Heft 
Nr.59(1.-20.Juni)
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En tal sentido, añadieron, ese acuerdo tendría que otorgar"un porcentaje adicional y adecuado de flexibilidades para los sectores industriales sensibles y vulnerables". Los secretarios también destacaron la importancia del cumplimiento del Párrafo 24 de la Declara-ción Ministerial de Hong Kong, que exhorta a alcanzar un resultado equilibrado en acceso a mercados para Agricultura y NAMA. Ambas partes subrayaron que el actual texto borrador de NAMA"no refleja este equilibrio, ya que exige que los países en desarrollo, en especial los miembros del NAMA-11, efectúen mayores cortes que los ofrecidos por los países desarrollados", lo que resulta"totalmente inaceptable". Los secretarios señalaron la relevancia de las discusiones actuales sobre flexibilidades ampliadas de 14% de líneas arancelarias y de 19% del volumen de comercio para los productos sensibles de los países en desarrollo en NAMA. Pidieron además avanzar en las negociaciones para aumentar tanto el número de líneas arancelarias como el volumen de comercio a ser cubiertos por las flexibilidades. Pillai y Chiaradía apelaron a"restaurar el equilibrio en las negociaciones,respetando íntegramente el principio de reciprocidad menos que plena, el Párrafo 24 de la Declaración Ministerial de Hong Kong y el trato especial y diferenciado para los países en desarrollo".(Telam, 14/06/08) Rentabilidade no Mercosul permite à Ford elevar investimento na região Pouco a pouco, a direção da Ford na América do Sul consegue engordar o volume de investimentos na região, a despeito da crise financeira que a matriz enfrenta nos Estados Unidos. Em 2007, a Ford obteve lucro de US$ 1,2 bilhão na América do Sul, região em que o peso do Brasil passa de 60%. No mesmo Os projetos destinados às fábricas da região anunciados em menos de um ano envolvem R$ 3,8 bilhões. Marcos de Oliveira, presidente das operações no Mercosul, diz que isso é possível porque a região lucros atualmente. ano, o resultado financeiro global da montadora acusou prejuízo de US$ 2,7 bilhões. Para conseguir fazer a fábrica de caminhões no ABC operar em dois turnos, mais R$ 36 milhões foram adicionados ao programa de R$ 300 milhões definido recentemente para a mesma unidade. À produção de motores, em Taubaté(SP), foram destinados R$ 600 milhões e à fábrica de veículos na Argentina outros R$ 330 milhões. O projeto do novo Ka absorveu mais R$ 350 milhões. Esses valores se juntam ao programa de R$ 2,2 bilhões para desenvolvimento de novos produtos e processos até 2011. A posição sul-americana é bem mais confortável que a da matriz. A um cenário difícil na América do Norte somou-se o efeito da crise no mercado imobiliário americano e o impacto da alta do petróleo, que leva o consumidor dos EUA a rejeitar os veículos grandes que sempre dominaram na oferta dos fabricantes locais. A operação daqui fez muito da lição de casa que a Ford começa agora a fazer nos EUA. "Passamos a oferecer os produtos que o consumidor estava buscando, administramos redução de custos, incluindo acordos sindicais, e fortalecemos a imagem da marca", resume Oliveira. Dessa forma, a filial no Brasil lições à matriz. Oliveira diz que dois anos todos previam que o consumidor americano passaria a se interessar por carros menores. Mas não se esperava uma mudança tão repentina. E também ninguém esperava uma alta nos preços do petróleo tão acelerada. A previsão da direção mundial, de chegar ao equilíbrio financeiro em 2009, foi adiada e a empresa começa a oferecer aos consumidores americanos carros menores, como o Fusion e o Fiesta, fabricado no México. Para Oliveira, ainda tempo de mudar os rumos da oferta de modelos no mercado americano.A filial brasileira também foi pega de surpresa, mas por um motivo mais agradável: a súbita alta na demanda."Ninguém esperava uma expansão de mercado de 50% em apenas dois anos", afirma o executivo. 7