Paralelamente, se retomarán las conversaciones para la conformación del ALCA y arribar a un acuerdo con la UE, donde reside uno de los principales objetivos de la diplomacia brasileña. También existe gran expectativa por el relanzamiento en Hong Kong de la Ronda de Doha en el ámbito de la OMC.( Clarín, 16/01/05) El ALCA sigue en la lista de espera El reinicio de las negociaciones entre el Mercosur y Estados Unidos de América para lograr el Área de Libre Comercio de las Américas(ALCA) está en la lista de espera. Ni la canciller Leila Rachid ni el viceministro de Relaciones Económicas Internacionales e Integración, Rubén Ramírez Lezcano, anunciaron las prioridades de la presidencia pro tempore paraguaya para la reanudación del diálogo. Ramírez Lezcano dio a conocer la lista de las negociaciones entre el Mercosur con otros bloques similares o países, pero el ALCA o EE.UU. no figura en esa lista. El diálogo entre ambas partes se encuentran paralizadas porque los cuatro países del Mercosur exigen que los estadounidenses reduzcan sus subsidios agrícolas y permitan a los países sudamericanos ingresar con sus productos al difícil mercado de EE.UU. Los norteamericanos, sin embargo, solicitan libre acceso a los servicios de los cuatro países del Mercosur.( ABC Color, 22/01/05) As negociações na OMC A OMC(Organização Mundial do Comércio) criou um novo prazo para tentar avançar nas negociações da Rodada Doha e espera que a base do" pacote de julho", possa"fechar o máximo possível de pontos antes da Conferência Ministerial de Hong Kong[em dezembro]" A Conferência Ministerial é a instância máxima da OMC, a única que pode assinar acordos. Mas Supachai Panitchpakdi, o diretor-gerente da instituição, já afasta a hipótese de que Hong Kong seja o local para fechar a Rodada Doha. Espera apenas"ganhos substanciais", o que parece ambicioso, mas é modesto, já que a rodada deveria terminar no fim de 2004. Os próximos passos foram acertados na reunião de ministros de Comércio ou Relações Exteriores realizada nos dias 29 e 30 de janeiro à margem do encontro anual 2005 do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça). Nos dois próximos meses, se terá um cenário mais claro: em fevereiro, na sede da OMC em Genebra, haverá uma rodada de negociações com não apenas os técnicos e embaixadores lotados na cidade mas também com altos funcionários enviados das respectivas capitais. Em março, no Quênia, haverá a primeira de uma série de reuniões chamadas mini-ministeriais, com um grupo de cerca de 20 países, tudo para tentar chegar a julho com avanços que possam garantir o sucesso em Hong Kong.( Folha de São Paulo, 31/01/05) O pacote da OMC para as negociações de acesso a mercados de produtos não agrícolas(NAMA) é anti-desenvolvimentista e antidemocrática Artigo de Martin Khor, da Third World Network faz uma análise do chamado“pacote de julho”, acordado na OMC na noite de 1 O . de agosto do ano passado, depois de uma semana de intensas negociações. A OMC adotou o marco geral para levar adiante a negociação comercial de acesso a mercados de bens agrícolas e não agrícolas( NAMA, envolvendo principalmente bens industriais). Uma primeira leitura dos resultados mostra que houve dois ganhos significativos para os países em desenvolvimento: o compromisso de se eliminar os subsídios a exportação e a retirada de três“temas de Singapura” da agenda de negociações estabelecida pelo programa de trabalho de Doha em 2001. Mas, os autores avaliam que há alguns impeditivos que acabam resultando negativos para os países em desenvolvimento. Esses problemas aparecerão tanto nas negociações de agricultura, quanto nas de NAMA. A próxima fase se concentrará na finalização das“modalidades”(princípios e números, por exemplo quanto será a redução de tarifas).(O artigo de Khor pode ser encontrado na home page da Third World Network(www.twnside.org.sg) (tradução da editora sem revisão do autor)
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Nr.0(1.-15.Febr.)
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