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Mulheres da comunicação : região sul
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MULHERES DA COMUNICAÇÃO- Região Sul Nesta última instituição também ingressou em seu segundo Pós­Doc, no PPG Estudos de Linguagem, para investigar os conceitos de neutralidade e imparcialidade e sua relação com a censura, tomando como objeto os jornais feministas da época da ditadura militar no Brasil. Ao longo desses mais de 20 anos de atuação, Giovanna apresentou trabalhos em eventos, publicou 12 artigos, participou da organização de 15 livros e da publicação de 25 capítulos. Principais publicações FLORES, G. B. Entre ossos e restos: uma imposição do discurso neoliberal no Brasil desgovernado. In: DELA-SILVA, S.; LUNKES, F. (org.). Mídia e(m)discurso. Percursos de pesquisa. Campinas: Pontes Editores, 2022. FLORES, G. B. Feminismo lésbico na ditadura civil-militar: a resistência do/no jornal ChanacomChana. In: DALTOÉ, A.; FLORES, G. B.; SILVEIRA, J. da(org.). Marcas da memória: O que resta da ditadura na educação brasileira? Campinas: Pontes Editores, 2022. FLORES, G. B. Os Corpos vulneráveis e o discurso da/na mídia. In: FLORES, G. B. et al.(org.). Análise de discurso em rede: cultura e mídia. Campinas: Pontes Editores, 2021. V. 5. FLORES, G. B.A história que a história não conta. O dizer do colonizador sobre o brasileiro. In: FARIA, J. P. de; SANTANA, J. de C.; NOGUEIRA, L.(org.). Linguagem, arte e o político. Campinas: Pontes Editores, 2020. FLORES, G. B. Os sentidos de nação, liberdade e independências na imprensa brasileira(1821-1822) e a fundação do discurso jornalístico brasileiro. Porto Alegre: EdiPucrs; Palhoça: Unisul, 2014. FLORES, G. B. Os sentidos de nação e independência do Brasil e a imprensa portuguesa do séc. XIX(1820-1823). In: SOUSA, J. P. (org.). Imprensa e mudança: Portugal e Brasil no primeiro quartel de oitocentos. Lisboa: Icnova Instituto de Comunicação da Nova, 2020. 333