Heft 
Nr.14(20.Sept.-10.Okt.)
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Elecciones en Bolivia E l Movimiento al Socialismo(MAS), creció en las últimas semanas según reflejo de las encuestas, y la dupla Evo Morales-Alvaro García Linera aparece como la favorita para las elecciones anticipadas del próximo 4 de diciembre. Los números publicados por el diario boliviano La Razón, no fueron bien recibidos por Quiroga, quien hasta hace poco tenía una diferencia holgada frente a Morales y en sus discursos intenta captar la atención de los que temen un triunfo de la izquierda. Se proyecta que Evo Morales tiene mayor intención de voto en La Paz, El Alto y Cochabamba, mientras que Quiroga se fortalece en capitales de provincia como Sucre, Oruro, Tarija y Potosí. Por otra parte, en la ciudad de El Alto, donde se efectuaron las últimas protestas en el país y es sede del reclamo de nacionalización de los hidrocarburos, Evo Morales obtendría el 49 por ciento de los votos frente al 16 de Doria Medina y el 14 de Quiroga. Las cifras alientan a Morales por el reconocimiento de que es favorito para ganar las elecciones de diciembre próximo, aunque aseguró que las encuestas son para él, referencias no definitivas. Sin embargo, Morales reiteró quesu campaña se encuentra apenas en una fase preliminar, y adelantó que la misma empezará con una gran concentración en La Paz el 12 de octubre, cuando se cumplan 513 años del inicio de la invasión y el sometimiento a los indígenas. Al respecto expresó que ese es el motivo por el cual el MAS cuenta con las simpatías de los pueblos de la región y de otros continentes. También se refirió a las invitaciones de los gobiernos de España y Francia, que espera poder atender en algún paréntesis de la campaña electoral y esto le afirma la importancia que en el mundo se le da al avance de su partido.(Universidad Nacional de La Plata, 19/09/05) Integração esbarra em ofensiva dos EUA O projeto brasileiro de integrar a América do Sul em um bloco econômico e político esbarra na ofensiva dos Estados Unidos na região, fortalecida pela irresistível sedução da oferta de acesso a seu mercado de US$ 12 trilhões. Os norte-americanos têm um tratado de livre comércio com o Chile e estão na etapa final de negociação de um acordo com Peru, Equador e Colômbia. Em setembro, o Paraguai disse que gostaria de negociar um tratado de livre comércio com o vizinho do Norte, o que implicaria sua saída do Mercosul, bloco integrado ainda por Brasil, Argentina e Uruguai. A contrapartida seria a ampliação da presença militar dos norte-americanos no país. A investida dos EUA na região ganhou força depois que as negociações da Alca(Área de Livre Comércio das Américas) entraram em banho-maria, em 2003. Diante do impasse nas discussões, o governo Bush anunciou que buscaria a integração continental de qualquer maneira, por meio da negociação de acordos bilaterais ou com grupos de países. Além de ser o maior mercado do mundo, os EUA são o principal destino das exportações da maioria dos países da América Latina, incluindo o Brasil, e absorvem 32,1% das vendas da região. Apesar de menor, o comércio do Mercosul com os norte-americanos também é importante e representou, em 2004, 18,3% das vendas do bloco ao exterior, índice superado apenas pela União Européia, com 23,0%, segundo a Cepal(Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe). Os números mostram que as trocas comerciais entre os países da América Latina estão abaixo das realizadas por eles com os EUA. Dentro das quatro sub-regiões(Mercosul, Comunidade Andina, Caribe e América Central), o percentual de exportações destinadas aos vizinhos foi de 12,7% em 2004. O comércio entre os quatro blocos ficou em 14,8%. Na União Européia, as operações intra-regionais rondam os 60%. 11