Heft 
Nr.27(15.30.Juni)
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el respeto a la dignidad humana. Debe ser una práctica permanente y general por parte de nuestro país incorporar obligatoriamente los mecanismos que garanticen la protección del empleo, el medio ambiente y los derechos de los trabajadores. Un ejemplo de la situación retratada bien podría ser la noticia publicada en El Mercurio(3 de julio de 2006) donde se dice que600 mil chinos mueren por horas extra al año por trabajar en exceso a causa de la competencia feroz en el mercado laboral, en un país donde ya se trabaja más que en el vecino Japón. Antes esto, seamos coherentes, los TLCs no pueden convertirse en un fin en mismo, no podemos olvidar que aspiramos a un país más equitativo, más justo, más igualitario, más democrático, más sustentable. Sintonicemos entonces con esa visión de país, que los caminos de la integración al mundo, sean también caminos para ese Chile más inclusivo, que garantice una buena calidad de vida para todas las familias chilenas. ___________________ Ana Bell Jarás es Vicepresidenta CUT y Directora Observatorio Laboral Observatorio Laboral, boletin n. 18, 04/07/06 TRATADO DE LIBRE COMERCIO CHINA-CHILE ¿DE QUÉ SE TRATA? Comentarios desde la CUT: riesgos, escenarios, lo que no asegura el tratado y cómo éste afectará a los trabajadores y trabajadoras del país. Ustedes pueden bajar eses comentarios en formato de una presentación en power point directamente de la pagina - http://www.observatoriolaboral.cl/documentos/TLC_Chino.ppt A esquerda e o desenvolvimentismo José Luís Fiori Toda reconstrução histórica é um pouco arbitrária e imprecisa. Mas feita esta ressalva, se pode afirmar que odesenvolvimentismo latino­Não é de estranhar a dificuldade atual dodesenvolvimentismo para recuperar audiência e fôlego teórico, e deixar de ser apenas uma trincheira de resistência pontual, e de contenção limitada de alguns americano nasceu no México, durante o governo do presidente Lázaro Cárdenas, na década de 1930. Cárdenas foi nacionalista e seu governo fez uma reforma agrária radical; estatizou a produção do petróleo; criou os primeiros bancos estatais de desenvolvimento industrial e de comercio exterior excessos ou demasias neoliberais, da América Latina; investiu na construção de infra­dos próprios social-democratas. estrutura; praticou políticas de industrialização e proteção do mercado interno; criou uma legislação trabalhista e adotou uma política externa independente e antiimperialista. Depois de Cárdenas, com pequenas variações, este programa se transformou no denominador comum de vários governos latino-americanos, que depois foram chamados de nacional-populares ounacional-desenvolvimentistas, como foi o caso de Vargas, no Brasil, Perón, na Argentina, Velasco Ibarra, no Equador e Paz Estenssoro, na Bolívia, entre outros. Nenhum deles era socialista, nem muito menos marxista, pelo contrário, eram quase todos conservadores, mas suas idéias, políticas e posições internacionais também se transformaram na referencia obrigatória da esquerda latino-americana. Depois de 1930, e em particular depois que os Partidos Comunistas latino-americanos adotaram uma estratégia democrática e reformista de conquista do poder e transformação do sistema capitalista, a relação da esquerda com odesenvolvimentismo transformou-se no núcleo duro de sua produção intelectual e política. Foi o que ocorreu em quase todos os países do continente, pelo menos entre 1930 e 1980. Não é difícil, por exemplo, encontrar a inspiraçãocardenista nos programas da revolução camponesa boliviana, de 1952 e no governo democrático de esquerda de Jacobo Arbenz, na Guatemala, entre 1951 e 1954. Como também, na primeira fase da revolução cubana, entre 1959 e 1962 e no governo 9