Heft 
Nr.11(1.-18.Aug.)
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Enraizados como una enfermedad endémica aquí, el desempleo y el subempleo cuentan entre los principales desafíos del presidente Nicanor Duarte, incluidos en los ejes programáticos de su gobierno. Ahora sólo 40% de los encuestados consideró regular la actuación de Duarte, si bien el Ejecutivo es quien esta mejor posicionado entre los tres poderes del Estado. Hace dos años, el nivel de aceptación del desempeño del jefe de Estado llegaba al 70%. El mayor logro de su gestión tiene que ver con la lucha contra la corrupción, según lo afirma 32,8% de los entrevistados, que la calificaron de'fuerte' en este sentido. Otra investigación pública, efectuada por la consultora Gabinete de Estudios de Opinión(también con motivo del segundo aniversario de la actual administración), determinó que uno de cada cuatro ciudadanos considera que Duarte gobierna en beneficio del pueblo.( Argenpress, 13/08/05) João Felício assume a presidencia da CUT Depois de semanas de debates internos, a executiva da CUT definiu, no dia 29/08, o nome do professor João Felício como sucessor do agora ministro do Trabalho, Luiz Marinho, na presidência da central. Felício, ex-presidente da CUT gestão 2000-2003 Novo presidente da central defende autonomia em relação a governo e PT, cobra assume uma CUT fragilizada por discordâncias internas sobre a relação com o governo. o peração mãos limpas no Perguntado se haverá mudanças na sua condução política, país e diz que CUT será mais Felício diz que é possível e anuncia que a CUT não é uma ousada do que sob Marinho na luta por mudanças na economia. correia de transmissão entre o sindicalismo e o governo ou o PT. Esse tipo de relação promíscua leva à perda da representatividade, e não é o governo que manda na CUT, são os sindicatos filiados. Negando que seu cargo de secretário sindical do PT terá alguma influência no seu trabalho na CUT, Felício foi veemente ao afirmar que poderá haver conflitos entre a central, o PT e o governo, que o sindicalismo defende interesses específicos que podem contrariar o partido e o governo.Se da agenda mínima constar a queda dos juros, mais verbas para a habitação, a saúde ou a agricultura familiar, ok. Se for mais ortodoxia, não contem com nosso apoio. Apesar de considerar que a condição de ministro de Luiz Marinho pode favorecer as negociações da CUT com o governo, Felício garante que a grande aposta da central agora será a Coordenação dos Movimentos Sociais(CMS, articulação que congrega movimentos como o MST, a UNE, pastorais sociais e outros) e o fortalecimento da luta por mudanças na política econômica. A CMS é a aglutinação do que existe de mais ético no Brasil, e estaremos organizando atos em todos os Estados. Sempre acreditei na mobilização, e sempre gostei de greve. Dizem que tenho mais horas de greve do que em sala de aula, brincou Felício. Mas, segundo ele, o momento exige ousadia e pressão sobre o governo, ea CUT vai ser mais ousada do que foi até agora, garante. A principal mobilização da CMS ocorreu no dia 16 de agosto, em Brasília, com a presença de mais de 20 mil pessoas, quando a coordenação entregou um documento ao Presidente pedindo a redução dos juros e do superávit primário e a apuração e punição dos escândalos de corrupção. Para o presidente da CUT, que se empolga sempre quando fala em greve, um dos seus alvos principais será também o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a quem acusa de pagar salários miseráveis para o funcionalismo estadual e de estar sendo blindado nesta crise que assola o país.Também queremos levantar a questão das 58 CPIs no Estado que estão paradas na Assembléia Legislativa. A indicação de Felício como novo presidente da Central, as correntes internas da CUT. Segundo Jorge Luís Martins, o Jorginho, membro da Executiva pela corrente CUT Socialista e Democrática, a CUT acabou se perdendo em uma relação pessoal e sentimental com o governo, a quem deu um cheque em branco sem debate político. Neste sentido, avalia, João Felício não trará mudanças em relação a Marinho porque estará espremido pela reeleição de Lula a qualquer preço. Para a secretária de Políticas Sociais da CUT, Gilda Souza, da Corrente Sindical Classista, ligada ao PCdoB, Marinho e Felício têm perfis diferentes.Na gestão Marinho ficamos sem saber quais eram os limites da relação com o governo. Ele era muito negociador, muito próximo a Lula. 8