setembro do ano passado, que a data de liberação do comércio prevista no acordo automotivo não será respeitada. Além de não haver livre comércio, o lado argentino quer restringir ainda mais as condições do intercâmbio de automóveis. Uma fonte do governo local disse que as regras atuais, que prevêem que para cada US$ 1 exportado os países possam importar US$ 2,6 em veículos e peças, colocam a Argentina em desvantagem. O país vizinho quer diminuir essa proporção, para que uma maior parte de seu mercado interno seja ocupada por produção local. A Argentina também se recusa a definir uma nova data para a liberalização, exigindo que antes melhorem as possibilidades da indústria local para enfrentar a competição com a produção brasileira. As autoridades argentinas também querem que as negociações do acordo automotivo contemplem o que consideram ser"assimetrias" que favorecem o Brasil na atração de investimentos das montadoras. Entre as empresas, a disposição é que a liberalização ocorra a partir de 2008, e em fevereiro as duas associações de fabricantes emitiram um comunicado conjunto em que sugeriram a data como meta de um novo acordo. O encontro foi qualificado pela fonte brasileira como preliminar, para a exposição das visões de cada lado. Além de representantes da Anfavea e da Adefa, a associação local das montadoras, participaram funcionários do Ministério do Desenvolvimento, chefiados pelo secretário de Desenvolvimento da Produção, Antonio Sergio Martins Mello, da Secretaria de Indústria argentina e diplomatas da área comercial dos dois países.(Valor Econômico, 28/08/05) Ministro del Trabajo de Uruguay propone ley de libertad sindical consensuada "Se debe reglamentar la libertad sindical y al mismo tiempo implementar la creación de un grupo de trabajo que elabore un proyecto de ley de libertades sindicales", aseguró ayer-en conferencia de prensa- el ministro de Trabajo y Seguridad Social(MTSS), Eduardo Bonomi. El secretario de Estado indicó que el grupo de trabajo se establecería a través del"Consejo Superior Tripartito", con la participación de"trabajadores, empresarios, gobierno, a los que se le sumarán los legisladores, totalizando unas 25 personas". Además, el jerarca indicó que se establecerá un plazo de 60 días para tratar el tema de libertad sindical y plantea que se cree un"régimen de prevención de conflictos", el cual contendrá un "acuerdo" para que no existan despidos por motivos gremiales mientras se discute sobre los fueros sindicales. Otros puntos que serán incluidos en este proyecto habilitan a que el MTSS funcione como un Tribunal de Alzada para dirimir algún inconveniente entre trabajadores y empresarios, además de crearse un decreto que regule el convenio 98 de la Organización Internacional de Trabajo(OIT), el cual fue implementado en 1968 durante la presidencia del colorado Jorge Pacheco Areco. Bonomi espera que sea cual sea la decisión del grupo, antes del final de éste año legislativo, que termina el 15 de diciembre, este aprobada una ley de libertad sindical.(La Republica, 23/08/05) Argentina está entre los países más sindicalizados del mundo Llega al 36% en el sector privado, lejos del 4% de Francia, 15% de España. Los salarios del 83% de los trabajadores en blanco dependen del convenio colectivo. (Lea nota de Ismael Bermúdez en Clarin de 29/08/05 reproducida en Sindicato Mercosur) http://www.sindicatomercosul.com.br/noticia02.asp?noticia=26173 O irrefutável aumento do emprego no governo Lula A geração de emprego e renda no Brasil vai muito além de números e estatísticas. Os índices divulgados por diferentes institutos de pesquisas, sejam oficiais ou não, têm uma importância relativa diante do que significa para o cidadão ou cidadã brasileira a sua inserção no mercado de 7
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Nr.12(20.-31.Aug.)
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