ANÁLISE Nº 49/2019 A nova rodada de reformas neoliberais e os impactos para as mulheres Adriana Marcolino D ezembro de 2019 O texto a seguir é resultado do relatório“Trabalho e Reformas: estudo de caso Brasil- 2019”, que compõe um painel com estudos de mais sete países – Argentina, Bolívia, Cuba, México, Panamá, Peru, Uruguai – inseridos no projeto regional para a América Latina “ O futuro é feminista ”, organizado pela Fundação Friedrich Ebert. O objetivo dos estudos nacionais foi destacar como se constituem as desigualdades entre homens e mulheres no trabalho, considerando as recentes reformas neoliberais e seus impactos específicos em países com fortes desigualdades sociais, políticas e econômicas e que ainda engatinhavam no acesso universal e de qualidade a diversos serviços públicos, como na região da América Latina. No presente estudo sobre o Brasil, destacamos a reforma trabalhista de 2017 e a reforma da previdência de 2019. O texto está dividido em duas sessões: a primeira faz uma análise dos principais aspectos dessas reformas e dos seus efeitos negativos para as mulheres; a segunda apresenta propostas que poderiam contribuir para a superação das desigualdades entre homens e mulheres, sejam as já existentes como os aspectos que serão aprofundados em decorrência das recentes reformas neoliberais.
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A nova rodada de reformas neoliberais e os impactos para as mulheres
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