2.1 No Uruguai, formação e pensamento estratégico estão salvaguardando o nível de emprego no setor bancário A AEBU, sindicato do setor bancário uruguaio, respondeu aos avanços tecnológicos e seu impacto negativo no nível de emprego focando em formação para os trabalhadores do setor. Com menos empregos e salários mais baixos, o sindicato teve que adotar uma abordagem proativa para defender os direitos dos trabalhadores bancários. Por Luis Curbelo 1 O setor financeiro tem um longo histórico de adoção de novas tecnologias. Embora o ritmo das mudanças nas tecnologias de informação e comunicação(TICs) tenha se acelerado nos últimos anos, o setor já havia indicado a direção que estava tomando durante a década de 1990 – quando começaram a aparecer os primeiros caixas eletrônicos e máquinas de auto-serviço disponíveis 24 horas por dia. Foi também por volta desta época que as instituições financeiras começaram a criar a figura do caixa‘executivo’ que gerenciava processos relativos a produtos financeiros ou bancários do começo ao fim por meio de um terminal de computador. Isto significou uma mudança radical na cadeia produtiva do sistema financeiro, de acordo com a AEBU, único sindicato a representar trabalhadores ativos e aposentados de todas as áreas do setor financeiro privado e público. 1 Jornalista uruguaio com 35 anos de experiência na imprensa, rádio e televisão, Luis Curbelo atualmente é Secretário de Comunicações e Internacional da Associação da Imprensa Uruguaia(APU). 24 Transformar o setor bancário
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Sindicatos em transformação 4.0 : histórias de sindicatos enfrentando o novo mundo do trabalho
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