Las empresas recuperadas por parte de los trabajadores constituyen un nuevo fenómeno social que cobra importancia en la realidad argentina mediante prácticas colectivas que pueden entenderse como expresiones de respuesta a la crisis y como propuestas exploratorias de modalidades de gestión alternativas: redistribución igualitaria de los ingresos; implementación de procesos decisorios de carácter colectivo; formas de delegación, representación y control; dinámicas asamblearias, etcétera. Lea diversos estudios sobre el tema en la pagina web Online Publications de Labour Again www.iisg.nl/labouragain/publications.html). • Gabriel Fajn, Fábricas Recuperadas: la organización en cuestión(pdf, 36Kb) • Javier Ghibaudi, Una aproximación comparativa a las empresas recuperadas argentinas y las autogeridas en Brasil (pdf, 105Kb) • Julián Rebón, Una empresa de trabajadores. Apuntes acerca de los determinantes de las empresas recuperadas(pdf, 64Kb) • Patricia Davolos, Laura Perelman, Acción colectiva y representaciones sociales: los trabajadores de empresas recuperadas(pdf, 79Kb) • Gustavo Antón, Julián Rebón, El Conocimiento en los Procesos Sociales. Una aproximación a la conciencia de clase operante entre los trabajadores de Empresas Recuperadas(pdf, 121Kb) • Oscar Martínez, Federico Vocos, Las Empresas Recuperadas por los Trabajadores y el Movimiento Obrero (pdf, 28Kb) O poder americano José Luís Fiori A vitória eleitoral de George Bush, nas eleições presidenciais de 3 de novembro, referendou a tendência unilateral e expansionista de sua política internacional, frustrando todos os que apostaram numa mudança de rumo, com a vitória de John Kerry. Esta mudança era muito pouco provável, mas a reeleição de Bush, sem duvida nenhuma, confirmou a opção belicista do seu primeiro governo, criando a impressão de que poder americano não tem mais limites, contrariando os que vêm anunciando, já faz tempo, uma crise terminal da hegemonia mundial dos Estados Unidos. Do nosso ponto de vista, neste início do século XXI, fica difícil sustentar a tese da crise final, mas tampouco acreditamos que tenha chegado a hora de um império mundial. Pelo contrário, os Estados Unidos enfrentarão dificuldades crescentes nas próximas décadas para manter o seu controle político e econômico global. Mas estes limites não podem ser deduzidos de macro-visões teleológicas da história, eles têm que se ser identificados a partir de uma análise cuidadosa das contradições das políticas americanas que poderão chegar a desestabilizá-las....................... E neste campo, a verdadeira oposição ou resistência ao poder americano acabará vindo de onde sempre veio através da história, de dentro do núcleo central de poder do sistema mundial, das suas Grandes Potências............ Enquanto isto, do outro lado do mundo, o sistema estatal asiático se parece cada vez mais com o velho modelo de competição pelo poder e riqueza que foi a marca originária do“milagre europeu”, desde o século XVI............ não há dúvida que a grande novidade geopolítica e geoeconômica do sistema mundial, desde os anos 90, é a nova relação que se estabeleceu entre os Estados Unidos e a China. Ela reproduz e prolonga o eixo Europa-Ásia que dinamizou o sistema estatal e capitalista desde sua origem, e a relação privilegiada dos Estados Unidos com o Japão, desde 1949. Mas ao mesmo tempo, ela contém algumas novidades notáveis............... Tudo indica que agora, com a nova
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Nr.0(1.-15.Febr.)
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