Heft 
Nr.27(15.30.Juni)
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son bastante beneficiosos para los dos lados". Acerca del pedido de eliminación de subsidios realizados en forma recurrente por distintos países, Nealon dijo que"el presidente Bush ha dicho una y otra vez que nosotros estamos dispuestos a eliminar los subsidios, pero no lo podemos hacer solos. Unicamente podemos hacerlo si también lo hacen nuestros socios comerciales, como la Unión Europea, Japón y los países grandes en desarrollo como Brasil y la India". La Republica, 01/07/06 Repsol mirará otros horizontes además de Bolivia y Argentina El presidente de Repsol-YPF, Antoni Brufau, afirmó este viernes que aplazará o parará sus planes en Bolivia y acelerará sus inversiones en Argentina, pues ambos forman la"región principal" de la petrolera española, que sin embargo mirará hacia otros horizontes, como el Golfo de México o Libia."Los planes en Bolivia, es evidente, que se aplazan o se paran, yo quiero creer que se aplazan", sostuvo Brufau durante un desayuno con la prensa previo a la junta general de accionistas, celebrada en Madrid. El objetivo de la compañía es"llegar a un acuerdo con el gobierno(boliviano) por el bien de Repsol y de los bolivianos", sostuvo el presidente de la compañía al referirse a la nacionalización de los hidrocarburos que el 1 de mayo pasado anunció el mandatario boliviano, Evo Morales."Puede ser que tengamos que reducir" la producción en esa nación andina en la que está presente desde 1997 a través de su filial Andina, señaló Brufau, aclarando que de todos modos el aporte de Bolivia no es "crítico para el futuro de Repsol(pues) le aporta sólo el 1,5% de su resultado operativo". ( ALADI, 17/06/06) Economia solidária busca maior organização e apoio público Jonas Valente Em todo o Brasil cerca de 1% da população vem adotando formas alternativas de produção para buscar saída à falta de oportunidades a partir da união de esforços e gestão coletiva. É a chamada Economia Solidária, que no dia 26 de junho, em Brasília, teve a sua primeira Conferência Nacional, com mais de mil delegados de todos os estados brasileiros, para traçar propostas sobre como potencializar sua organização em cadeias produtivas que incorporem empreendimentos de economia solidária(EESs) de ponta a ponta e discutir a política pública de apoio à atividade. Esse tipo de economia é caracterizado pela forma de organizar a atividade econômica a partir dos princípios da autogestão(modelo em que todos decidem sobre o empreendimento), da solidariedade, da cooperação e da ajuda mútua. A economia solidária se propõe a ser um modo de produção alternativo ao capitalismo, explica Fábio Bechara, da Secretaria Nacional de Economia Solidária(Senaes) do Ministério do Trabalho e Emprego(MTE). Divergências a parte sobre os caminhos para a ampliação desta atividade, o consenso entre os participantes é que a área vem crescendo nos últimos 15 anos. Segundo o secretário nacional de economia solidária do Ministério do Trabalho e Emprego(MTE), Paul Singer, os dados do Atlas da Economia Solidária no Brasil, produzido pelo MTE, informa que hoje 15 mil empreendimentos deste tipo de atividade envolvendo cerca de 1,5 milhão de pessoas em 2274 municípios. O estudo constatou grande ocorrência dos empreendimentos na região Nordeste(44%), que é seguida pelo Sul(17%), Sudeste(14%), Norte(13%) e Centro-Oeste (12%). A força do Nordeste pode ser atribuída ao principal motivo pelo qual as pessoas montam um EES: a falta de perspectivas. De acordo com o Atlas Brasileiro, 45% das iniciativas foram motivadas pela construção de alternativas ao desemprego. Outra parte importante dos EES 6