desde febrero un acuerdo de salvaguardias-que habían desaparecido del Mercosur en 1995-, aunque ahora se llaman mecanismo de adaptación de competitividad(MAC). Este instrumento se aplicará cuando una exportación brasileña ingrese en la Argentina y produzca daño o amenace con hacerlo en un sector productivo local, o viceversa. Pero el MAC sólo puede aplicarse en el caso de que fracasen las negociaciones entre los ambos países para restringir el comercio con cupos.( La Nación, 26/08/06) Piratería en el Mercosur: Brasil quiere agilizar acuerdo Brasil pretende aprovechar su posición como presidente pro tempore del organismo regional para acelerar la entrada en vigencia del acuerdo suscrito en 2004 para combatir la piratería. Las ventas ilegales representan el 3,5% del Producto Interno bruto del bloque. El paquete de acciones permitiría ejecutar acciones conjuntas entre los países socios y hasta investigaciones policiales multilaterales. El acuerdo fue firmado en 2004, pero sólo Brasil y Argentina fijaron las modificaciones a sus leyes internas, para que el convenio pudiera entrar en vigor. La administración de Luiz Inácio Lula da Silva considera que las acciones comunes dentro de la región son esenciales para la lucha contra la piratería. Un ejemplo del fuerte impacto económico de la actividad ilícita son los datos presentados por el Ministerio de Justicia brasileño que calculó que apenas el 25% de los productos pirateados se producen dentro de las fronteras del socio más importante del bloque. Las negociaciones para que el acuerdo se haga efectivo ya comenzaron, y se intensificarán antes de fin de septiembre, cuando tendrá lugar una reunión entre los representantes de los Gobiernos de Argentina, Brasil, Uruguay y Paraguay sobre el tema. El asunto fue discutido antes en un encuentro en Brasilia entre representante de los cuatro socios originales del Tratado de Asunción, con excepción del flamante miembro, Venezuela. Aunque los miembros del Mercosur demostraron avances en el combate contra la piratería, técnicos del Gobierno brasileño sugirieron que Paraguay es el principal escollo para un éxito más rotundo. Por su parte, Buenos Aires anunció que agravó las penas contra los crímenes relacionados con la piratería.( ADN, 01/09/06) 5 a Reunião de Altas Autoridades em Direitos Humanos do Mercosul Apesar de ocuparem papéis diferentes no sistema político que muitas vezes os colocam em oposição, os governos, parlamentos e representantes da sociedade civil dos países que compõem o Mercosul chegaram a um relevante consenso esta semana. Segundo integrantes destas três esferas presentes em Brasília para uma maratona de reuniões e encontros, é preciso mudar a ênfase econômica na agenda do bloco, garantindo a prevalência dos direitos humanos nos acordos e decisões entre os países. Nos encontros, que reuniram as Altas Autoridades em Direitos Humanos e parlamentares ligados a esta causa do Mercosul e países associados(Colômbia, Bolívia, Chile, Peru e Equador), a posição não só foi reforçada como objetivo das nações como deu passos concretos para sua efetivação nas decisões conjuntas dos países sul-americanos. Uma das medidas, aprovadas na 5a Reunião de Altas Autoridades em Direitos Humanos do Mercosul, foi o lançamento de uma campanha bilíngüe(português e espanhol) contra a exploração sexual de crianças e adolescentes, marcado para o dia 20 de novembro. Os países definiram também pela criação de um grupo de trabalho para o combate ao racismo, proposta feita pela secretária especial da promoção da igualdade racial do Brasil, Matilde Ribeiro. Foi aprovada a realização de seminários sobre a promoção da livre orientação sexual e do combate à tortura e os países buscarão a ratificação do Protocolo Facultativo à Convenção da ONU contra a Tortura. Outra resolução da reunião foi a incorporação da presença de parlamentares nas reuniões das Altas Autoridades em Direitos Humanos, demanda apresentada em evento paralelo realizado por deputados e senadores do Mercosul também em Brasília. Ao longo da semana, nas diferentes reuniões realizadas, foi unânime a importância de pautar os direitos humanos como princípio transversal a todas as ações e decisões tomadas pelos países-membro do Mercosul, além de outras nações associadas. 4
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Nr.30(Aug.)
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