Heft 
Nr.12(20.-31.Aug.)
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En cambio, fue más trabajosa la declaración sobre Colombia. En un principio, se entendió que el Grupo había apoyado a rajatabla el proceso de paz en el país andino y la desmovilización de 17.000 paramilitares de derecha, que está llevando adelante el gobierno de Alvaro Uribe. El texto final de la declaración de apoyo a Colombiay no"al gobierno de" incluyó la expresa necesidad de que el proceso respete los principios de los derechos humanos; y dejó en claro que la marcha de la misión de OEA será evaluada. La suspendida cumbre de presidentes, aún sin definición- Pese a que manejan varias alternativas y mucha voluntad para que se concrete, la XIX cita de presidentes del Grupo Río que fue cancelada la semana pasada por el Gobierno argentino quedó ahora en el limbo. Según los cancilleres, ésta podrá tener lugar en septiembre, durante la Cumbre del Milenio, en Nueva York; en noviembre tras la IV Cumbre de las Américas, de Mar del Plata; o en diciembre, después del encuentro de Mercosur en Uruguay. Los cancilleres del Grupo Río, en el comunicado final de su reunión extraordinaria, indicaron que la problemática de la multiplicidad de foros será incluida en la declaración que deberán firmar los mandatarios del Grupo Río(Clarin, 27/08/2005). Brasil vende, em 2004, US$ 1,46 bi para a Venezuela As empresas brasileiras estão lucrando com as amistosas relações entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Venezuela, Hugo Chávez. As companhias brasileiras aproveitam as vantagens que Chávez oferece para a América Latina e os financiamentos concedidos pelo BNDES para quem exportar para a Venezuela e vendem de tudo: celulares, automóveis, tratores, autopeças, máquinas agrícolas, carne de frango. As exportações brasileiras para o país caribenho atingiram US$ 1,46 bilhão no ano passado, com os produtos manufaturados respondendo por 88% do total. O país reduziu as compras de petróleo pesado da Venezuela. Com o aumento da produção interna, a Petrobrás precisa de petróleo leve.O país é hoje o terceiro maior fornecedor de produtos para a Venezuela, atrás apenas dos parceiros tradicionais do país, Estados Unidos e Colômbia, segundo dados da Câmara Venezuelana Brasileira de Indústria e Comércio. O petróleo representa 85% das exportações da Venezuela, 15% do PIB e 50% dos gastos do governo. A PDVSA consome mais serviços, emprega mais e o governo gasta com programas sociais. Com os recursos do petróleo, Chávez está investindo em diversos projetos de infra-estrutura: metrô, rodovias, usinas de energia elétrica. Alguns estão a cargo de construtoras brasileiras. As obras mais vultuosas são duas linhas do metrô de Caracas, que estão sendo construídas pela Odebrecht, e a usina hidrelétrica de La Vueltosa, feita pela Alston. Chávez também concede incentivos fiscais para a compra de automóveis. A filial brasileira da Ford praticamente duplicou suas exportações para a Comunidade Andina no primeiro semestre de 2005, ante igual período de 2004. Além disso, Chávez decidiu facilitar as importações e adotou um sistema de câmbio fixo e apreciado, após a fuga de capitais e investimentos provocada pela crise. Com uma retórica antiamericana, o presidente preferência aos produtos latino-americanos. Os celulares ganharam destaque na pauta de exportação brasileira para a Venezuela. Ocupam a primeira posição com 11,59% de participação, de janeiro a julho de 2004 (Valor Econômico, 22/08/2005) Brasil quer definir regras sobre carros com Argentina Diante da rejeição argentina à entrada em vigor do livre comércio de automóveis no Mercosul a partir de 2006, o governo brasileiro espera pelo menos poder definir nos próximos dois meses as regras que disciplinarão o intercâmbio no setor. O objetivo foi expressado ontem por uma fonte que participou em Buenos Aires da primeira reunião oficial entre representantes da indústria automobilística e dos governos dos dois países depois de o presidente argentino, Néstor Kirchner, ter decidido de maneira unilateral, em 6