Los países en vías de desarrollo estiman que los países ricos son demasiado exigentes cuando piden recortes a los derechos aduaneros de los productos industriales, y poco generosos cuando se trata de disminuir los subsidios en el campo agrícola. La semana pasada. China amenazó con vetar una propuesta sobre los productos industriales si no se tomaban en cuenta sus preocupaciones. Por otra parte, hay signos de disensión entre los países del G20. Los representantes del Mercosur(Argentina, Brasil, Venezuela, Uruguay y Paraguay) propusieron a finales de octubre que el 16% de los productos de los países miembros de uniones aduaneras no se vean afectados por los recortes previstos. Esta propuesta no obtuvo sin embargo la aprobación de algunos países miembros del G20 como México o Costa Rica, según fuentes cercanas a las negociaciones.( Uruguay – La Republica, 15/11/07) 'Solo nos faltan 15 votos para lograr el TLC con E.U.' Solo 15 votos. Eso es, según el ministro de Comercio, Luis Guillermo Plata, lo que separa a Colombia de la aprobación del Tratado de Libre Comercio(TLC) en el Congreso estadounidense. Según los cálculos de Plata, que ayer culminó una gira de tres días por Washington, esos votos, sumados a los de otros 20 legisladores demócratas que ya están asegurados y a la mayoría de los sufragios republicanos-que se dan por descontados- serían suficientes para superar el umbral de 218 que se requiere en la Cámara de Representantes. Plata indicó, además, que la"ventana de oportunidad" para someter el acuerdo a una votación se abrirá entre febrero y marzo del año entrante. De allí que se intensificará el trabajo de cabildeo en los tres meses que hacen falta para esa fecha.(EL TIEMPO de Bogotá, 16/11/07) Venezuela limita importação de carros para elevar produção local A Venezuela pretende limitar a importação de carros a partir de janeiro de 2008, para estimular a produção nacional. O país vive um período de forte expansão econômica, devido aos altos preços do petróleo, e a venda de automóveis cresceu quase 50% este ano. O limite pode afetar as exportações brasileiras para o país e se tornar alvo de disputa no Mercosul. A Venezuela, que busca entrar no bloco comercial, ainda não informou aos futuros parceiros que produtos quer proteger. O governo venezuelano anunciou na última quinta-feira que vai começar a impor limites a partir de 1º de janeiro de 2008. Segundo a Gazeta Oficial do país, as empresas que quiserem importar automóveis terão de pedir uma autorização. Essas licenças serão necessárias para que os importadores comprem do governo os dólares necessários para a operação(o câmbio no país é controlado). O governo deverá ainda estabelecer anualmente"a quantidade máxima de veículos que poderão ser importados pelas montadoras e/ou por revendas, de acordo com as necessidades nacionais e a capacidade nacional de produção", informou a"Gazeta Oficial". Essa quantidade estará associada à produção interna de cada empresa. A lei proíbe ainda a importação de veículos usados. As empresas que pretendem importar veículos em 2008 terão de pedir a autorização até o próximo dia 30 de novembro. Nos próximos anos, o pedido terá de ser encaminhado em setembro. As vendas de carros na Venezuela dispararam nos últimos anos, especialmente de carros importados. Nos primeiros nove meses deste ano, a venda de veículos cresceu mais de 49%, em relação ao mesmo período de 2006. Foram vendidas 346.198 unidades, segundo a Cavenez(Câmara Automotriz da Venezuela), entidade que reúne as indústria do setor. Para alguns modelos, há fila de espera de até seis meses. Acredita-se que as vendas devem superar 500 mil unidades pela primeira vez. A produção venezuelana, porém, responde por apenas um terço das vendas. Até setembro, foram vendidos 114.705 unidades montadas localmente, um aumento de apenas 1,4% em relação ao mesmo período de 2006. Isso significa que as montadoras estão preferindo importar os veículos, e não aumentar a produção local, para atender à crescente demanda interna. Isso reflete em boa parte a desconfiança no governo do presidente Hugo Chávez, o que fez com que o país tivesse saída líquida de investimentos em 2006. As empresas reclamam ainda da burocracia no país e da dificuldade de comprar dólares, o que tem dificultado a importação das peças necessários para montar localmente os veículos. Os carros produzidos na Venezuela têm 70% de 7
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Nr.50(1.-20.Nov.)
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