4.4 Mundo afora, entregadores de comida por aplicativos estão se mobilizando por direitos trabalhistas básicos Enquanto a pandemia põe em evidência as condições de trabalho injustas dos trabalhadores de aplicativos, um estudo recente descobriu um número crescente de protestos de trabalhadores de plataformas de entrega de comida em todo o mundo. Por Marina Watson Peláez 1 Enquanto a pandemia de Covid-19 obriga os cidadãos de todo o mundo a entrar em lockdown e os entregadores de comida aceleram o ritmo para oferecer algum alívio aos clientes, um relatório recém lançado trouxe à tona as condições de trabalho ruins enfrentadas pelos entregadores de comida globalmente, bem como algumas das medidas que esses trabalhadores estão tomando para desafiar o status quo. O recente estudo da FES Global labour unrest on platforms – The case of food delivery workers, de autoria de Vera Trappmann, Ioulia Bessa, Simon Joyce, Denis Neumann, Mark Stuart e Charles Umney aborda seis marcas globais de entrega de comida que operam em mais de duas regiões globais – Uber Eats, Just Eat, Deliveroo, Foodora, Zomato e Glovo – além de 12 outras empresas que operam apenas em uma região. Juntas, essas 18 empresas entregam refeições para clientes em 95 países. 1 Marina Watson Peláez é jornalista freelance e documentarista; vive em Lisboa, Portugal. Seção 4/ 4.4 63
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Sindicatos em transformação 4.0 : histórias de sindicatos enfrentando o novo mundo do trabalho
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