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Mulheres da comunicação : região norte
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MULHERES DA COMUNICAÇÃO- Região Norte No que se refere ao campo da pesquisa em comunicação no Tocantins, grupos de estudo registrados no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico(CNPq), emergem ainda nos anos 2000 e destacam-se por ordem cronológica da sua criação: Jornalismo e Multimídia (2009), Observatório de Pesquisas Aplicadas ao Jornalismo e ao Ensino(Opaje)(2013), Comunicação, Imagem e Diversidade Cultural(CID)(2015), Mídias e Territorialidades Ameaçadas(2016) e Comunicação, Sociedade e Meio Ambiente(2017). O campo novo e pujante das pesquisas na área da Comunicação cria as condições necessárias para a edição das primeiras revistas acadêmicas.Ensaios Comunicação em Revista foi a primeira revista acadêmica da área no Estado, criada em 2000. A revista nasceu como projeto experimental da jornalista Aurielly Queiroz Painkow e do jornalista Lailton Alves da Costa, na ocasião em que eram alunos do curso de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo da Unitins. O periódico, embora descontinuado depois de sua terceira edição no ano de 2003, destacou-se como espaço de divulgação científica local e estadual. Em 2015 foi criada a segunda revista acadêmica da área no Estado, a Revista Observatório, pelo professor doutor Gilson Porto Junior, da UFT, que conta com a segunda melhor classificação(A2) no Qualis Periódicos, que é uma das ferramentas utilizadas para a avaliação dos programas de Pós-Graduação pela Capes. No ano seguinte, em 2016, a terceira revista da área foi criada pela professora doutora Maria de Fátima Caracristi, nomeadaEspaço e Tempos Midiáticos, e o quarto periódico do Estado,Aturá Revista Pan-Amazônica de Comunicação, surgiu a partir de uma proposta inovadora do professor doutor Gilson Porto Junior de possibilitar a gestão compartilhada das edições da revista pelas universidades da Amazônia. ALGUNS EVENTOS MARCARAM A HISTÓRIA DA FUNDAÇÃO DO CAMPO DA COMUNICAÇÃO NO ESTADO. O Seminário Nacional de Arte, Comunicação e Cidadania de Natividade, com várias edições realizadas entre os anos 2005 e 2014, surgiu a partir de uma articulação de docentes do curso de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo da UFT. O Seminário foi um projeto de extensão realizado no município de Natividade(TO), cidade mais antiga do Estado, com o objetivo de trabalhar a cultura, a arte popular e a comunicação por meio dos intercâmbios entre a comunidade acadêmica e a comunidade local, em forma de apresentações artísticas, debates, cursos e outras atividades que fomentem o intercâmbio entre a universidade e a comunidade, celebrando a arte popular, a história e a identidade cultural tocantinense e brasileira. Ao todo foram realizadas dez edições do seminário dos anos de 2005 até 2014. Uma 349