Heft 
Nr.15(10.-21.Okt.)
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Con respecto a la UE, Lamy dijo que"los negociadores europeos deben avanzar usando el margen de maniobra creado por la reforma de la PAC", en referencia a la Política Agrícola Común del bloque.(Yahoo Notícias, 18/10/2005) G-20 reage a pressões para acelerar acordo em bens industriais e serviços O Brasil endureceu o tom na reunião extraordinária de ministros que começou dia 19 de outubro em Genebra, ao mesmo tempo em que o G-20 fez novas propostas. Participam EUA, União Européia, Austrália e Índia, além do Brasil, que voltou a advertir que não haverá avanços na Rodada Doha enquanto não houver sinal claro do que será obtido na negociação agrícola. Para ilustrar o engajamento do G-20- grupo liderado pelo Brasil na negociação agrícola- o ministro brasileiro apresentou a jornalistas uma série de novas propostas, sobre seleção e tratamento de produtos sensíveis, limites para subsídios a produtos específicos, proibição à exportação e melhor monitoramento na implementação do futuro acordo agrícola. A questão dos sensíveis está no centro da negociação. A União Européia quer proteger até 5% de suas linhas tarifárias com corte menor de tarifa. O G-20 ontem defendeu limite de 1%, idêntico a sugestão dos EUA. Além disso, o G-20 defende que o percentual de redução nos sensíveis não pode ultrapassar 30% do corte dos demais produtos. Para compensar a designação de sensíveis, o G-20 pede que a expansão das cotas represente. no mínimo, 6% do consumo interno do país que impõe a restrição quantitativa. Fortalecido pelo sinal verde dos países da UE para continuar sua estratégia negociadora, que irrita a França, Mandelson indicou em Genebra que a UE pode ceder a pressões dos EUA e do Brasil e fazer novas concessões para abrir seu mercado. Em Washington, o representante comercial dos EUA, Robert Portman, elogiou a proposta feita pelo G-20 e Austrália e pediu mais colaboração da União Européia para que haja progresso na área agrícola. G-20 faz contraproposta e pede corte de 54%- Na semana anterior o G-20 havia proposto um corte médio de 54% nas tarifas de importação de produtos agrícolas dos países industrializados e de 36% para as nações em desenvolvimento e a aplicação de uma fórmula com quatro bandas. Os cortes dentro das bandas variam de 45% a 75% nos países ricos e de 25% a 40% nos países em desenvolvimento. Na área de subsídios internos, o grupo focaliza seu ataque no total dos gastos agrícolas e não apenas nas subvenções que mais distorcem o comércio(caixa amarela). O G-20 propõe que a UE aceite reduzir seus gastos em 80% ao invés dos 70% que até agora os europeus colocaram na mesa. Para os EUA, quer corte de 75%, comparados aos 60% oferecidos por Washington no começo da semana. Para os outros ricos, o corte seria de 70%. Dos três pilares da negociação- subsídios domésticos, subsídios a exportação e acesso ao mercado- é o ultimo que geraria 92% dos ganhos futuros para os exportadores agrícolas, conforme estudo do Banco Mundial. A resposta da Europa- Os países não chegarão a um acordo sobre os produtos agrícolas na OMC(Organização Mundial do Comércio) se os países emergentes não fizerem concessões com relação à abertura de mercado para produtos industriais e serviços, disse ontem Peter Mandelson, comissário de Comércio da União Européia, em resposta à proposta dos países do G20. Mandelson afirmou ainda que a cooperação entre Estados Unidos e União Européia é fundamental para o sucesso das negociações da Rodada Doha de liberalização do comércio.((Valor Econômico, 13 e 20/10/2005 e Folha de São Paulo, 14/10/2005) Secretario de Comercio de EEUU busca agilizar vigencia de CAFTA El Secretario de Comercio de Estados Unidos, Carlos M. Gutiérrez, se reunió con los ministros de comercio de Centroamérica y también con el presidente guatemalteco Oscar Berger, para discutir los pasos que se deben tomar para la entrada en vigencia del tratado de libre comercio(CAFTA, por sus siglas en inglés), prevista para el 1 de enero de 2006. 5