A tríade periferizaçãoespoliação-segregação como nexo interpretativo da urbanização brasileira Notas sobre povos e comunidades tradicionais em espaços fronteiriços Juliana Luquez 1 E m 2021, no âmbito do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG(EAUFMG), ministrei o curso Urbanização e espaços fronteiriços: viver na cidade, viver na fronteira . Tive a oportunidade de ampliar o diálogo com os estudantes de graduação sobre o processo de urbanização no Brasil em espaços de fronteira, tanto no que se refere à expansão agropecuária quanto às dinâmicas territoriais de soberania, cooperação e integração. Embora com vivência e formação metropolitanas, minha carreira no magistério superior começa em uma universidade situada no espaço fronteiriço brasileiro. E é a partir deste que revisito os conceitos campo , cidade e urbano (necessariamente nessa ordem). Não por conceber o espaço urbano como 1 Docente no Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais(EAUFMG). Possui graduação em Geografia pela Universidade Federal Fluminense(UFF) e mestrado em Geografia pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal Fluminense(UFF). Doutora em Geografia Humana pela Universidade de São Paulo(USP), com estágio de pesquisa na Université de Paris Sorbonne IV(Maison de la Recherche/ENeC). Tem experiência em estudos urbanos e regionais, com ênfase em espaços metropolitanos, espaços populares, espaços fronteiriços, planejamento urbano, cidade, urbano e ensino. Vinculada ao Laboratório de Estudos Regionais em Geografia(LERGEO/ USP) e ao Núcleo Belo Horizonte do INCT Observatório das Metrópoles, desenvolve pesquisa sobre rupturas e continuidades socioespaciais; produção e reestruturação do espaço; periferização, espoliação e segregação urbanas.
Einzelbild herunterladen
verfügbare Breiten