Heft 
Nr.36(Jan.)
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Pepe D´Elia: un sindicalista latinoamericano El dia 29 de enero, falleció José D´Elia, presidente honorario del PIT-CNT y uno de los fundadores de la Coordinadora de Centrales Sindicales del Cono Sur-CCSCS. José D´Elia, nació el 21 de junio de 1916 en el departamento de Treinta y Tres y luego junto a su familia se trasladó a Montevideo. En 1942 ocupó la pro-secretaría de la recién creada Unión General de Trabajadores(UGT) en representación de la Federación Uruguaya de Empleados del Comercio y la Industria(FUECI). En el período comprendido entre 1964 y 1966 fue protagonista fundamental de la última fase de la unificación del movimiento sindical uruguayo, que finalizó con la creación de la Convención Nacional de Trabajadores CNT, del que D'Elía fue dirigente. En ocasión del golpe de Estado del 27 de junio de 1973, el secretariado ejecutivo de la CNT, presidido por D'Elía, se reúne esa misma noche en el local de la Federación del Vidrio y responde con la huelga general y la ocupación de los lugares de trabajo. En el período de la redemocratización del país, tuvo un importante papel en la reconstrucción de la central sindical que paso a se llamar PIT/CNT. Fue Secretario General do PIT CNT entre 1985 e 1993, cuando renuncio al cargo, sendo nombrado su Presidente honorario. Entre 2000 y 2003 integró la Comisión para la Paz, creada para investigar el paradero de los detenidos-desaparecidos durante la dictadura militar, en representación de la central sindical. En febrero de 2005 la Universidad de la República lo nombró Doctor honoris causa. El presidente de la República, Tabaré Vázquez, estuvo presente en el velatorio y resalto su larga trayectoria como militante sindical y político, como el"hombre que dedicó toda la vida a los trabajadores". También estuvo presente el canciller de la República, Reinaldo Gargano, quien no pudo ocultar su emoción por la circunstancia."Con él se va una parte de la historia que hemos hecho" señaló el ministro.(Uruguay, El Observador con información de Canal 4 y radio Carve, 30/01/2007) Autoritária, Gerdau ignora sindicato na Colômbia Com o fim das negociações trabalhistas e sindicais com a Gerdau da Colômbia, no dia 12 de janeiro, depois de decretarem'estado de greve', a Sintrametal(Seccional Tuta) informou que a multinacional brasileira não aceitou discutir sobre a reconhecimento e permissão sindical para eventos internacionais. Mesmo com tantos problemas, o sindicato ainda conseguiu uma grande vitória, com o reajuste salarial de 7% para 2007 e IPC(Índice de Preços ao Consumidor) que é de 4,48% acrescidos de 2% para o ano de 2008. Além disso, conseguiram outros importantes incrementos para o sindicato: um auxílio de US$ 1,5 mil anuais, descontos sindicais de US$ 1 mil por mês e auxílio educação no valor de US$ 25 mil para ser distribuído entre 370 trabalhadores. As solicitações da Sintrametal para que pudessem ser reconhecidos, e assim, participarem de eventos internacionais não foram levados em consideração pela empresa durante as conversas na mesa de negociações. A empresa não apóia e não aceita por nenhum motivo o crescimento do sindicato que representa os trabalhadores da Gerdau na Colômbia. A negligência por parte da gerência da Gerdau não permitiu que os sindicalistas sequer conseguissem um avanço mínimo dos trabalhadores em relação a participação nos eventos internacionais e no que diz respeito ao Comitê Mundial de Trabalhadores da Gerdau. Com isso, o Sintrametal pretende unir todos os sindicatos da Gerdau no mundo para discutir uma melhor maneira para avançar neste sentido, que a Gerdau individualiza as relações entre empresa e os trabalhadores, tentando assim, enfraquecer os sindicatos. Apesar de sofrerem uma série de represálias e atualmente estarem sem igualdade de condições de lutar em relação a outros sindicatos no mundo, os companheiros na Colômbia estão engajados em acabar com a política anti-sindical imposta pela Gerdau e 7