobre Tintaya, explorada pela mineradora suíça Xstrata. Outra reclamação era o aumento de três para 30% do valor repassado pela empresa às autoridades locais com vistas a promover o desenvolvimento da região. A população da província também exige a criação de uma Comissão de Alto Nível para iniciar as negociações, além disso, querem que representantes da Xstrata Tintaya estejam presentes na mesa de diálogo para resolver um dos principais problemas, que é a contaminação dos rios Cañipía e Salado. Apesar da disposição da população para dialogar, segundo informações do Servindi, o ministro de Energia e Minas, Jorge Merino, afirmou que não vai conversar com os dirigentes da Frente de Defesa dos Interesses de Espinar enquanto eles mantiverem demandas radicais como o fechamento da mineira Xstrata. Já representantes do Executivo demonstraram disposição para dialogar apenas com autoridades eleitas, deixando claro que não desejam a sociedade civil no debate. Já a mineradora suíça, em carta à opinião pública, lamentou os atos de violência e ratificou o posicionamento de abertura e diálogo. Assegurou ainda sua vontade de melhorar o Convênio Marco, mecanismo que prevê medidas de benefício para a população. 13 multi noticias Brasil: Fabricantes de Caminhões cortam produção e jornada Por Sérgio Ruck Bueno e Eduardo Laguna, Valor Econômico – 29.05.2012 Diante da queda livre nas vendas de caminhões e ônibus, as montadoras e empresas de autopeças estão buscando reduzir a produção e, por enquanto, preservar empregos. A fabricante de motores diesel MWM International recorreu a um expediente já usado no primeiro trimestre de 2009, um período difícil para o setor, logo após a economia brasileira sentir o impacto da crise financeira de 2008. Ela decidiu reduzir a jornada de trabalho e os salários de 3,9 mil funcionários administrativos e das linhas de produção de Canoas(RS) e São Paulo. A medida, objeto de acordo com os sindicatos dos metalúrgicos, vale para junho, julho e agosto e poupa a demissão de cerca de 900 trabalhadores Pressionada pela queda na produção brasileira de caminhões e ônibus neste ano, a fabricante de motores diesel MWM International decidiu reduzir a jornada de trabalho e os salários de 3,9 mil funcionários administrativos e das linhas de produção das unidades de Canoas(RS) e São Paulo. A empresa fechou acordo com os sindicatos dos metalúrgicos das duas cidades para aplicar a medida nos meses de junho, julho e agosto, com o objetivo de evitar a demissão de cerca de 900 trabalhadores. A empresa fornece motores para a MAN, líder no mercado de caminhões com a marca Volkswagen e que vai diminuir o ritmo. A montadora vai suspender a produção nas próximas duas semanas, quando dará férias coletivas para os funcionários da fábrica de Resende(RJ), conforme informações do sindicato local. Segundo Bartolomeu Citeli, diretor de comunicação do sindicato dos metalúrgicos na região de Volta Redonda, a MAN se reúne hoje com representantes dos trabalhadores para discutir a produção do segundo semestre. A maior preocupação no momento é evitar cortes de funcionários. Nenhum representante da MAN foi encontrado para comentar a informação. Na esteira das mudanças na tecnologia de motor- a partir de janeiro só podem ser montados caminhões no padrão Euro 5- que encareceram o preço de veículos pesados em até 15%, as vendas de caminhões caíram 9,2% nos quatro primeiros meses do ano, levando a paradas de produção por montadoras como Volvo, Scania e Mercedes-Benz. Nos próximos três meses, os funcionários terão redução de 20% na jornada e vão trabalhar de segunda a quinta-feira Mas a produção caiu muito mais do que as vendas, ficando na casa dos 30%. Como os veículos com tecnologia antiga puderam ser vendidos até o fim de março deste ano, as montadoras anteciparam a produção e reduziram a montagem dos novos modelos. No caso da MWM, nos próximos três meses os funcionários de Canoas e São Paulo terão redução de 20% na jornada e vão trabalhar apenas de segunda à quinta-feira. Em Canoas, onde a carga horária é de 42 horas semanais, os 1,3 mil empregados receberão salários 15% menores, enquanto em São Paulo, onde a jornada é de 40 horas, o corte nos vencimentos será de 17,5%. Não haverá impacto sobre o pagamento de férias e décimo-terceiro salário. O acordo prevê estabilidade de 45 dias para os funcionários a partir de primeiro de setembro e a devolução dos valores que deixarão de ser pagos, corrigidos pela variação dos salários, quando a produção de motores voltar a 140 mil unidades por ano. Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas, Paulo Chitolina, no ano fiscal de novembro de 2010 a outubro de 2011 a MWM fabricou 148 mil propulsores, mas com a retração do mercado a projeção para os 12 meses seguintes caiu para 120 mil. Conforme Chitolina, a queda da produção foi causada pelo impacto da mudança da tecnologia nos motores diesel a partir de janeiro. O Euro 5 é menos poluentes, mas é mais caro e utiliza combustível com baixo teor de enxofre, não disseminado nos postos de abastecimento, o que ainda causa receio por parte das transportadoras. A MWM vai antecipar reajuste mínimo de 7,6% para os trabalhadores de Canoas referente à data-base de maio Nos quatro primeiros meses deste ano, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores(Anfavea), a produção de caminhões caiu 30,3% ante igual período de 2011, para 42,9 mil, enquanto a de chassis para ônibus recuou 35%, para 8,9 mil unidades .>>> 14 multi noticias Brasil: Fabricantes de Caminhões cortam produção e jornada(cont.) >>> Procurada pelo Valor, a MWM informou, por intermédio de sua assessoria, que não comentaria o assunto. A empresa tem ainda uma fábrica de cabeçotes em Jesús Maria, na província argentina de Córdoba, mas os 180 funcionários locais não foram atingidos pelo corte de salários e jornada, disse o Sindicato de Mecânicos e Afins do Transporte Automotor(SMATA). Para Chitolina, apesar do corte temporário dos salários, os funcionários de Canoas conseguiram "avanços" na negociação com a empresa. De acordo com ele, a MWM concordou em antecipar um reajuste mínimo de 7,6% referente à data-base de primeiro de maio, independente das negociações entre os sindicatos dos trabalhadores e das indústrias, e em adotar definitivamente a jornada de 40 horas a partir de setembro, sem redução salarial. Em São Paulo não houve antecipação de reajuste porque a data-base dos metalúrgicos da região é apenas em novembro, explicou o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, Edson Passos. Segundo ele, a unidade paulista já opera em regime de 40 horas semanais e por isso também não haverá alteração na jornada após o período de ajuste na produção. A Mercedes-Benz anuncia hoje medidas para ajustar a produção em São Bernardo do Campo. Além de adotar a semana curta- com apenas quatro dias úteis-, a montadora de origem alemã já concedeu férias coletivas de dez dias em abril, colocou 480 operários em licença remunerada e parou a produção na semana passada. Scania já realizou quatro paradas entre abril e maio e negocia com o sindicato outras paradas de produção. A Volvo planeja usar o banco de horas de 1,3 mil empregados a partir do fim deste mês.(Colaborou Cesar Felício, de Buenos Aires) Cobrado pelo Sindicato dos Metalúrgicos, Trabalho defende fim das demissões na GM AgoraVale, 31;05.2012 Em reunião com representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, o ministro do Trabalho, Brizola Neto, se comprometeu a tomar iniciativas que evitem novas demissões na General Motors. O presidente do Sindicato, Antonio Ferreira de Barros, apresentou ao ministro o cenário vivido hoje pelos trabalhadores da montadora. A reunião aconteceu nesta quarta-feira, dia 30, em Brasília. O ministro se mostrou preocupado com as demissões e disse que, em breve, vai detalhar para o Sindicato quais providências serão tomadas. Ele deve entrar em contato com órgãos federais diretamente ligados às políticas voltadas para as montadoras. Entre abril de 2011 e abril de 2012, foram demitidos 1.022 funcionários da fábrica de São José dos Campos e 771 de São Caetano do Sul. O Sindicato deixou claro, para o ministro, que está aberto ao diálogo com a GM para discutir sobre futuros investimentos na fábrica de São José dos Campos. Brizola Neto concordou com o Sindicato de que a GM deve ser cobrada pelas demissões, já que vem recebendo incentivos fiscais por parte do Governo Federal. “O ministro mostrou-se contrário às demissões e se colocou à disposição do Sindicato para apoiar essas reivindicações. Agora o Sindicato vai aguardar medidas concretas que o governo possa tomar para impedir novas demissões, especialmente de lesionados. Enquanto isso, os trabalhadores e o Sindicato continuam na luta para que a GM pare de demitir e volte a investir na fábrica de São José dos Campos”, afirma Antonio Ferreira de Barros. Outras reivindicações Além de apresentar a situação dos trabalhadores da GM, o Sindicato também protocolou uma carta em que pede abertura de discussões sobre a necessidade de redução da jornada de trabalho na Embraer e estabilidade no emprego para os funcionários da fabricante de aviões. Hoje, a jornada na Embraer é de 43 horas semanais – uma das maiores do setor aeronáutico no mundo. Também foi apresentado um relatório referente às empresas de nossa base que estão em débito com o FGTS e INSS 15 multi noticias Brasil: Sindicato cobra mais segurança da Usiminas Fernanda Pires, Valor Econômico – 23.05.2012 Cinco dias após a explosão seguida de incêndio no alto-forno 2 da Usiminas, em Cubatão (SP), o clima entre os trabalhadores é de apreensão com a possibilidade de novas ocorrências. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Baixada Santista, este é o terceiro acidente no alto-forno 2 ocorrido nos últimos 60 dias. "O fato de ninguém ter ficado ferido não quer dizer que o acidente não possa ter consequências fatais. Por sorte era noite e havia poucas pessoas por perto", afirmou o presidente da entidade, Florêncio Resende de Sá. O sindicalista reivindicava, na tarde de ontem, em frente à siderúrgica, investimento da companhia em manutenção e conclamava os operários da siderúrgica a participarem da assembleia que ocorreria à noite, na sede do sindicato em Santos(SP). Pessoas ouvidas pelo Valor ontem, nas proximidades da indústria, afirmaram que o altoforno 2 vinha trabalhando com excesso de carga em relação à vazão programada. O volume estaria aproximadamente 10% acima da capacidade no dia do acidente. As fontes preferiram não se identificar temendo retaliações. Alguns trabalhadores que presenciaram o incêndio disseram que as explosões no alto-forno 2 são"recorrentes", mas dessa vez a proporção foi maior. Um deles, há mais de 20 anos na siderurgia e egresso da estatal Cosipa, afirmou nunca ter visto algo parecido na companhia. O incêndio começou na noite de sexta-feira e perdurou até a madrugada de sábado, o que exigiu a presença de viaturas de bombeiros dos municípios de Cubatão, Santos e São Vicente para controlar as chamas. Não houve vítimas, mas o acidente provocou a destruição da chaminé do alto-forno 2. O acidente ocorre num momento em que o sindicato negocia a campanha salarial, o que deve turbinar as discussões e endossar os pedidos de melhores condições de trabalho. Em novembro de 2010, a empresa e o sindicato passaram a discutir mensalmente temas ligados a saúde e segurança. Desde então não ocorreu mais acidente fatal na siderúrgica. "Queremos explicações sobre a ocorrência dos acidentes e soluções imediatas", afirmou o presidente do sindicato, na assembleia realizada ontem à noite, na qual foi aprovada deflagração de greve em 72 horas caso a empresa não apresente uma pauta de negociação. Hoje, os líderes sindicais se reúnem com representantes da empresa, a partir das 9 horas, em Cubatão. O movimento grevista não tem relação com o acidente e já estava programado antes do ocorrido no alto-forno 2."A greve acaba juntando tudo: segurança, dissídio coletivo, insatisfação geral", disse Sá. Entre as reivindicações, os metalúrgicos querem reajuste salarial de 16,21%, percentual resultado de uma equação que leva em conta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o crescimento da indústria e a produtividade. Eles querem ainda benefícios como vale alimentação no valor mensal de R$ 600 e auxílio-creche de R$ 1.120 para quem tem filhos com idade de 0 a 6 anos. Questionada no fim da tarde de ontem sobre a relação entre o volume de carga e a capacidade no alto-forno 2 e sobre a suposta recorrência de acidentes, a Usiminas não se manifestou até o fechamento desta edição. Em nota divulgada na segunda-feira, a empresa afirmou que o alto-forno 2 já operava com 100% da capacidade e que o incêndio deixou o equipamento parado por apenas três horas. Segundo a nota da companhia, todos os procedimentos de emergência foram adotados imediatamente, o que impediu que alguém ficasse ferido. As causas do incidente estão sendo apuradas. 16 multi noticias Brasil: Contraf-CUT aponta concentração dos bancos Contraf/CUT, 29.05.2012 “Quanto mais concentrado um setor maior sua capacidade de determinação de preços abusivos” Após matérias veiculadas na imprensa sobre a possível compra do Banco Santander Brasil por outra instituição financeira nacional, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro(Contraf-CUT) e o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região vêm a público declarar que a possível venda é prejudicial à sociedade brasileira por elevar ainda mais a concentração do mercado bancário. A prática de mercado nos mostra que quanto mais concentrado um setor maior sua capacidade de determinação de preços abusivos. O preço cobrado pelos bancos do consumidor é o juro, portanto qualquer processo que intensifique a concentração no setor certamente estaria na contramão das recentes medidas do governo brasileiro de redução das taxas de juros praticadas no país, condição fundamental para a continuidade do processo de desenvolvimento econômico. É importante ressaltar que a questão de fusões e aquisições de empresas financeiras vem se acentuando nas duas últimas décadas. No ano de 1999, por exemplo, segundo os dados do Banco Central, os seis maiores bancos(BB, CEF, Bradesco, Itaú, Unibanco e Banespa) concentravam 59% do Ativo Total do Sistema Bancário Brasileiro. Já em 2011, os seis maiores bancos(BB, Itaú-Unibanco, Bradesco, CEF, Santander e HSBC) passaram a concentrar 81% do Ativo Total do Sistema Bancário Brasileiro. Com relação às operações de crédito observa-se a mesma tendência: enquanto em 1999 os seis maiores bancos possuíam pouco mais de 60% do total de operações de crédito do setor, em 2011 essa participação chega a 83%. Tais números são suficientes para caracterizar o setor bancário brasileiro como um oligopólio. Em 2008, por exemplo, na ocasião da fusão entre Itau e Unibanco, o impacto direto foi o fechamento de 6.818 postos de trabalho no ano seguinte. Em 2007, com a compra do Banco Real pelo Santander o impacto direto foi de 2.969 postos de trabalho ao final de 2008. A crise financeira internacional não deve ser pretexto para incentivar concentrações setoriais que prejudiquem os consumidores, empresas e trabalhadores. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica(CADE) não pode permitir um processo de fusão/aquisição que gere tamanhos danos para a sociedade brasileira, principalmente no momento em que existe enorme necessidade de que o setor financeiro contribua definitivamente para o desenvolvimento econômico com distribuição de renda e justiça social. Sidenor cambia su denominación por la de Gerdau M&M Digital, 30.05.2012 Gerdau Sidenor cambia su marca, que pasa a ser Gerdau. Así, culmina el proceso de integración que comenzó en 2006 y que se ha ido forjando desde entonces con el objetivo de tener una empresa única y global. De este modo, las plantas de Gerdau en Europa continuarán con el enfoque estratégico definido por la compañía y seguirán atendiendo las demandas de sus clientes a través de la producción de acero especial, destinado a la fabricación de automóviles, maquinaria y bienes de equipo, construcción naval y civil, defensa, energía, minería y sector petroquímico. Gerdau es líder en la producción de aceros largos en Latinoamérica y Norteamérica y una de las mayores proveedoras de aceros largos especiales. Cuenta con 45 mil colaboradores y posee operaciones industriales en 14 países—en Latinoamérica, Norteamérica, Europa y Asia— que suman una capacidad instalada superior a 25 millones de toneladas por año. Es la mayor recicladora de Latinoamérica y, en el mundo, transforma anualmente millones de toneladas de chatarra en acero. Con cerca de 140.000 accionistas, Gerdau está listada en las bolsas de valores de São Paulo, Nueva York y Madrid. En Europa, Gerdau cuenta con plantas productivas en el País Vasco, Cantabria, Madrid y Cataluña, y delegaciones comerciales en Alemania, Francia, Italia y Reino Unido, que tienen una capacidad de producción total de más de un millón de toneladas al año de aceros especiales. Posee uno de los mayores centros de excelencia de I+D del sector del acero de Europa para la optimización de sus procesos y productos. 17 multi noticias Brasil: Nova política para o setor industrial quimíco Sindiquímica – BA, 09.05.2012 Movimento sindical apresenta propostas no Conselho de Competitividade da Indústria Química e Plástica Com o objetivo de criar uma nova política para o setor industrial, o governo federal lançou, em 2011, o Plano Brasil Maior, composto por 19 Conselhos de Competitividade Setorial e nove Coordenações Sistêmicas. São Conselhos de caráter consultivo e composição tripartite(governo, empresários e trabalhadores), que já estão funcionando. Dentre as atribuições desses Conselhos está a de apresentar propostas que aumentem a competitividade dos setores incluídos no Plano. A nossa participação nos trabalhos do Conselho é muito importante para apresentar propostas de geração de mais empregos, evitar a precarização do trabalho e também promover a defesa do meio ambiente e, garantir a saúde e segurança no ambiente de trabalho. O Conselho de Competitividade Setorial da Indústria Química, Petroquímica e Plástica é formado por 20 conselheiros titulares. São membros do governo representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social(BNDES) e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior(MDIC); representantes dos empresários da Abiplast, Abrafas, Abiquim, Anda, Carbocloro, Braskem, do grupo Elekeiroz, grupo Ultra, Unigel, CNI, Vale do Rio Doce, Petrobras e Abimaq; e cinco representantes do movimento sindical, com dois assentos pertecendo a CNQ, ocupados por Antenor Eiji Nakamura, Coordenador Geral da CNQ e Carlos Itaparica, do Sindiquímica da Bahia. Já foram realizadas várias reuniões do Conselho que apresentou propostas para: Ampliar a produção nacional Elaborar diagnóstico de oportunidades na cadeia química Revisão das alíquotas de importação de produtos químicos Normas técnicas para os produtos importados e compras governamentais Incentivar investimentos em produtos químicos de origem renovável(o BNDES já financia 34 planos de investimentos de empresas) Reduzir custos de matéria-prima e gás natural a serem repassados à cadeia Desonerar as matérias primas para viabilizar a competitividade Ampliar investimentos em pesquisa e desenvolvimento Simplificação das linhas de inovação Criar centro de estudos e desenvolvimento Inserção internacional das empresas nacionais Capacitação e qualificação de recursos humanos Além disso, o movimento sindical preocupado com os impactos que poderão provocar essas propostas apresentou os seguintes adendos: 1) apresentação de relatório trimestral com os nomes das empresas e segmentos em que atuam 2) as empresas do setor químico beneficiadas com desoneração, incentivos fiscais, redução de alíquotas ou empréstimos do BNDES deverão informar de forma transparente o impacto desses benefícios na manutenção, qualidade ou incremento do emprego e nos equipamentos destinados a melhorar as condições de trabalho; 3 para ter acesso a esses benefícios fiscais as empresas deverão apresentar certidão negativa em relação a existência de débitos trabalhistas na justiça do trabalho, bem como o cumprimento das convenções coletivas locais; 4)essas empresas beneficiadas deverão apresentar estudos sobre o impacto ambiental e social; 5)promover a qualificação profissional envolvendo, além do SENAI, outras instituições de ensino técnico público e 6) promover um processo de avaliação de forma sistemática sobre as medidas adotadas e seus impactos na economia nacional e regional, nos empregos e qualificação da mão de obra e os efeitos na cadeia de produção. O relatório final do Conselho Setorial da Indústria Química e Plástica que inclui as propostas elaboradas pelos conselheiros, dentre eles os integrantes da bancada dos trabalhadores, foi encaminhado ao Coordenador do Conselho, representado pelo BNDES. O documento será encaminhado ao Comitê Gestor que posteriormente o encaminhará ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial(CNDI) que tem como atribuição propor ao governo às políticas nacionais e medidas específicas destinadas a promover o desenvolvimento industrial do País. 18 multi noticias ArcelorMittal freia plano bilionário de expansão no Brasil Ivo Ribeiro, Valor Econômico – 21.05.2012 O maior fabricante de aço no Brasil, o grupo ArcelorMittal, do bilionário indiano Lakshmi Mittal, pôs o pé no freio e decidiu ajustar suas operações locais em linha com a demanda. Ao mesmo tempo, vai manter em espera, por tempo indeterminado, seus dois projetos de expansão no país, duas obras avaliadas em mais de US$ 1,5 bilhão, suspensos alguns meses atrás. O motivo é a estagnação da demanda, com a desaceleração da economia. "Vamos esperar a situação de mercado ter maior firmeza para reiniciar esses projetos", disse ao Valor, em entrevista por telefone, Benjamin Baptista, presidente da holding ArcelorMittal Brasil e CEO de aços planos do grupo na América do Sul. Para o executivo, com o cenário internacional difícil- crise nos países da zona do euro, desaceleração na China e excesso de oferta mundial de aço- não há como manter o ritmo de"capex"(investimentos). Sua avaliação é que o cenário hoje não se mostra nada positivo na economia e para a indústria mundial do aço."Mas, talvez não chegou ainda ao fundo do poço", comenta Baptista, referindose ao desfecho que poderá ter as decisões da crise da Grécia e outros países da União Europeia. As expansões previstas do grupo no país estão ligadas ao setor automotivo, na área de aços planos, e ao industrial e para exportação, no caso de aços longos. Como a situação mudou muito, falar em aumento de oferta não faz mais sentido, lembrou ele. Para Baptista, o momento é de administrar a oferta com o potencial de demanda. O projeto de maior envergadura, orçado em US$ 1,2 bilhão, foi paralisado, pela segunda vez e continua na geladeira, Fica em Monlevade, uma das fábricas mais antigas do grupo no Brasil. Depois de atropelado pela crise de 2008/2009, sua montagem foi reativada em 2010 e já se encontrava com todas as obras civis prontas e os equipamentos comprados. Dados do setor de distribuição de aços planos mostram abril em queda de 10% nas vendas e aumento dos estoques A expansão previa dobrar a capacidade de produção de fio-máquina, um produto com aplicações industriais(fabricação de pregos, parafusos, arames...). Dependeria no início de colocação o mercado externo, enquanto a demanda doméstica fosse ganhando corpo para a nova oferta. O projeto foi desenhado para levar a usina a 2,4 milhões de toneladas por ano. Em outro mercado, o de aços planos, com os aumentos de vendas de automóveis e novos projetos de montadoras, a empresa anunciou há pouco mais de um ano nova linha de aço especial para carros na Vega do Sul, filial de Santa Catarina. O objetivo era ofertar mais 600 mil toneladas por ano, com investimento de quase US$ 400 milhões. Por ora, não existe mais esse mercado. Segundo Baptista, a demanda interna de aço plano fechou o primeiro trimestre com retração de 1%. Isso afetou também as concorrentes, Usiminas e CSN, que vieram com resultados deprimentes. Já no setor de aço longo, onde a briga é com Gerdau e Votorantim, observou-se uma situação um pouco melhor: alta de 4%, puxada pela construção imobiliária e por obras de infraestrutura. Dados do setor de distribuição de aços planos mostraram abril com queda de 10% nas vendas e aumento dos estoques, para além da marca de 1 milhão de toneladas(três meses de vendas da rede). A entrada de aço no país, até o fim de março, cresceram em torno de 25%, levando a participação de material externo direto no consumo aparente para 16%. Em sua estrutura atual, a ArcelorMittal Tubarão gera um excedente de 3,5 milhões de toneladas de placas Para manter o equilíbrio de oferta e demanda no mercado mais afetado, o de aço plano, a ArcelorMittal Tubarão, presidida por Baptista, aproveitou para fazer reformas e serviços de manutenção em suas instalações, operando parcialmente. Na usina de Tubarão, ao lado de Vitória(ES), o maior alto-forno está parado desde 17 de abril e só volta no fim de julho, fazendo a primeira reforma em quase 30 anos de atividades ininterruptas. Quando essa instalação for religada, vai interromper o forno nº 3, de porte similar(3,5 milhões de toneladas de aço bruto/ano), para manutenções de equipamentos periféricos. Seu retorno está previsto para o fim de novembro. A reação do mercado até lá é que vai definir sua volta, ou se para outra vez o forno menor(o segundo da usina), que, desde a crise de 2008, só foi religado em março para ajustar os estoques durante a reforma.(...) Leia mais 19 Siemens investe no Brasil multi noticias InfoRel, 28.05.2012 Multinacional alemã fortalece presença no Brasil de olho na região A multinacional alemã Siemens investirá US$ 1 bilhão no Brasil para consolidar seus negócios na região. A empresa pretende expandir os investimentos na América do Sul nos próximos cinco anos e aposta na estabilidade e segurança jurídica do Brasil. De acordo com o porta-voz da empresa, Peter Solmssen, a Siemens vai consolidar seu portfólio nos setores de energia, indústria, infraestrutura e saúde. "Fazemos negócios com o Brasil há 100 anos e nunca estivemos tão seguros com o futuro promissor que temos na região, por isso vamos investir no Brasil", afirmou Solmssen. Um dos primeiros investimentos da ordem de US$ 60 milhões será para a construção de uma nova fábrica de motores de baixa e alta voltagem e geradores para o mercado doméstico e para aumentar as exportações a partir do Brasil. Nos últimos dez anos, a empresa investiu US$ 700 milhões no Brasil, abrindo oito fábricas e gerando quatro mil empregos diretos. Para a Siemens, o Brasil é uma das economias com maior crescimento a nível global, o que converteu o país em uma potência aos olhos da empresa. "Na medida em que o seu crescimento econômico se torna mais complexo, consideramos que o Brasil vai necessitar de mais e diversos produtos, por isso estamos planejando esta expansão no país", explicou Solmssen. A empresa deve abrir ainda em 2012, um centro de pesquisas e desenvolvimento no Rio de Janeiro, voltado para o setor de gás e petróleo. Para a nova fábrica a ser aberta no Brasil, serão contratados 200 pesquisadores e engenheiros para trabalhar em soluções que melhorem a eficiência da cadeia de valor do setor petroleiro e de gás. Atualmente, a Siemens conta com dez mil empregados no Brasil e investimentos de US$ 2,8 bilhões. Faurecia expande negócios no Brasil Clayton Netz, Isto é Dinheiro – 18.05.2012 A fabricante de autopeças francesa Faurecia, comandada globalmente pelo CEO Yann Delabrière, vai investir R$ 360 milhões no Brasil, nos próximos quatro anos. A fabricante de autopeças francesa Faurecia, comandada globalmente pelo CEO Yann Delabrière, vai investir R$ 360 milhões no Brasil, nos próximos quatro anos. Em 2012, está prevista a abertura de quatro novas fábricas no País. Atualmente, a Faurecia conta com 13 unidades, localiza das nos polos automobilísticos de São Paulo, do Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e da Bahia. Nome pouco conhecido dos brasileiros, a Faurecia é a sexta maior fornecedora mundial de autopeças, com receita de€ 16,2 bilhões no ano passado, geradas por operações em 33 países. Controlada pela Peugeot/Citroën, que detém 57,4% de seu capital, a empresa faturou€ 117 milhões no primeiro trimestre deste ano com sua operação local, que fornece itens como assentos automotivos, escapamentos, para-choques e painéis de instrumentos para clientes do porte de Volkswagen, Fiat, GM e Toyota. 20 Paraguai planeja polo produtor de alumínio multi noticias Vanessa Dezem, Valor Econômico – 28.05.2012 O gigantesco projeto de produção de alumínio primário que a multinacional anglo-australiana Rio Tinto está desenhando para instalar no Paraguai, usando energia da hidrelétrica de Itaipu, está movimentando as autoridades do país. O objetivo, agora, é atrair empresas brasileiras transformadoras do metal para se instalarem no entorno e, assim, criar um polo de fabricação de itens como cabos e fios, componentes e peças fundidas e embalagens, entre outros produtos. As negociações do governo paraguaio correm paralelas com a Rio Tinto e empresas brasileiras do setor. Segundo apurou o Valor, já existem companhias transformadoras com interesse em se estabelecer no Paraguai. Um dos motivos é que a oferta do metal no Brasil estagnou. O país poderá enfrentar déficit a partir deste ano ou no mais tardar 2014. Devido aos custos elevados da energia, os atuais grupos produtores- Votorantim/ CBA, Alcoa, BHP Billiton, Norsk Hydro e Novelis- não têm, até o momento, planos de expansão e muito menos de instalar novas fundições no país. Pelo contrário, corre-se o risco até de novos cortes na oferta. A Rio Tinto, que comprou a antiga canadense Alcan em 2008, traçou caminho fora do Brasil. O governo paraguaio informou ao Valor que a Rio Tinto desenha um projeto com capacidade de produção de 674 mil toneladas de alumínio primário por ano. Deverão ser investidos US$ 3,5 bilhões para a construção da unidade de fundição. Ao se considerar os desembolsos necessários à infraestrutura do parque industrial, os recursos podem ultrapassar os US$ 4 bilhões, avalia o governo. "É do interesse do governo do Paraguai atrair empresas brasileiras para criar uma área de produção industrial de produtos de alumínio usando o material primário da Rio Tinto", afirmou Diego Zavala, consultor para o Ministério da Indústria e Comércio do Paraguai para o projeto da Rio Tinto. Até agora, o governo recebeu cartas de intenção de 16 empresas consumidoras da matéria-prima, com interesse em se estabelecer no polo industrial. A grande parte dessas empresas tem operações no Brasil. Entre os setores envolvidos estão laminação, extrusão(perfis para construção), fios e cabos elétricos, ligas de alumínio, reciclagem, gases industriais, ligas de aço, estruturas de metal e até de cimento. "Levando em consideração que o parque industrial ainda está em etapa preliminar, o interesse crescente é encorajador", disse Zavala. O projeto ainda está em fase de desenvolvimento e o governo do Paraguai está finalizando os estudos de impactos econômicos e na área de energia. Estão sendo analisados também a estrutura de impostos e a infraestrutura necessária para o parque industrial. Segundo Zavala, a companhia foi atraída pela grande oferta de energia oferecida pelo país a baixo custo, além da proximidade de grandes mercados consumidores, como o Brasil e a Argentina. Energia é o insumo de maior peso na indústria de alumínio primário, podendo representar até um terço do custo de produção. Para os padrões mundiais, uma fundição do metal, para ser competitiva, não pode ter energia acima de US$ 30 por MWhora. Os planos de investimentos da Rio Tinto no Paraguai podem ser considerados uma resposta à situação do mercado de alumínio global. Desde o início do ano, as principais produtoras do mundo, como Alcoa, BHP Billiton e a própria Rio Tinto, anunciaram cortes na produção do metal, que sofreu forte queda nos preços. No segundo semestre do ano passado a cotação no alumínio na Bolsa de Metais de Londres(LME) recuou 21,54%, variando entre US$ 2 mil e US$ 2,2 mil a tonelada.. Com o cenário da demanda pelo metal se degradando, diante da crise na Europa e da desaceleração do consumo da China, as empresas do setor- que enfrentam alta de custos de produção passaram a rever suas estratégias. Elas buscam locais que possam oferecer baixos custos, principalmente de energia "Não foi negociado ainda o preço da energia, mas o sistema elétrico do Paraguai tem energia em abundância e o governo quer estimular a instalação desse parque fabril", ressaltou Zavala. Para o Brasil, segundo ele, isso traria vantagens por se tornar uma plataforma industrial que serviria o país na oferta de alumínio primário e seus produtos, a preço competitivo. A Rio Tinto afirmou que"não vai comentar os investimentos nessa fase" do projeto paraguaio. 21 "Fracasar no es una opción para Río+20" multi noticias IPS, 23.05.2012 Entrevista al diplomático singapurense TOMMY KOH, clave en la preparación de Río-92 La Cumbre de la Tierra, realizada en 1992 en Río de Janeiro, fue descrita como una de las mayores conferencias internacionales de la historia de la ONU. Pero al igual que con los preparativos para Río+20, las negociaciones se sucedieron entonces hasta casi el comienzo del encuentro. Los 20.000 participantes a la histórica cumbre, entre ellos más de 100 gobernantes, reafirmaron de forma inequívoca que el ambiente forma parte integral del desarrollo, aprobó la Agenda 21, un plan global de acción para el desarrollo sustentable, y también la Declaración de Río sobre Ambiente y Desarrollo. En 1992 se aprobó, además, la Convención Marco de las Naciones Unidas sobre Cambio Climático y el Convenio sobre Biodiversidad, y creó la Comisión de las Naciones Unidas sobre Desarrollo Sostenible. El embajador Tommy Koh, presidente del Comité Preparatorio de la Cumbre de la Tierra, reconoció que las prolongadas negociaciones"fueron muy difíciles", y que se extendieron hasta el último segundo. Koh también fue embajador de su país en Estados Unidos y presidente de la Conferencia de las Naciones Unidas sobre el Derecho del Mar, donde se adoptó un tratado internacional sobre los océanos en los años 80. Dos décadas después se prepara la Conferencia de las Naciones Unidas sobre el Desarrollo Sostenible o Río+20, del 20 al 22 de junio, a la que concurrirán unas 70.000 personas, entre ellas incluidas 100 gobernantes, es decir más del triple de hace dos décadas, según el secretario general de la ONU(Organización de las Naciones Unidas), Ban Ki-moon. IPS: ¿Cómo caracterizaría los logros y los fracasos de la Cumbre de la Tierra? ¿Podría decir que arrojó resultados duraderos y tangibles? TOMMY KOH: Hubo un cambio de paradigma en el mundo. Gracias a esa cumbre, los 193 estados miembro de la ONU tienen un ministerio de ambiente o agencias de protección ambiental. En todos los países, el desarrollo sustentable es la norma. IPS: Dos décadas después hay escépticos que señalan que el ambiente global fue de mal en peor por la contaminación de gases invernadero, el cambio climático, la deforestación, el consumo ostentoso de alimentos, agua y energía, el crecimiento de población y la destrucción gradual de ecosistemas marinos. ¿Qué opinión le merece esto? TK: Es una verdad lamentable que no hayamos logrado a escala global reducir las emisiones de gases contaminantes ni enlentecer la pérdida de bosques, de hábitats naturales y de biodiversidad ni logrado una buena gestión de los océanos. Pero a escala nacional y regional, hubo avances significativos. En Singapur, por ejemplo, el amor a la naturaleza y el deseo de vivir en armonía con ella van en aumento. A pesar de nuestra alta densidad poblacional, 47 por ciento de nuestro territorio tiene una vegetación exuberante. Singapur también encabezó una iniciativa para conseguir apoyo de todas las partes del Convenio sobre Biodiversidad para adoptar el Índice de Biodiversidad de la Ciudad de Singapur. Logramos un tremendo avance en el uso eficiente de agua y reciclado de aguas residuales. La opinión pública está totalmente a favor de la tendencia a construir de edificios verdes, dispositivos de bajo consumo y tecnologías verdes. IPS: El actual Comité Preparatorio sigue dividido, también según la línea Norte-Sur, sobre el plan global de acción hacia un futuro sostenible que será adoptado el mes que viene. ¿Cuán difícil fueron las negociaciones para la Agenda 21? ¿Algún consejo para quienes están en esa labor ahora? TK: El mundo se volvió más interdependiente pero, al mismo tiempo, más dividido. Estados Unidos afronta una recuperación débil y una elección presidencial. La Unión Europea(UE) busca restaurar la confianza del euro para reducir su deuda soberana y estimular el crecimiento. Son tiempos difíciles para Occidente. Les costará tomar decisiones difíciles y asumir compromisos. Pero hay mucho en juego. Fracasar no es una opción. Confío en que Río+20 será un éxito.(...).(FIN/2012) 22 multi noticias Análisis de IPS sobre pleito UE contra Argentina Análisis de Gustavo Capdevila, de la agencia IPS, 20.05.2012 El pleito de la Unión Europea(UE) contra Argentina ante la Organización Mundial del Comercio(OMC) tiene más fines políticos que comerciales, evaluaron expertos en esta ciudad suiza. La demanda seguramente se prolongue por dos o tres años, tiempo en el que Argentina haya encontrado otros mecanismos con los que hacerse de divisas. El funcionamiento del tribunal de la OMC, denominado Órgano de Solución de Diferencias, permite vaticinar que esta causa, como tantas otras diligenciadas en ese fuero, se arrastrará durante años. Luego de apelaciones y dilaciones procesales previsibles, vendrá el periodo de aplicación de la sentencia firme, lo cual consumirá un lapso de por lo menos dos o tres años, estimaron. Para entonces es muy probable que Argentina ya haya encontrado otras variantes económicas para hacerse de las divisas que ahora procura a través del superávit comercial y para lo cual regula las importaciones con procedimientos que la UE cuestiona. Por eso, la causa iniciada este viernes 25 por los europeos parece más bien orientada a buscar un efecto mediático que presione al gobierno argentino centroizquierdista de Cristina Fernández y lo fuerce a recapacitar y moderar algunas de sus políticas que incomodan a los países industrializados, estimaron las fuentes. Los expertos consultados por IPS dan por descontado que se formará un grupo especial(panel) que juzgará en primera instancia la demanda europea. Los procedimientos de la OMC establecen que, si no hay acuerdo entre las partes, ese órgano se constituye de manera automática a los 60 días de la presentación del reclamo. Todo ese proceso aumentará la agitación mediática contra Argentina, como también ocurrirá en los días venideros, cuando se vayan conociendo los nombres de los países que se sumen a la querella europea contra Buenos Aires. "Sin duda alguna, me alegraré si en los próximos días o semanas algunos de nuestros socios comerciales se unen a nuestra acción en la OMC", dijo, con entusiasmo, el comisario europeo de Comercio, el belga Karel de Gucht. El gobierno argentino ha reconocido que necesita superávit comercial para atender sus compromisos externos, pues hasta ahora le está vedado el acceso a las fuentes financieras tradicionales a causa del cese de pagos de su deuda que declaró a fines de 2001, en un periodo de turbulencias económicas y sociales. Durante el gobierno del hoy fallecido Néstor Kirchner(2003-2007), Argentina consiguió reestructurar en gran parte su deuda, pero dejó pendiente un arreglo de sus obligaciones, que se calcula en unos 9.000 millones de dólares, con el Club de París, como se denomina el acuerdo informal de países industrializados para coordinar soluciones de pago de naciones endeudadas. "Si la Unión Europea tuviera real interés en que Argentina levantara sus restricciones a las importaciones debería haber favorecido un acuerdo con el Club de París", razonó un experto latinoamericano consultado por IPS. "Desaparecida esa excepcionalidad, Buenos Aires podría retornar a los mercados financieros y redimensionar sus necesidades de excedentes en la balanza comercial", añadió. De cualquier manera, lo que se avecina es un pleito áspero y prolongado. Las fuerzas son desparejas, como ocurre cada vez que un país en desarrollo es demandado por una nación industrializada, comentó una de las fuentes. La UE dispone de un cuerpo legal probado en innumerables litigios seguidos ante los tribunales de la OMC. En cambio Buenos Aires, menos habituado a esas aulas, tendrá que recurrir, probablemente, a los bufetes de abogados expertos en comercio, con honorarios astronómicos, que ahora pululan en Ginebra. En concreto, el bloque europeo cuestiona medidas del gobierno argentino que considera restrictivas y que incluyen el régimen de licencias de importación, los procedimientos para obtener esos permisos y la obligación de las empresas de equilibrar importaciones mediante exportaciones. >>> 23 multi noticias Análisis de IPS sobre pleito UE contra Argentina(cont.) >>> Esas restricciones afectaron en 2011 a las ventas europeas por un monto de 500 millones de euros(unos 626 millones de dólares al cambio actual), sobre un total de exportaciones a Argentina calculadas ese mismo año en unos 8.300 millones de euros(10.400 millones de dólares), según datos suministrados por Bruselas. De Gucht dijo que los efectos de esas disposiciones recaen en una amplia gama de productos, de automóviles a electrodomésticos y de computadoras a teléfonos móviles. El representante europeo sostuvo que el clima para el comercio y las inversiones ha empeorado de forma constante en Argentina durante los últimos años y afirmó que la expropiación de la mayoría de las acciones que tenía en la petrolera YPF la empresa transnacional de origen español Repsol, por parte del estado argentino,"es una clara prueba de eso". Sin embargo, De Gucht reconoció que la expropiación parcial de Repsol no constituye un tema de competencia de la OMC pues cae bajo la jurisdicción de un acuerdo bilateral de inversiones entre España y Argentina. Los negociadores comerciales argentinos sostienen que todas las medidas adoptadas con respecto a las importaciones cumplen con las obligaciones contraídas por su país como miembro de la OMC. Por otro lado, en respuesta a las criticas de proteccionismo que los europeos endilgan al gobierno argentino, los representantes de Buenos Aires exhiben los elevados aranceles de importación y las subvenciones a la producción que la Unión Europea y Estados Unidos implantan para proteger a sus agricultores. Para fabricantes de alimentos e bebidas, divergências entre os países da região causam pânico em investidores Indústria ataca restrições no Mercosul Marina Guimarães, O Estado de S. Paulo, 24.05.2012 Empresários da indústria de alimentos e bebidas da Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai pediram o fim das restrições comerciais entre os países e advertiram: as divergências entre os sócios causam pânico nos investidores internacionais. Representantes do setor afirmaram que estão preocupados com o futuro do Mercosul diante do crescente protecionismo e da falta de regras claras para investimentos. "A relação entre a Argentina e o Brasil é anti-Mercosul. Essas divergências nas fronteiras causam pânico nos investidores do mundo, que buscam lugares seguros e equilibrados para investir sem interferências políticas", afirmou o presidente de Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação, Edmundo Klotz, durante encontro do setor, organizado pela Coordenadora das Indústrias Alimentícias e de Bebidas da Argentina(Copal), em Buenos Aires. Segundo ele, os governos necessitam"criar condições para reequilibrar, rediscutir e pacificar as relações no bloco porque a parceria tem de ser um pouco mais aberta". Ele disse que as relações comerciais precisam estar harmonizadas para que outros países vejam que os sócios não estão em confronto e sintam segurança para investir na região. Klotz alfinetou o governo argentino e suas medidas pouco amigáveis com os sócios."Um país não recebe investimentos com políticas que não respeitam as liberdades e não estão preocupadas com o futuro. O dinheiro não vai para os países instáveis." O empresário ressaltou que"criar barreiras de um país ao outro dentro de um bloco econômico só amplia as dificuldades no relacionamento e as perdas são para todos porque afeta a credibilidade externa e os negócios". Klotz recordou que, desde o início do Mercosul, há mais de 20 anos, a questão do déficit comercial é flutuante e não deve ser determinante na relação entre os sócios."Daqui a pouco isso vai acabar porque as crises passam, assim como os governos e os ministros que colocam barreiras, mas as empresas ficam." O representante das câmaras industriais do Uruguai, Juan Pedro Flores, também fez críticas ao protecionismo dos dois sócios maiores do bloco."Argentina e Brasil têm de encaminhar as negociações homogêneas. Caso contrário, o mercado internacional nos vê divididos e isso representa perdas para todos." 24 multi noticias Seminario Internacional: Desarrollo Sustentable y Trabajo Decente Proyecto FES Sindical Regional(FSR) En el marco del II Congreso Continental de la CSA La Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas(CSA), con el apoyo del Proyecto FES Sindical Regional(FSR), realizó el Seminario“Desarrollo Sustentable y Trabajo Decente”, con el objetivo de analizar la estrategia del movimiento sindical de las Américas para promover un modelo alternativo de desarrollo, promoviendo la Sustentabilidad y el Trabajo Decente como ejes centrales. La actividad se realizó el 17 de abril en Foz de Iguaçú, en el marco del Congreso de la CSA. “En un contexto profundamente negativo en los países del Norte, consideramos que las Américas, con todas sus contradicciones y desigualdades, puede ser fuente de alternativas al modelo neoliberal”."Este puede ser el siglo de nuestro continente si el movimiento sindical logra fortalecerse para exigir políticas de inclusión social e integración de los pueblos", dijo el Secretario General Víctor Báez. Entre delegados sindicales de las Américas, invitados internacionales y autoridades de los países de la región concurrieron al Congreso de la CSA aproximadamente 600 personas; destacándose la presencia del Secretario General de la CSA Sr. Víctor Baéz Mosqueira, el Presidente de la CSI Sr. Michael Sommer, el Vicepresidente de Argentina Sr. Amado Boudou, el Secretario General de la Presidencia de Paraguay Miguel Angel López Perito y el Secretario General de la Presidencia de Brasil Gilberto Carvalho. El Congreso aprobó el Informe Político y la Rendición de Cuentas 2008 – 2012; así como el Programa General, el Plan de Acción, Resoluciones y Mociones en todas las temáticas sociales y políticas del continente; y los miembros del Consejo Ejecutivo, el Secretariado y el Consejo Fiscal. El Secretariado de la CSA quedó compuesto por Hassan Yussuff (Presidente), Julio Roberto Gómez,(Presidente Adjunto), Víctor Báez Mosqueira(Secretario General), Amanda Claribel Villatoro,(Secretaria de Política Sindical y Educación), Laerte Teixeira(Secretario de Políticas Sociales) y Rafael Freire Neto(Secretaría de Política Económica y Desarrollo Sostenible). Lea más noticias del II Congreso Cumbre: Fortalecimiento participación Sindical en Rio+20 Del 10 al 23 de junio de 2012 una delegación de dirigentes sindicales de la Confederación Sindical de Trabajadores y Trabajadoras de las Américas(CSA) y de sus centrales afiliadas, con el apoyo del Proyecto FES Sindical Regional(FSR), participará en diversas actividades en ocasión de la Cumbre de la ONU: Foro Sindical, Pre Cumbre, Foro de la Sociedad Civil, “Diálogo Social” con los Gobiernos y la Cumbre de Líderes Mundiales. El objetivo es que el movimiento sindical presente sus posiciones sobre Desarrollo Sustentable en el marco de la Cumbre Rio+20. El MultiNoticias es un boletín electrónico auspiciado por el Proyecto FES Sindical Regional . Su objetivo es brindar más elementos de análisis a las organizaciones sindicales de las Américas sobre las principales actividades y políticas de las Empresas Multinacionales, Mundiales y Multilatinas, así como del movimiento sindical, Federaciones Sindicales Internacionales y otros, que actúan en su entorno. Los artículos que integran este boletín son de exclusiva responsabilidad de sus autores y no reflejan necesariamente el pensamiento de la FES. 25